Referência em power metal, banda alemã Masterplan retorna a São Paulo

A consagrada banda alemã de power metal Masterplan, com os riffs e melodias sempre inspirados e potentes do veterano Roland Grapow (ex-Helloween), retorna a São Paulo em 31 de outubro. A banda, prestes a completar 25 anos de carreira, trará um repertório com canções de todas as fases. A produção é da Venus Concerts. Allen Key, TrendKill Ghosts e Seventh Seal serão as bandas de abertura para o show do Masterplan na capital paulista. Ao lado de Roland Grapow, o Masterplan é um time de músicos igualmente experientes, com experiência em diversas bandas de renome no heavy metal mundial. O tecladista Axel Mackenrott já foi apoio do Gamma Ray ao vivo; Jari Kainulainen, o baixista, tem passagens marcantes pelo Stratovarius e Evergrey; o vocalista Rick Altzi, no posto desde 2012, também canta no At Vance e já passou por diversas bandas; o baterista é Kevin Kott, ex-Freedom Call. Em duas décadas e meia de vida, o Masterplan lançou seis discos de estúdio – o último, PumpKings, traz versões para clássicos do Helloween da fase de Roland Grapow, considerada por muitos fãs do estilo como a mais criativa da famosa ex-banda do guitarrista. O disco de estreia, o autointitulado Masterplan, de 2003, ainda com Jorn Lande nos vocais e Uli Kusch (outro ex-Helloween), produzido por Andy Sneap, foi um início monumental. Masterplan em São Paulo Data: 31 de outubro de 2025 (Sexta-feira) Horário: 18h (abertura da casa) Local: Fabrique Club (Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SP – no Google Maps) Ingresso: https://fastix.com.br/events/masterplan-em-sao-paulo Valores: 1º Lote Meia e Meia Solidária (Válida para todos, levando 1kg de alimento não perecível: R$ 180,00 | 1° Lote Inteira: R$ 360,00
The Lemonheads lança In The Margin e dá detalhes sobre novo álbum

Após anos escrevendo, vagando e recomeçando, Evan Dando retorna com Love Chant (lançamento pela Fire Records em 24 de outubro) — o primeiro álbum de estúdio do The Lemonheads em quase duas décadas. Longamente gestado e moldado por geografias diversas e um elenco de colaboradores de confiança, o disco é uma reafirmação ousada e melódica de uma das vozes mais distintas do rock alternativo. O single principal, In The Margin, lançado nesta segunda-feira (23), é uma típica composição de Dando: meio quebrada, meio bela, envolta por uma melodia que desarma antes de explodir. “Queria uma música cheia de riffs, então coloquei riffs em tudo. O corpo da música é da Marciana (Marciana Jones). É tipo uma canção de vingança de uma garota da oitava série: ‘Stupidly I left the escape plans out so they could find my way’”, comenta Dando. Agora radicado no Brasil, onde grande parte do álbum foi gravada, a mudança de Dando nos últimos anos ofereceu uma nova perspectiva — uma chance de recomeçar, reconectar e finalmente dar forma a essas canções. O resultado é um disco que soa tanto fresco quanto familiar: enraizado nos elementos clássicos do The Lemonheads, mas expandido por anos de vivência e novas paisagens. Chegando em outubro ao lado do aguardado livro de memórias de Dando, Rumours Of My Demise (lançamento pela Faber em 6 de novembro), Love Chant tem produção do multi-instrumentista brasileiro Apollo Nove e reúne antigos amigos e novos aliados. J Mascis (Dinosaur Jr), Juliana Hatfield e Tom Morgan (coautor de Deep End) retornam à formação, junto de nomes como o produtor Bryce Goggin (Pavement, Antony and the Johnsons), a cantora de Nashville Erin Rae, John Strohm (Blake Babies, coautor e guitarrista em Togetherness) e Nick Saloman (The Bevis Frond, compositor e intérprete na psicodélica Roky). Adam Green, do cultuado The Moldy Peaches, também participa como coautor na faixa country Wild Thing. Nos últimos anos, a influência do The Lemonheads só cresceu. Artistas como MJ Lenderman, Courtney Barnett e Waxahatchee já fizeram covers das músicas de Dando, exaltando sua clareza emocional, instinto melódico e intimidade irônica — marcas registradas de sua escrita. Essa ressonância entre gerações faz de Love Chant mais do que um retorno — é um lembrete de por que essa banda sempre importou.
Em grande fase, Haim lança quarto álbum de estúdio, I Quit

