Projeto “O Pop é Punk” chega à 4ª edição com versões dos hits que marcaram os anos 1990

A Grudda Records lançou a quarta edição da coletânea O Pop é Punk, que celebra a música popular brasileira sob o olhar do punk rock e do hardcore. Após as homenagens às décadas de 1960, 1970 e 1980, é a vez do projeto mergulhar nos hits que marcaram os anos 1990. O Pop é Punk – Anos 90 reúne 25 bandas da cena independente de diversas regiões do país. O repertório, além do rock nacional, passeia com irreverência entre gêneros populares como pagode, sertanejo e axé. Músicas conhecidas na voz de Los Hermanos, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Engenheiros do Hawaii e Cássia Eller, dividem espaço com Roupa Nova, Raça Negra e Banda Cheiro de Amor, em versões aceleradas. “Esse contraste é o que dá vida ao projeto. O maior desafio sempre foi traduzir cada música com personalidade, com verdade, sem cair na paródia. A gente queria que cada releitura tivesse alma própria, e ao mesmo tempo respeitasse a memória afetiva que essas canções carregam”, diz Felipe Medeiros, idealizador do projeto. Os anos 90 marcaram profundamente a vida de grande parte das bandas envolvidas — muitos de nós vivíamos essa fase como jovens, com os ouvidos e o coração abertos, então existe uma camada emocional mais densa nesse volume”, revela. Joaquim Roma, vocalista da banda carioca Atox, que gravou uma versão para Dois do Paulo Ricardo, diverte-se ao contar que conheceu a canção numa trilha de novela aos oito anos de idade. “Eu adorava essa música. Mais velho fiquei sabendo que o Michael Sullivan, um dos melhores compositores de todos os tempos, compôs a faixa com o mestre da sedução nacional, Paulo Ricardo, na voz”. A banda santista The Bombers entregou uma ótima versão para O Mundo, do Capital Inicial, que virou um medley com canções do Blondie e Viper. A capa da coletânea assinada por Paulinho Tscherniak também presta homenagem ao álbum Dookie do Green Day, um dos clássicos da década. “O resultado é um convite visual ao caos organizado que a coletânea propõe” conta Medeiros. “Estamos nos aproximando da reta final com essa penúltima edição, já olhando para a próxima, que deve focar nos anos 2000. Depois disso, a Grudda segue com novos projetos que mantêm esse espírito de reinterpretação, mas talvez com outras direções e provocações”.

Garbage lança álbum “Let All That We Imagine Be The Light”; ouça!

O Garbage une pop, rock e uma visão única do mundo contemporâneo em seu novo álbum de estúdio, Let All That We Imagine Be The Light. O trabalho foi criado a partir da necessidade de encontrar algo positivo em meio ao caos e à convulsão da sociedade moderna. Oitavo trabalho de estúdio da banda, ele traz todas as marcas registradas que consagraram o Garbage como um dos maiores nomes do rock noventista: guitarras expressivas, batidas precisas e explosivas e sonoridades complexas, sustentadas pela voz inconfundível e as letras carregadas de força de Shirley Manson. “Este disco fala sobre o que significa estar vivo e sobre o que significa encarar a destruição iminente. É esperançoso. É muito sensível ao que significa ser humano. Nossas falhas e erros ainda são belos, mesmo que nos ensinem que não são. É um disco terno e eletrizante sobre a fragilidade da vida”, conta Shirley. Mantendo a formação original desde 1995, Shirley Manson, Duke Erikson, Steve Marker e Butch Vig já venderam mais de 20 milhões de álbuns. A banda prepara uma nova turnê pela América do Norte, já focada no novo álbum, dando sequência uma jornada de três décadas que continua inspirando fãs e artistas ao redor do mundo, ao mesmo tempo em que refletem a contemporaneidade. “Nosso último álbum (No God No Masters, de 2021) foi extremamente direto. Nasceu da frustração e da indignação — tinha uma sensação de terra arrasada, um tom furioso. Mas com este novo disco, senti uma compulsão de buscar um tipo diferente de energia. Uma energia mais construtiva. Tive essa visão de nós emergindo do subterrâneo com holofotes e lanternas, enquanto avançávamos rumo ao futuro. Procurando vida, procurando amor, procurando todas as coisas boas no mundo, que atualmente parecem tão escassas. Essa foi a ideia predominante para mim durante a criação deste álbum — quando as coisas parecem sombrias, é melhor tentar buscar aquilo que é luz, aquilo que é amoroso e bom. Quando eu era jovem, tendia a destruir coisas. Agora que estou mais velha, acredito que é vital construir e criar coisas. Ainda cultivo velhos ideais românticos sobre comunidade, sociedade e o mundo. Não quero caminhar pelo mundo causando estragos, prejudicando a terra e as pessoas. Quero fazer o bem e não causar mais mal”, reflete Shriley. O trabalho foi gravado no Red Razor Sounds, em Los Angeles, no estúdio Grunge Is Dead, do baterista Butch Vig, e no quarto de Shirley Manson; e conta com produção dos integrantes e de Billy Bush, engenheiro de som de longa data. “Usamos muitos sintetizadores analógicos e elementos de design sonoro neste álbum, pois pareciam se encaixar no clima distópico que todos estávamos vivenciando. Começamos a gravar com uma folha em branco, mas, dado o que está acontecendo nos EUA e no resto do mundo, é inevitável que a loucura acabe se infiltrando nas músicas. Mas definitivamente queríamos que o disco tivesse alguma esperança, alguma luz, para transmitir a sensação de que as pessoas têm poder”, complementa Butch Vig.

