Crítica | Coma Rage – Viper

Primeiramente, vale destacar que o quarto álbum do Viper, Coma Rage, lançado originalmente em 1995, acaba de ser relançado pela Rhino. Aliás, é a primeira banda brasileira a fazer parte do pacote Heavy Metal Legends, que inclui nomes como Black Sabbath e Metallica, entre outras. Em resumo, o álbum foi gravado na mesma época em que a banda participou do festival Monsters of Rock, em agosto de 1994, em São Paulo, ao lado de nomes como Slayer e Kiss, e ainda contou com a produção de Bill Metoyer (Slayer), sendo essa nova versão remasterizada por Mauricio Gargel. Já a formação repetia a do álbum anterior, ou seja, Pit Passarell (baixo e voz), Felipe Machado e Yves Passarell (guitarras) e Renato Graccia (bateria). Por outro lado, a exemplo do que já tinha acontecido em Evolution (1992), o Viper flertava abertamente com estilos em voga na época, como grunge, hardcore e crossover. Aliás, esqueça o heavy cru de Soldiers of Sunrise (1987) ou a pompa de Theatre of Fate (1989). Em síntese, o Viper de 1995 apostava em canções rápidas, energéticas, quase punks em sua abordagem, com os vocais rústicos de Pit e os riffs sujos de guitarra, resultando em músicas realmente agradáveis como Far And Near, Somebody Told Me You´re Dead, If I Die By Hate e Day Before, que são ótimos exemplos dessa fase noventista do Viper. Bonus tracks Ademais, o álbum vem com várias bonus tracks, que incluem versões demo e até uma composição inédita, País do Futuro. Mais de 20 anos depois, os destaques inevitáveis de Coma Rage ainda são a faixa-título, com seu refrão que entra fácil na mente do ouvinte, e o cover para I Fought The Law, do Clash, que conseguiu a proeza de soar ainda mais grudenta do que a original. Afinal, como quase tudo que leva o nome Viper, Coma Rage é audição recomendada. Coma Rage RemasterAno de Lançamento: 2021Gravadora: RhinoGênero: Heavy Metal/Punk Rock Faixas:1-Coma Rage2-Straight Ahead3-Somebody Told Me You Are Dead4-Makin Love5-Blast!6-God Machine7-Far And Near8-The Last Song9-If I Die By Hate10-Day Before11-405 South12-Face in The Crowd13-I Fought The Law14-Keep The Words15-Coma Rage (Demo)16-Straight Ahead (Demo)17-Somebody Told Me You Are Dead (Demo)18-Making Love (demo)19-Blast! (demo)20-God Machine (demo)21-País do Futuro (demo)22-A Face in The Crowd (demo)23-I Fought The Law (demo)24-Keep The Words (demo)
Crítica | Abysmal Decay – Verthebral

Antes de tudo, quando se fala em heavy metal, o Paraguai pode não ser o país mais lembrado. Mas isso não significa nada quando ouvimos o quarteto Verthebral, que em seu álbum de estreia, Regeneration (2017), atordoou os ouvidos dos deathbangers com seu cáustico conteúdo. Do mesmo modo, a história se repete em Abysmal Decay, seu segundo petardo, lançado em 2019. Em resumo, Cristhian Rojas (baixo e voz), Denis Viveros (bateria), Daniel Larroza e Alberto Flores (guitarras) deixam claro qual o estilo do grupo. É death metal tradicional, como se tocava na Flórida em meados dos anos 1990. Aliás, Morbid Angel, Monstrosity, Death e Obituary são as influências mais óbvias no trabalho dos paraguaios, vide o timbre das guitarras e os guturais de Rojas. Contudo, os riffs de guitarra deixariam Chuck Schuldiner orgulhoso. Ademais, o material do Verthebral foca na clássica abordagem da primeira fase do death metal, que consiste em andamento veloz dividindo espaço com passagens lentas e mórbidas, tudo embalado com temáticas obscuras, tão caras ao estilo. Diante desse quadro, é cerrar os dentes e banguear como um louco em números bestiais como Ancient Legion, Isolation Room, Sweet Home Illusion, My Dark Existence e Testimony of Hate, músicas recheadas com todas as características citadas acima e, por isso, cairão como uma bomba atômica na mente dos amantes do metal extremo. Abysmal DecayAno de Lançamento: 2019Gravadora: Transcending Obscurity RecordsGênero: Death Metal Faixas:1-Ancient Legion2-The Art of Perversion3-Abysmal Decay4-Isolation Room5-Coronation of Envy6-Abscence of a God7-Sweet Home Illusion8-Obsidian Tears9-My Dark Existence10-Testimony of Hate
Entrevista | Lucas Scandura – “Queria que a poesia viesse como uma faixa”