Já está disponível o quarto álbum de estúdio do trio de rock Haim, I Quit, que conta com 15 faixas. Produzido por Rostam Batmanglij e Danielle Haim, o trabalho traz as já apresentadas Everybody’s Trying To Figure Me Out e Relationships, Down to be wrong e Take me back. O disco conta com a força crua de artistas experientes, com canções moldadas sob forte influência do rock clássico – pensadas para brilhar nos palcos. A versão física do álbum está em pré-venda na UMusic Store. I quit é o primeiro álbum inédito do Haim desde o disco Women In Music, Pt. III (2020), que rendeu à banda um Brit Awards na categoria Grupo Internacional.
Lorde libera último single antes da chegada de Virgin; ouça Hammer

A cantora neozelandesa Lorde se aproxima do lançamento de seu quarto álbum de estúdio, Virgin, com a chegada de mais uma faixa, Hammer. Sobre a faixa, a cantora publicou em suas redes: “Hammer, última música antes de Virgin. Primeira música do álbum. Uma ode à vida na cidade e ao tesão”. A música também vem acompanhada de um videoclipe. Virgin, que será apresentado na próxima sexta-feira (27), promete ser uma evolução sônica ousada, equilibrando a produção maximalista com a intimidade lírica característica da artista. O trabalho já está disponível para pré-venda na UMusic Store.
Yungblud revela primeira parte de álbum ambicioso; ouça Idols

Um dos artistas mais cativantes dos últimos anos, Yungblud lançou seu quarto álbum de estúdio, considerado até agora o projeto mais ambicioso de sua carreira. Intitulado Idols, o álbum é a primeira parte de um projeto duplo (com a data de lançamento da segunda parte ainda a ser anunciada) e marca um verdadeiro rito de passagem para o artista de 27 anos, cujos dois últimos álbuns alcançaram o primeiro lugar nas paradas do Reino Unido e cujo catálogo já acumula 6 bilhões de streams globais. O projeto de 12 faixas foi gravado em Leeds, com uma equipe reduzida: além de Yungblud, participaram Matt Schwartz (seu parceiro de longa data na composição e produção), o guitarrista Adam Warrington e o multi-instrumentista Bob Bradley. “A gente some num piscar de olhos, e a vida é preciosa e passa rápido. Não esqueça de vivê-la”, disse o cantor. “Ghosts foi uma das minhas partes favoritas de tudo o que escrevemos nesse álbum. Eu simplesmente deixei minha imaginação fluir. A inspiração veio da ópera, mais especificamente de The King and I. Todo mundo achou que eu estava maluco quando citei isso durante uma sessão de gravação de rock. Mas f*da-se. Isso é Idols!”, completou.
Sensação do último Lollapalooza Brasil, Benson Boone lança álbum American Heart

Benson Boone continua a se destacar em 2025 com o lançamento de seu segundo álbum de estúdio, American Heart, já disponível em todas as plataformas digitais, via Night Street Records/Warner Records, com distribuição nacional da Warner Music Brasil. O artista também lançou o clipe de Mr. Electric Blue, uma música que ele escreveu sobre seu pai. Em março deste ano, o artista esteve no Brasil pela primeira vez, onde entregou uma performance aclamada no festival Lollapalooza. O hitmaker também se apresentou no palco principal do Coachella, em abril, com a participação surpresa de Brian May, do Queen, em uma performance aclamada e viral de Bohemian Rhapsody. Boone também tem um ano histórico de turnês pela frente. Sua turnê norte-americana de arenas, American Heart Tour — que inclui paradas no Madison Square Garden (Nova York) e na Crypto.com Arena (Los Angeles), entre outras — teve os ingressos esgotados instantaneamente. No ano passado, ele abriu o show de Taylor Swift na The Eras Tour em Londres, no estádio de Wembley, e se apresentou ao lado de Lana Del Rey no Hangout Festival, além de embarcar em sua própria turnê Fireworks & Rollerblades Tour, com todos os ingressos esgotados, com shows ao redor do mundo.
Paint A Picture, segunda amostra do novo álbum do The Hives, chega com vídeo divertido

