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Entrevista | The Band Camino – “Nosso som é rock de arena com músicas dançantes”

Vivendo o melhor momento da carreira, a banda norte-americana The Band Camino vem ao Brasil pela primeira vez, no próximo fim de semana, quando fará parte do festival GP Week, que acontece no Allianz Parque, em São Paulo. Além deles, o evento contará com The Killers, Twenty One Pilots, Hot Chip e Fresno.

Depois de mais de cinco anos como banda, The Band Camino nunca se sentiu mais confiante em sua música. Agora, eles têm um álbum auto-intitulado para provar isso. O trabalho mais recente, The Band Camino, lançado pela dblblk/Elektra Records, expande o pop de guitarra que o grupo introduziu com seu EP de estreia tryhard em 2019.

O trio de pop rock foi aprimorando seu som dinâmico desde que se mudou de Memphis para Nashville em 2018. A formação é a mesma desde o início e traz os vocalistas e guitarristas Jeffery Jordan e Spencer Stewart, além do baterista Garrison Burgess.

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Jeffery, Spencer e Garrison conversaram com o Blog n’ Roll, via Zoom, sobre a expectativa para a estreia no Brasil, a admiração pelo The Killers e como se apresentam para os fãs novos da banda.

O álbum de estreia de vocês teve grande aceitação e conta com um número expressivo de streams. Esperavam esse feedback tão positivo em pouco tempo?

Jeffrey Jordan – Nós, com certeza, tínhamos esperança que isso acontecesse, mas não sabíamos o que esperar. Nós sempre fazemos a música que gostamos e esperamos que as outras pessoas também gostem. É sempre bom ver a resposta das pessoas a um trabalho que você dedicou tanto tempo. Então, muito obrigado.

Como você classificaria o som do Band Camino para quem está indo para o show de São Paulo?

JJ – Eu diria rock de peito aberto. O encontro do rock épico de arena com músicas dançantes com sintetizadores, além de letras emocionantes.

Sei que se passaram pouco mais de um ano ainda do primeiro álbum, mas vocês já pensam em um segundo álbum?

JJ – Sim, estamos trabalhando nele atualmente. Spencer não está conosco agora pois está trabalhando nos vocais e nós não estamos no estúdio ainda. Estamos no processo.

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No meio da turnê? Como é isso?

JJ – Nós estamos fora de turnê há algumas semanas na verdade, o show no Brasil sábado será nosso primeiro show em semanas. Voaremos para o Brasil na sexta-feira (11) e voltaremos na noite de domingo (13).

Memphis é uma cidade com um histórico muito forte de música. Isso ainda é muito forte por aí? Ou vocês se sentem como um ponto fora da curva?

JJ – É uma boa pergunta. Com certeza é uma cidade com forte história na música, há tanta personalidade. O passado de Memphis é uma parte muito forte da história da música, tantos artistas inspiradores saíram de Memphis nos anos 1950, 1960 e 1970. Mas com certeza é um cenário diferente atualmente. Há muitos artistas de hip hop saindo de lá.

Entretanto, para bandas como a nossa, a indústria não é tão propícia lá, não há muitos agentes, canais de mídia, apesar de muitos bons estúdios e gente talentosa. Por isso nos mudamos para Nashville, mas Memphis é uma cidade inspiradora e adoramos ser de lá.

Como está a expectativa para o show em São Paulo? O que pode adiantar sobre o repertório?

Spencer – Esperamos que seja bem barulhento, ouvimos coisas boas sobre o Brasil, sobre ser um lugar muito receptivo, e estamos animados para fazer algo novo e ver novos rostos. Estamos muito ansiosos, esperamos que seja um dos nossos maiores shows, esperamos deixar uma boa impressão.

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JJ – E poder ver pessoas que nunca vimos, nunca fomos à América do Sul. A expectativa é de experienciar algo completamente novo, ouvimos que os shows aí são incríveis. Estamos animados.

Já tocaram com Twenty One Pilots ou The Killers?

JJ – Nós nunca tocamos. Já estivemos em festivais que eles tocaram, e vimos eles tocando várias vezes. Tocamos no Lollapalooza no ano que o Twenty One Pilots foi headliner em Chicago, e também vimos The Killers em alguns festivais que tocamos. Porém, nunca nos encontramos ou tocamos imediatamente antes deles. Esperamos encontrar eles.

Vocês podem citar três álbuns que influenciaram muito a sua formação musical? Por que?

JJ – Eu vou pelo caminho fácil e dizer Sam’s Town, do The Killers.

Spencer – Eu ia dizer este.

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JJ – Eu sabia que alguém iria dizer este. É um álbum muito importante para nós, esse álbum é incrível. Esperamos encontrar o Brandon Flowers e agradecer por nos ter inspirado a ser uma banda.

Spencer – Com certeza. Para mim, vou escolher Channel Orange, do Frank Ocean. Devido a ter me inspirado e continuar me inspirando, assim como o resto da banda, pela sua criatividade. É tão diferente, tem um lugar tão interessante na história da música. Se fosse lançado amanhã seria tão popular, ou mais do que é, o que mostra o quão bom é.

Graham – Eu vou com Room for Squares, do John Mayer. Acho que esse disco, em termos de timbres, é inspirador, tenho certeza que eles vão concordar comigo. A composição e a musicalidade do John Mayer são algo que sonhamos em pelo menos chegar perto, é com certeza parte de algo que cresci ouvindo.

Entrevista por Isabela Amorim / Tradução por Matheus Monteiro

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