Escrever certo em linhas tortas é a especialidade do artista Lucas Scandura. Retornando a nostalgia dos compactos dos anos 1950 a 1970, o cantor lançou recentemente o single Eu Não Sou de Perdão, um tango criado e gravado em parceria com o quarteto instrumental Escualo Ensemble e que vem acompanhado da poesia Sinfonia de Silêncio. A obra faz parte do projeto de compactortos do artista, relembrando o Lado A e B dos discos antigos, aqueles que fizeram a infância e adolescência de muita gente. Com uma linguagem totalmente autoral, o artista trouxe a própria assinatura neste projeto, na tentativa de mostrar a identidade de um cantor-autor pra lá de excêntrico. Por ter vindo do cinema, e não da música, ele entrega um trabalho performático e cheio de novos conceitos. “Usei esse subtítulo cantautorto tentando dar uma ideia do que sou. Um cantautor, e como vários que existem na música brasileira, é o cara que escreve, compõe e canta, mas que não é necessariamente um instrumentista ou um super cantor”, explica. Durante o processo de criação das faixas recheadas de letras e mensagens ecléticas, o artista teve a ideia de lançar algo novo, e que mesmo relembrando os discos antigos, não tivesse exatamente a mesma proposta. Misturando canção e poesia, nasceram os chamados compactortos e que já prometem um total de seis lançamentos em 2021. “A diferença é que nos antigos compactos o lado A era uma música que o artista trabalhava comercialmente e o lado B era alguma coisa mais alternativa. No meu caso não tem essa distinção, as duas faixas conversam entre si”, diz. Projeto audiovisual O videoclipe do novo single foi feito no Espaço Itaú de Cinema da Rua Augusta, em São Paulo. A icônica sala de cinema serviu de ambiente para que o cineasta brincasse com a linguagem já presente na letra da faixa e o arranjo extremamente dramático criado pelo Daniel Grajew. “As pessoas estão consumindo muito isso atualmente, é difícil pensar em uma música sem audiovisual. Mas além do mercado, eu sou um cineasta de formação, então para mim é muito natural. Quando decidi de fato mergulhar na música, englobei tudo isso: música, poesia, canção, performance, e é claro, audiovisual”. Apesar de já querer realizar as filmagens dentro de um cinema vazio, a pandemia acabou facilitando o processo, já que o local estava de portas fechadas há quase um ano. Assim, com uma equipe reduzida, o conteúdo foi produzido e dirigido com enfoque no cantor. “Quando fui fazer o clipe de Eu Não Sou de Perdão já estávamos em pandemia. Eu trabalho com um coletivo de amigos, e tivemos a ideia dos dois clipes que foram lançados, serem trabalhados somente comigo. O primeiro videoclipe fizemos em outro espaço, sem ninguém, só eu e o cinegrafista, mas são propostas diferentes, o que é muito interessante”, conta. Com as faixas conceituais que conversam entre si e a formação clássica com instrumentos como piano, acordeon, violino, baixo acústico e vibrafone, Lucas Scandura percebeu que o videoclipe tinha que ser feito em tons mais sóbrios, para mostrar tamanho o peso de outra época e até mesmo da astrologia acerca da letra da faixa. “É como se eu estivesse assistindo um filme sobre a minha vida, algo que já aconteceu, mesclando passado e presente. Eu costumo dizer que essa faixa é muito escorpiana e rancorosa, por isso achamos que o preto e branco combinava”, brinca. Parceria que resultou em um tango Apesar de a faixa ter chegado ao público apenas no início desse mês, a canção já está sendo trabalhada desde 2016 pelo artista. Lucas Scandura estava fazendo uma produção como cineasta para o quarteto parceiro e acabou fazendo uma troca. Aliás, resultou no projeto em conjunto, exatamente da maneira que ele desejava. Em suma, o perfeccionismo do cantor foi para encontrar a melhor maneira de trabalhar com o vocal e em como a mensagem seria entregue para o público no final. Quando finalmente o resultado atingiu o esperado, em um mix de canção e poesia, a emoção bateu forte. “Para mim foi uma felicidade tremenda, por que me considero ainda estreante na música e o Escualo Ensemble tem músicos de auto calibre, três deles participam da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, uma das maiores do Brasil. Me senti honrado em ver minha canção se transformar em tudo aquilo”. Poesia, arte e música Outra parte do projeto que conta com parcerias é o lado B. Para o cantor, apenas música não bastava, ele queria mesmo era declamar poesias para os fãs. Contudo, de maneira contemporânea e demonstrando quem é como artista: uma metamorfose de ideias e sentimentos abstratos. “Eu queria que a poesia viesse como uma faixa, para que as pessoas escutassem da mesma maneira que as canções. Que aquilo soasse agradável e interessante, como uma canção, mas com uma cara toda própria”. Ali, ele chamou alguns parceiros para compor arranjos diferentes e colocar em prática a ideia das poesias gravadas. Em Sinfonia de Silêncio, por exemplo, a convidada foi a produtora musical Gylez Batista, que com um arranjo único deu uma nova cara para o projeto, de maneira que a poesia conversasse com a canção já feita no lado A do trabalho. No meio do lançamento, Lucas Scandura confessa que até encontrou outros artistas que estavam fazendo algo parecido com o projeto de sua autoria, mas cada um de maneira diferente e particular. Ele relembra do Grupo Tertúlia, de Pernambuco, que sempre fomentou poemas durante as apresentações musicais, ou mesmo da colega poetisa Luna Vitrolira, que recentemente lançou um álbum com um conceito parecido. Porém, cada um com experimentações e resultados diferentes. “Eu não encontrei nenhum projeto até agora que esteja trabalhando com a poesia dessa maneira que estou propondo. Muito provavelmente exista em algum lugar do mundo, é claro, mas eu ainda não encontrei”, revela. Sem ao vivo E que a pandemia está sendo um período de adaptação para muitos artistas, isso é inegável. Para Lucas Scandura, não poderia ser diferente. Com o início da
Stronger Together, novo single do Armored Dawn, propõe reflexão sobre a amizade