A banda sueca The Hives lançou o segundo single de seu novo álbum, The Hives Forever Forever The Hives, que será lançado em 29 de agosto de 2025. A faixa da vez é Paint A Picture, que veio acompanhada de um videoclipe dirigido por Filip Nilsson e Henry Moore Selder. Falando sobre a música, com suas próprias palavras, o The Hives declara que Paint A Picture é “uma canção sobre tentar convencer as pessoas — e a si mesmo — de que viver fora da sociedade é uma boa ideia. Essa música já é uma das favoritas dos fãs há tempos, entre os sortudos que a ouviram nos shows.” Este novo futuro hit sucede o single anterior Enough Is Enough, lançado em abril para anunciar a chegada do novo álbum — momento que foi marcado por uma estreia majestosa na Cidade do México e, em seguida, por uma apresentação aos pés do Rockefeller Center, em Nova York. Mais um triunfo musical, Paint A Picture entrega, mais uma vez, uma dose de rock ‘n’ roll de alta voltagem como ninguém mais no planeta consegue fazer. O novo álbum, composto por 13 faixas, foi criado com comprometimento, ousadia e talento na Suécia, em colaboração com os respeitados produtores Pelle Gunnerfeldt e Mike D, dos Beastie Boys. A tracklist será a seguinte: (introduction) Enough Is Enough Hooray Hooray Hooray Bad Call Paint A Picture O.C.D.O.D Legalize Living (interlude) Roll Out The Red Carpet Born A Rebel They Can’t Hear The Music Path Of Most Resistance The Hives Forever Forever The Hives
Baixista Alberto Continentino revela o ótimo disco “Cabeça a mil e o corpo lento”