Yellowcard anuncia novo álbum e compartilha a faixa-título “Better Days”

O Yellowcard celebrou o anúncio de seu novo álbum, Better Days, com o lançamento do single principal e faixa-título, além da faixa do álbum Honestly I. Better Days é o primeiro álbum completo da banda em quase uma década e será lançado no dia 10 de outubro via Better Noise Music. Este álbum tão aguardado foi produzido por Travis Barker, que também toca bateria em todas as faixas. O single Better Days é uma reflexão corajosa sobre gratidão, perdão, perspectiva e propósito. Antigamente presença constante na MTV e na Billboard Hot 100, os veteranos da Vans Warped Tour — cujos dois primeiros álbuns produziram singles certificados como duplo-platina e ouro — soam completamente recarregados e revitalizados em 2025. William Ryan Key, Sean Mackin, Ryan Mendez e Josh Portman nunca pareceram tão fortes. O videoclipe de Better Days, dirigido por Jordan Phoenix, mostra os integrantes interpretando personagens icônicos de filmes dos anos 80 em uma locadora vintage. O vídeo reflete a diversão e a leveza que a banda está vivendo nesta nova fase. “Estamos focados em fazer com que este capítulo da nossa carreira seja sobre felicidade. Este foi o vídeo mais divertido que fizemos em 20 anos e esperamos que todos sorriam ao assisti-lo”, comenta Ryan Key. A banda concordou que lançar um novo álbum só faria sentido se fosse o melhor de sua carreira. Eles se recusaram a apressar o processo e, pela primeira vez, se permitiram pedir ajuda. Ryan Mendez convidou seu amigo de longa data Nick Long para as sessões de composição, e foi através dele que Travis Barker se envolveu no projeto, assumindo a produção e a bateria de todo o álbum. “Comecei o disco sendo uma versão de mim mesmo e terminei como outra pessoa. Eu sabia que precisava de ajuda e saí escrevendo músicas como quando tinha 19 anos.”