A banda paulistana Armored Dawn divulgou um novo single na última sexta-feira (16), Stronger Together. Em resumo, a canção foi composta durante o período de isolamento criado pela primeira onda da pandemia, o que imprime à faixa uma forte carga emocional, por ser fruto de um momento complicado vivido pela sociedade em todo o mundo. O vocalista do grupo, Eduardo Parras, comenta o conceito lírico, que lança um olhar de esperança e força neste momento difícil. Aliás, exalta a primeira composição da nova formação. “Dois amigos compartilham o desejo de dominar o mundo, lutando pelos seus sonhos e ideais. Um por todos e todos por um, não importa o que digam ou o que aconteça. Juntos podemos muito mais e nada pode nos derrubar”, explica. Contudo, a letra de Stronger Together fortalece o conceito de amizade e reforça a importância das pessoas que dividem umas com as outras o peso de dias tão difíceis. Em suma, nessa nova realidade da sociedade, a maior prova de afeto por outro ser humano é manter a distância. A banda está na fase final da promoção do aclamado álbum Viking Zombie, lançado em 2019. Agora, prepara o quarto álbum de estúdio, previsto para este ano. Em conclusão, a atual formação da banda Armored Dawn conta com Eduardo Parras (vocal), Tiago de Moura, Heros Trench e Timo Kaarkoski (guitarras), Fernando Quesada (baixo), Rafael Agostino (teclado) e Rodrigo Oliveira (bateria).
The Lonely Night: Moby convoca Mark Lanegan e Kris Kristofferson