Baixista dos mais requisitados do Brasil, Alberto Continentino é conhecido e reconhecido por sua presença nos palcos e estúdios ao lado de artistas que vão de Caetano Veloso a Ana Frango Elétrico, de Adriana Calcanhotto a Bala Desejo, de Milton Nascimento a Baco Exu do Blues. O músico, porém, também faz voos solos capazes de alcançar as mesmas alturas com as quais está habituado como instrumentista acompanhante. Cabeça a mil e o corpo lento, seu terceiro álbum, lançado pelo selo RISCO, é a afirmação mais evidente dessa sua grandeza como frontman. Em sua alquimia de maturidade e invenção, o disco confirma Alberto Continentino num lugar destacado como criador na nova geração da música popular brasileira. À frente de suas ideias, mais do que nunca ele constrói caminhos originalíssimos como compositor e instrumentista, num repertório de parcerias suas com Quito Ribeiro, Ana Frango Elétrico, Domenico Lancellotti, Tomás Cunha Ferreira, Cabelo, Kassin, Gabriela Riley, Silvia Machete, Jonas Sá, Nina Becker, Laura Eber e Negro Leo. A lista de parceiros de Alberto Continentino no disco une diferentes gerações e nacionalidades, além da recorrência de pessoas que dialogam ou estão imersas nas artes plásticas. Um detalhe que explica um tanto do aspecto visual e táctil da poética do álbum, que se mostra já no nome das faixas: Coral, Manjar de luz, Ovo do sol, Milky Way, Negrume… Um mosaico que aponta para um universo onírico, abstrato, profundamente sensorial — mas para sentidos alterados. Um universo que se materializa em som no instante em que se dá o play. Não é um acaso que os títulos sejam tão reveladores da essência de Cabeça a mil e o corpo lento. Afinal, o disco partiu dos versos, com as melodias sendo escritas depois por Alberto Continentino — um procedimento que ele experimentou (e gostou) nas parcerias com Silvia Machete que entraram no disco dela de 2020, Rhonda. Mais do que pelo fato de ter partido das letras, a atmosfera se afina pelo grupo de parceiros que o artista reuniu. “A escolha dos parceiros foi a primeira composição do disco”, define Alberto. “Escolhi pessoas que escrevem de uma forma bem livre. Elas podiam mandar a letra em qualquer língua, em qualquer formato. Queria essa inspiração, para fazer algo também fora dos formalismos da canção, do que eu estava acostumado a fazer. E foi isso que aconteceu. As letras trazem paisagens, não necessariamente têm um sentido objetivo. Era o que eu queria”. Alguns dos parceiros dividem os vocais com Alberto. É o caso de Ana Frango Elétrico, Gabriela Riley, Silvia Machete e Nina Becker. Além delas, o disco tem a participação de Dora Morelenbaum, Leticia Pedrosa e Nina Miranda. Ou seja, um time exclusivamente de mulheres. “Isso não foi pensado”, explica o compositor. “Mas eu não conseguia muito imaginar uma participação masculina. Gosto muito da combinação de voz masculina e feminina. Quando imaginava as canções, ouvia mais a textura da voz feminina”. É interessante entender Cabeça a mil e o corpo lento como o extravasamento de uma identidade musical que Alberto não tinha exposto de forma tão nítida até aqui. Uma expansão das fronteiras de sua inventividade. Uma inventividade que sempre esteve presente em seu trabalho como autor e mesmo como baixista consagrado de outros artistas. Ou seja, a gramática da música ele domina à perfeição — mas queria escrever a sua própria gramática. Alberto já vinha compondo e sendo gravado por bastante gente (Gal Costa, Roberta Sá, Ney Matogrosso, Adriana Calcanhotto) quando, em 2017, começou a fazer um álbum com suas parcerias que se mantinham inéditas, engavetadas. Mas esse ainda não é o embrião de Cabeça a mil e o corpo lento. O disco, na verdade, começa a nascer algum tempo depois, quando o baixista se dá conta que o que ele queria fazer ia muito além daquele projeto — ou seja, de uma coletânea de canções feitas para outras pessoas, em contextos isolados. Ele queria começar um álbum do zero, que fosse mais fiel a suas reflexões como autor. A ideia fermentou com a chegada da pandemia e o isolamento. Alberto marcou então uma data em outubro de 2020 no estúdio Rocinante, em Araras (região de Petrópolis, na Serra Fluminense), com o baterista Thomas Harres, o guitarrista Guilherme Lirio e o engenheiro de som (e responsável pelo estúdio) Pepê Monnerat. Encomendou as letras e fez as melodias conforme elas iam chegando. “Entramos no estúdio com as músicas mais formatadas do que eu imaginava que ia ser quando tive a ideia lá atrás”, conta Alberto. “Acabou que o disco não ficou tão experimental quanto eu imaginava”. Porém, o resultado — um jazz pop provocador e surpreendente, polvilhado de um delicado experimentalismo — passa longe do convencional. O próprio canto de Alberto sinaliza isso. “Eu não sou cantor, mas eu tenho minha maneira de cantar. Usei recurso de dobras e coros, coloquei a voz como mais um instrumento, uma camada entre coisas outras que estão acontecendo”. Depois das sessões no estúdio Rocinante, Alberto gravou em São Paulo, no estúdio Buena Familia, do engenheiro de som Duda Lima. Ali, teve a companhia do baterista Vitor Cabral e do guitarrista Guilherme Monteiro. Apenas uma das faixas, “Uma verdade bem contada”, foi gravada no Estúdio Marini, de Kassin, com Caio Oica na bateria, Danilo Andrade no Rhodes e nos synths, além do próprio Kassin na guitarra. Por fim, foram convocados os sopros (Joana Queiroz, Marlon Sette, Diogo Gomes, Jorge Continentino), a percussão de Orlando Costa e os synths de Rodrigo Tavares. Além do baixo, no disco Alberto toca piano, teclados, synths, Rhodes, clavinete, Wurlitzer, percussão eletrônica e violão. Kassin assina a mixagem sozinho de oito faixas. Em Milky Way, Go get your fix, False idol e Uma verdade bem contada, ele divide a mixagem com Mario Caldato. A sonoridade resultante guarda uma sedução contida, de luz sutil, como explica o artista. “Meu primeiro disco, Ao som dos planetas, tinha uma coisa de beleza, de alegria, solar. Ultraleve, o segundo, também tem uma suavidade. Agora eu tentei dar um verniz um pouquinho
Supercombo vem para o litoral de SP gravar “Piseiro Black Sabbath”

Piseiro Black Sabbath, primeira música do novo disco da Supercombo, já está disponível no streaming. A divertida história dos “metaleiros de praia” é embalada por um rock com pegada de piseiro, mas com toda a essência da banda no cerne da canção. O clipe, já disponível no YouTube, foi gravado no litoral paulista e traz um clima praiano. “Essa é a única faixa do álbum que tem essa ‘vibe’ e resolvemos aproveitar” – comentou o baterista André Dea. Para dirigir, chamaram o Chris Tex, mesmo dos clipes Tarde Demais e Aos Poucos. “Queríamos uma ideia meio doida, achamos que ele era a pessoa ideal para isso e foi. Ele sugeriu criarmos uma fantasia de caranguejo gigante para um ator vestir e ser o protagonista do clipe. Ficou incrível”, diverte-se Dea. O clipe mostra um caranguejo gigante saindo do mar e a banda, toda vestida de preto, mostrando o Piseiro Black Sabbath para ele.