Haim libera quarto single de ‘I Quit’; ouça “Take me back”

O aguardado quarto álbum de estúdio do trio de rock Haim, I quit, já tem data marcada: dia 20 de junho. Nesta sexta-feira (30), foi apresentada Take me back, mais uma das canções do novo projeto. Com 15 faixas, I quit foi produzido por Rostam Batmanglij e Danielle Haim, e traz as já apresentadas Everybody’s Trying To Figure Me Out e Relationships. O disco conta com a força crua de artistas experientes, com canções moldadas sob forte influência do rock clássico – pensadas para brilhar nos palcos. A versão física do álbum chega em breve para pré-venda na UMusic Store. O lançamento dá seguimento à primeira música apresentada, Down to be wrong, um hino poderoso sobre preservar a si mesma e colocar o próprio bem-estar em primeiro lugar. Ouça Take me back abaixo

Green Day leva turnê The Saviors ao Rio de Janeiro e Curitiba em setembro

O Green Day anunciou mais duas datas de apresentações no Brasil da turnê The Saviors, no Rio de Janeiro, em 9 de setembro, e em Curitiba, no dia 12 de setembro. A turnê, do 14° álbum de estúdio de mesmo nome, também celebra os aniversários de dois dos principais discos da banda. Dookie, lançado em 1994, completa 30 anos, e American Idiot, um marco no pós punk mundial, completa 20 anos. No Rio, o show ocorre no Estádio Nilton Santos, o Engenhão, na zona norte da capital fluminense. Já em Curitiba será na Ligga Arena, localizada na região central da cidade. O grupo também é uma das principais atrações do festival The Town. Eles irão se apresentar no primeiro final de semana do evento, em 7 de setembro, no Autódromo de Interlagos. A venda de ingressos para o público geral estará disponível na plataforma Livepass a partir de 4 de junho. Nos dias 2 e 3 de junho, ocorrerá uma pré-venda exclusiva para clientes Santander. * RIO DE JANEIROData: 09 de setembro de 2025Local: Estádio Nilton SantosEndereço: R. José dos Reis, 425, Engenho de Dentro, Rio de JaneiroAbertura dos portões: 17hBad Nerves: 19h30Green Day: 21hClassificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.Limitações: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 meias-entradas. Venda geralOnline: Quarta-feira, 4 de junho, às 12hVendasBilheteria (sem taxa de serviço): Quarta-feira, 4 de junho, às 13hEndereço: R. das Oficinas, s/n – Engenho de Dentro, Rio de Janeiro Preços (*)Pista Premium: R$860,00Pista Premium meia-entrada: R$430,00Pista + Cadeira Sul: R$460,00Pista + Cadeira Sul meia-entrada: R$230,00 Cadeira Inferior Oeste: R$580,00Cadeira Inferior Oeste meia-entrada: R$290,00Cadeira Inferior Leste: R$580,00Cadeira Inferior Leste meia-entrada: R$290,00 Cadeira Superior Oeste A: R$350,00Cadeira Superior Oeste A meia-entrada: R$175,00Cadeira Superior Oeste B: R$350,00Cadeira Superior Oeste B meia-entrada: R$175,00Cadeira Superior Leste: R$350,00Cadeira Superior Leste meia-entrada: R$175,00 Pacotes VIPPacote VIP 1: WELCOME TO PARADISEInteira: R$4.090,00Meia-entrada: R$3.660,00 Pacote VIP 2: CALLING ALL SAVIORS Inteira: R$1.668,00Meia-entrada: R$1.238,00 1 ingresso para o setor Pista Premium;1 item exclusivo de merchandising do Green Day;Entrada VIP antecipada ao local do show;Check-in VIP no estádio. * CURITIBAData: Sexta-feira, 12 de setembro de 2025Local: Ligga ArenaEndereço: R. Buenos Aires, 1260 – Água Verde, Curitiba – PRAbertura dos portões: 17hBad Nerves: 19h30Início do show: 21hLimitações: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 meias-entradas. Venda GeralOnline: 4 de junho, às 12hVendasBilheteria (sem taxa de serviço): Quarta-feira, 4 de junho, às 13hEndereço: R. Buenos Aires, 1270 – Água Verde, Curitiba – PR Preços (*)Pista Premium: R$890,00Pista Premium meia-entrada: R$445,00Cadeira Inferior: R$650,00Cadeira Inferior meia-entrada: R$325,00Cadeira Superior: R$430,00Cadeira Superior meia-entrada: R$215,00VIP Ligga Arena: R$820,00VIP Ligga Arena meia-entrada: R$410,00 (*) Sujeito à disponibilidade Pacotes VIP Pacote VIP 1: WELCOME TO PARADISEInteira: R$4.120,00Meia-entrada: R$3.675,00 Pacote VIP 2: CALLING ALL SAVIORSInteira: R$1.698,00Meia-entrada: R$1.253,00

Jadsa lança seu segundo disco, big buraco; ouça!