Com a faixa The Lonely Night, o pioneiro artista Moby oferece uma amostra irresistível de seu álbum de estreia no Deutsche Grammophon, Reprise. Em resumo, a música traz o ex-vocalista e compositor do Screaming Trees, Mark Lanegan, se unindo ao ator e lenda country, Kris Kristofferson. Aliás, suas vozes se misturam ao violão, piano, órgão e cordas para revelar perspectivas acústicas em uma das canções favoritas de Moby, The Lonely Night. A canção é um vislumbre do que se pode esperar do disco Reprise, que terá lançamento em 28 de maio. Contudo, a primeira colaboração de Moby com a Deutsche Grammophon também inclui versões revisitadas de sucessos como Go, Porcelain, Extreme Ways, Natural Blues e Why Does My Heart Feel So Bad?. Tanto o single quanto o álbum refletem o desejo de Moby de projetar emoções fortes e comunicá-las através do que ele descreve como “a simplicidade e vulnerabilidade que você pode alcançar com música acústica ou clássica”. Ademais, o álbum ainda conta com as participações de Gregory Porter, Víkingur Ólafsson, Skylar Gray, Amythyst Kiah, Jim James e da Budapest Art Orchestra. Em conclusão, vale destacar que o décimo nono disco da carreira de Moby surpreenderá muito aos fãs. Isso porque foge completamente da zona de conforto, algo que nunca combinou muito com o músico e produtor.
Ouça Love is Weird, prévia do álbum de estreia de Julia Michaels

Se preparando para o lançamento de seu álbum de estreia, a cantora e compositora Julia Michaels apresentou Love is Weird, a segunda canção do novo trabalho. Contudo, a nova canção mostra a cantora em algo mais intimista. No entanto, nada que os fãs já não estejam acostumados. Love is Weird mescla uma produção arejada e um violão suave, enquanto Julia delicadamente compara os relacionamentos com uma “operação para voltar ao jogo”, antes de admitir que: “O amor é estranho. Não sei como vim parar aqui…Ele aparece e desaparece”. Em resumo, esta hipnótica melodia destaca sua habilidade misteriosa de se sintonizar com emoção. Aliás, Julia também disponibilizou a pré-venda de seu disco, Not In Chronologial Order, com lançamento marcado para o próximo dia 30. Anteriormente, do novo trabalho de Julia Michaels, foram apresentadas as músicas All Your Exes e Lie Like This. Julia falou sobre o álbum. “Eu vi a tracklist do disco na minha cabeça. No início, muito de meu coração partido veio junto, até encontrar um novo amor no final. Essa é a trajetória deste álbum: Eu não estou mais chateada com o amor. Eu sei o que o amor é funcional e que estar apaixonado e hesitar por qual motivo esse amor pode parecer tão perfeito”.
Vocal do ZZ Top, Billy Gibbons apresenta Desert High; ouça!

Na última sexta-feira (16), foi apresentado Desert High, segundo single de Hardware, o novo álbum de Billy Gibbons, que tem previsão de lançamento para junho. A música, que será a última faixa do disco, é uma peça falada. Em síntese, acompanhada por uma guitarra que evoca a lenda Graham Parsons, cuja morte, há 48 anos, ocorreu perto de onde o disco foi gravado. O trabalho é o terceiro álbum solo do vocalista do ZZ Top, Billy Gibbons. Aliás, o álbum foi gravado no Escape Studio, no alto deserto da Califórnia, perto de Palm Springs. Em resumo, foi produzido por Gibbons, Matt Sorum e Mike Fiorentino, junto com o engenheiro Chad Shlosser. Contudo, sonoramente, o álbum foi influenciado pelas circunstâncias do deserto em que foi gravado, como revela Gibbons. “O cenário do deserto, repleto de areias movediças, cactos e cascavéis, é o tipo de pano de fundo que empresta um elemento de intriga refletido nos sons criados lá”.
Paul McCartney reinventa seu último álbum com nomes de peso