Em sete dias, no estúdio Wolf, Rio de Janeiro, Jadsa se reuniu com o produtor Antonio Neves, apresentou as canções para um time de músicos nas vésperas, e realizou, quase de improviso, a sequência para um dos álbuns mais aclamados dos últimos anos. Big buraco já está disponível nas plataformas de streaming. “Esse modo de fazer foi uma escolha”, explica Jadsa. Em direção particular a um cancioneiro mais popular, a artista amplia os caminhos de sua composição para apresentar sua própria brasilidade moderna: “Eu queria essa cor. O teclado, bateria e baixo na cara, o sonho de ter sopros nas minhas faixas. Elis Regina de 71, as canções populares brasileiras dos anos 2000 e algo dos 90. Scratches”, pontua. Mesmo assim foi cair num buraco sem saber o que tinha lá dentro. As faixas eram ouvidas uma vez, as ideias de arranjo passadas com sons de boca e gestos táteis para serem resolvidas em poucas horas de gravação de cada músico. É o que apresentam os primeiros versos do trabalho, com a introdutória “big bang”. Eles dão o tom de crença da artista, e mais ainda, ilustram uma realidade material do fazer música no país: “As coisas acontecem quando querem / E quando crescem todo mundo vê / Não o caminho traçado a navalha / Mas o tamanho do bicho que é // Eu quero ser o que rolar pra mim / Quero, de querer, de estar a fim / Fazendo o certo independentemente”. big buraco apresenta “um universo que é glorioso e fantasioso, o mar, as frutas todas e o amor de mãe”, em um amontoado de canções que celebram as próprias ideias composicionais de Jadsa com a liberdade e segurança de uma artista com mais de dez anos de carreira. Sem uma estrutura tortuosa de seu trabalho anterior, Jadsa apresenta sua força pela nítida fé de que sua canção bastará.

Supla e Inocentes lançam split que revela sintonia afiada antes de parceria no The Town

Anunciada como uma das atrações do festival The Town deste ano, a reunião entre a banda Inocentes e Supla e os Punks de Boutique, ganhou um primeiro desdobramento musical nesta quinta-feira (29) com o lançamento do split Supla / Inocentes. “O single duplo traz releituras de dois clássicos do punk nacional: Humanos, originalmente lançada pelo Tokyo – grupo que marcou o início da trajetória de Supla – e Pátria Amada, faixa do primeiro álbum do Inocentes, Adeus Carne. A proposta inverte as origens das canções: o Inocentes revisita Humanos, enquanto Supla e os Punks de Boutique oferecem uma nova leitura de Pátria Amada.” “Sempre me identifiquei com Pátria Amada”, diz Supla, ao justificar a sua escolha. O cantor lembra ainda, que assistia ao videoclipe da música em um programa da antiga TV Gazeta, que veiculava o vídeo de Humanos na mesma época. “Gosto da letra e das guitarras, que me lembram um pouco Generation X. Fizemos a versão mais crua, com menos solos de guitarra, e também foquei em interpretar da minha maneira a melodia da canção”, revela Supla. Já o vocalista do Inocentes, Clemente Nascimento, conta que o grupo escolheu uma música que gostam, com uma letra que faz todo o sentido para eles. “Fizemos uma versão, como se a música fosse nossa, deixando-a mais crua, mas sempre respeitando a original”, afirma. “Fizemos esse split para mostrarmos ao público a sinergia que temos e o respeito pelo trabalho um do outro”. Supla concorda: “Para mim e os Punks de Boutique é uma honra fazer este lançamento com os Inocentes”. Com ilustração de Leandro Franco, o lançamento do split é uma parceria da Redstar Recordings, selo do Inocentes, com o Supla. As bandas se apresentam juntas no dia 7 de setembro, no palco do The Town, que acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Na mesma data, o festival também recebe nomes de peso como Green Day, Sex Pistols, Iggy Pop e Bruce Dickinson. “O Supla cantou com a gente uma única vez quando nos apresentamos em Londres, foi uma participação dele no show do Inocentes. Dessa vez vão ser as duas bandas juntas no palco, vai ser um desafio muito prazeroso e um momento único para nós todos”, diz Clemente, que garante que o público pode esperar “porrada na orelha e diversão garantida”.

Behemoth traz a The Unholy Trinity Tour ao Brasil em setembro

Behemoth, a mais poderosa e bem sucedida banda de black/death metal da atualidade, traz à América Latina, em setembro, a turnê The Unholy Trinity, etapa regional da grandiosa versão europeia que os poloneses acabam de fazer na Europa. A realização é da Liberation Music Company. Promovendo o aclamado novo álbum do Behemoth, The Shit Ov God, a turnê terá como convidados especiais os titãs do death metal, Deicide (EUA), e a abertura da também polonesa, Nidhogg, nome em ascensão do black metal. No Brasil, os shows acontecem dia 19/09 em Curitiba (Tork n’ Roll), dia 21/09 em Brasília (Toinha), dia 23/09 em Belo Horizonte (Mister Rock), dia 26/09 no Rio de Janeiro (Sacadura 154) e em São Paulo, dia 28/09 (Terra SP). Os ingressos estão à venda no site da Fastix.

PIC-NIC comemora lançamento do álbum Volta com videoclipe de Aniquilação

A banda indie rock carioca PIC-NIC lançou nesta quarta-feira (28) o álbum Volta. O disco, assinado pelo selo Novevoltz Records em parceria com a Bonde Music, é o primeiro registro composto exclusivamente de inéditas desde o retorno do grupo, em 2021, após uma pausa que durou 14 anos. Volta, produzido pelos guitarristas Miguel Afonso e Paulo Gehm, conta com sete faixas e a participação do rapper Ramonzin. “É um álbum feito com muito esforço. Nos empenhamos para que ele chegasse ao mundo com o melhor que temos no momento: um trabalho compacto, com arranjos bem pensados”, afirma Miguel. O baixista Flavio Chokkito diz que a ideia do disco é explorar a nova sonoridade da banda. “Ao mesmo tempo que resgatamos o som que fazíamos lá no começo dos anos 2000, o período em que estivemos separados permitiu que cada um trouxesse novas e diferentes influências, então este novo álbum é meio que um caleidoscópio, um vislumbre do que a volta da PIC-NIC vai trazer neste e nos próximos trabalhos”. Para comemorar o lançamento de Volta, a PIC-NIC divulgou o videoclipe da faixa Aniquilação, com direção de Rabu Gonzales. De acordo com a vocalista Guidi, a faixa fala sobre a possibilidade do fim do mundo, e o vislumbre desse momento. “É sobre haver até algum prazer em ver tudo acabando, o alívio final após tanta apreensão pela espera de um evento catastrófico. E poder viver esse momento apocalíptico ao lado de quem se ama”, diz a vocalista. No single, a banda utilizou pela primeira vez arranjos de metais nesta canção que Miguel descreve como ‘punk-disco-grunge’. Formada em 2001 por Guidi Vieira (voz), Miguel Afonso (guitarra), Paulo Gehm (guitarra), Flavio Chokkito (baixo) e Robson Riva (bateria), a PIC-NIC carrega na bagagem os álbuns PIC-NIC (2003), Feito em casa (2004) e 2007 (2021). Volta é considerado pela banda o disco mais bem trabalhado. “Ele foi todo gravado no estúdio Marini, pelo Mauro Araújo, e o resultado ficou muito acima de qualquer outro trabalho que já fizemos. Além de termos contado com essa estrutura, tem o importante fato de que o tempo passou, e adquirimos a tal ‘vivência’, que só favorece na hora de fazer as músicas e escrever as letras”, conta Guidi. “O novo álbum, além de trazer uma sonoridade mais madura e variada, traz uma produção mais esmerada, mais cuidadosa e carinhosa”, finaliza Chokkito.