A legião de fãs de Paul McCartney ganhou uma trilha sonora pra lá de especial na última sexta-feira (16). O ex-Beatle acaba de lançar o álbum McCartney III Imagined em todas as plataformas digitais. Com 11 faixas, o compilado inclui remixes e covers de todas as 11 músicas presentes no disco McCartney III, divulgado em dezembro de 2020. Com curadoria pessoal do próprio Paul, McCartney III Imagined apresenta uma variedade de amigos, fãs e grandes conhecidos do público, como Josh Homme (Queens of the Stone Age), Ed O’Brien (Radiohead) e Damon Albarn (Gorillaz), entre outros, cada um reimaginando seus momentos favoritos de McCartney III em seus próprios estilos. O resultado é uma reinterpretação caleidoscópica, avaliado com precisão pela revista Rolling Stone como “uma inspiração para todos nós”. No dia em que foi anunciado, no início de março, o disco apresentou ao público, logo de cara, o primeiro single, Kiss Of Venus, interpretado por Dominic Fike, cantor, compositor e multi-instrumentista americano. A releitura de Dominic transformou a música em uma poderosa força retrô-futurista de R&B. O clipe do cover já ultrapassou a marca de 1 milhão de views. Além de Kiss Of Venus, as faixas Find My Way e Slidin, de Beck e EOB, respectivamente, também já haviam sido lançadas. Mais convidados Além de Dominic Fike, Beck, EOB, Josh Homme e Damon Albarn, o novo projeto de Paul McCartney também traz releituras assinadas por St. Vincent, Khruangbin, Blood Orange, Phoebe Bridgers, Anderson .Paak e 3D RDN. Na versão física do álbum, ainda há uma faixa extra, uma versão remix de Long Tailed Winter Bird, criada por Idris Elba. McCartney III é o terceiro álbum de uma trilogia de clássicos escritos, interpretados e produzidos por Paul, que liderou as paradas de álbuns em todo o mundo. O disco é um trabalho despojado, que marcou a abertura de uma nova década, na tradição de McCartney, dos anos 1970, e McCartney II, dos anos 1980. O disco McCartney III, lançado em 2020, foi inteiramente gravado durante o período de lockdown (ou “rockdown”), em Sussex, na Inglaterra, e traduz uma vasta e íntima variedade de modos e humores, da introspecção ao melancólico, do lúdico ao ruidoso e todos os pontos intermediários. O álbum é um trabalho intimista, autoproduzido e, muito literalmente, solo. Este foi o primeiro lançamento de Paul desde Egypt Station, compilado de 2018.
Finding Wildflowers (Alternate Versions) coloca luz em Tom Petty

Finding Wildflowers (Alternate Versions), mais recente oferta da música de Tom Petty, com curadoria feita com a ajuda da família do artista, chegou ao streaming. O álbum Finding Wildflowers (Alternate Versions) segue Wildflowers & All The Rest, que foi aclamado pela Rolling Stones e Variety. Na verdade, as canções em Finding Wildflowers (Alternate Versions) deram início ao processo de descoberta e curadoria para o grande projeto. Em resumo, Finding Wildflowers (Alternate Versions) apresenta 16 gravações de estúdio de takes alternativos, cortes longos e versões jam (de improviso) das músicas de Wildflowers enquanto Tom, os membros da banda e o co-produtor Rick Rubin trabalharam para finalizar o álbum em 1994. O lançamento oferece aos fãs um acesso mais profundo ao processo de gravação de Wildflowers, assim como a compreensão da visão completa do projeto. Aliás, a coletânea foi produzida por Ryan Ulyate, engenheiro e co-produtor de longa data de Tom. Em suma, ele ouviu 245 bobinas de 24 cartuchos, revelando o processo evolutivo de Tom e seus colaboradores. Posteriormente, descobrindo o grupo disposto a fazer o que fosse preciso para descobrir a essência e a magia do material.