Jack White revela Love Is Selfish, single de Entering Heaven Alive

Após anunciar uma longa turnê com quase 60 datas para a América do Norte e Europa, Jack White explora a sonoridade de um de seus dois novos álbuns de estúdio previstos para ainda este ano com o single Love Is Selfish. A canção faz parte do repertório de Entering Heaven Alive, a ser lançado no dia 22 de julho. Ela se une a Taking Me Back e Taking Me Back (Gently) como faixas reveladas. Por fim, Love is Selfish também ganhou um clipe dirigido pelo próprio artista. Fear of the Dawn está previsto para 8 de abril e Entering Heaven Alive, para 22 de julho. Anteriormente, no início da semana, o clima dos shows foi antecipado em um registro ao vivo da enérgica Taking Me Back. Aliás, a faixa abre o primeiro disco, apresentando sua nova banda. Esses são lançamentos da Third Man Records disponíveis para pré-venda. Um dos artistas mais inquietos dos últimos 25 anos, Jack White se tornou sinônimo de um novo modelo de rockstar do século 21. Em resumo, foi assim com seu projeto solo, The White Stripes, The Dead Weather e The Raconteurs. Ademais, guitarrista com sonoridade icônica, White une os tons do rock de garagem com o espírito do começo do blues. Suas melodias são entoadas em coro tanto nos principais festivais de música quanto em estádios esportivos como cânticos de torcidas.

Forgotten, segundo single do novo álbum do Korn, já está no streaming; ouça!

O Korn compartilhou, nesta sexta-feira (14), Forgotten, seu primeiro lançamento de 2022 e a segunda música de seu próximo álbum de estúdio, Requiem, que será lançado em 4 de fevereiro pela Loma Vista Recordings. Forgotten chega com um visualizer criado por EFFIXX, que fez os efeitos visuais no vídeo do primeiro single do álbum, Start The Healing, que foi dirigido por Tim Saccenti (Depeche Mode). Na última semana, Forgotten foi incitada através de easter eggs em toda a internet com diferentes ramificações da música escondidas em no site da banda, newsletter, YouTube, Instagram, TikTok e Makersplace em preparação para o lançamento do single. Por fim, Forgotten chega logo após o anúncio da turnê de 2022 do Korn, que começa em 4 de março e é produzida pela Live Nation. Aliás, o Korn será acompanhado por convidados muito especiais como Chevelle e Code Orange na turnê de 19 datas. Em resumo, Requiem é um álbum nascido do tempo e da capacidade de criar sem pressão. Energizada por um novo processo criativo livre de restrições de tempo, a banda foi capaz de fazer coisas com Requiem que as últimas duas décadas nem sempre lhes proporcionaram, como reservar um tempo adicional para experimentar juntos ou gravar em fita analógica – processos que revelaram dimensão sonora recém-descoberta e textura em sua música. KornRequiemLoma Vista Recordings4 de fevereiro, 2022 Forgotten Let the Dark Do the Rest Start The Healing Lost in the Grandeur Disconnect Hopeless and Beaten Penance to Sorrow My Confession Worst Is On Its Way

BNegão e Zé Bigode Orquestra lançam Eles Querem o Poder

Em seu último single antes de lançar o segundo disco, Clube da Fumaça, a Zé Bigode Orquestra convocou BNegão na canção e clipe Eles Querem o Poder. A canção é um hino de convocação para lutar contra os falsos messias e mercadores da fé que andam levando o Brasil para o abismo. O clipe foi gravado pelas ruas da Zona Portuária no Rio de Janeiro, passando por partes dos bairros da Leopoldina e da Zona Norte, mostrando uma parte da cidade que a mídia não vê. Com influências diretas do reggae e do dub, estilos oriundos da Jamaica, o instrumental da faixa é pesado, guiado quase que inteiramente pelo riff do baixo. “O baixo nessa faixa é como uma pedra fundamental, todo o resto da música é baseado nesse grave do riff”, conta Daniel Bento, baixista do grupo. Se no single anterior, Maria Navalha, a banda saúda a rua e suas entidades, em Eles querem o poder, a Orquestra fala sobre manter-se firme e não se deixar levar por pessoas que usam a religião como forma de dominação e poder político. “Os versos são curtos e diretos, a ideia é ser uma mensagem direta ao córtex do ouvinte”, detalha José Roberto, autor da letra e da música. Com um groove feito para dançar, marcado e com um swing convidativo para se mexer, a ideia da música (e do próximo disco como um todo), é o famoso “rebolar com a mão na consciência”. Refletir sobre o mundo em que vivemos, porém sem deixar de dançar e contestar as injustiças que vivenciamos. Zé Bigode Orquestra é Vila Isabel e Andaraí, é Complexo da Maré, Lapa, Laranjeiras e Freguesia, é um pouco de um Rio de Janeiro que ainda tenta ser mágico e diverso transformando as frequências sonoras em reggae, afrobeat e fumaça. Seu álbum de estreia foi Fluxo, lançado em 2017, e sucedido pelos singles Amalá Adubaba (2019), Tikulafe (2020), América do Sul (2021) e Maria Navalha (2021). Com quase 30 anos de carreira, BNegão (Planet Hemp) adiciona toda a sua vivência para a canção, a sua voz inconfundível é quem lança a mensagem final e derradeira antes do fim catártico. A ideia do single é acordar a sociedade anestesiada, que se apega a discursos rasos e sem ação. O single Eles Querem o Poder foi escrito por José Roberto Rocha e traz participação do Bnegão. A mixagem e masterização ficaram por conta de Tércio Marques, com produção de Pedro Guinu. Os arranjos dos metais são de José Roberto e Victor Lemos. Participaram da faixa os músicos: Luana Karoo (voz), José Roberto Rocha (guitarra), Daniel Bento (baixo), Pedro Petrutes (hammond/synth), Eric Brandão (bateria), Thiago Garcia (trompete), Victor Lemos (sax tenor) e Victor Hugo (percussão). Também participaram como músicos convidados Breno Hirata (sax barítono), Rodrigo Maré (percussão) e Pedro Guinu (moog e efeitos).

A Banda dos Corações Partidos lamenta e canta sobre desencontros no amor em Incolor

O desamor é pálido e, se fosse possível mensurá-lo, certamente seria um vazio. Neste contexto, um desencontro amoroso ou um amor não correspondido, para o quinteto sergipano A Banda dos Corações Partidos, é ainda incolor, o adjetivo que dá nome ao single já disponível nas plataformas digitais. Incolor, produzida por Alex Sant’Ana, Leo Airplane e Diane Veloso, é um lançamento do selo Badalando Play. Esta é a primeira composição do experiente Luno Torres (ex-Plástico Lunar e agora também em carreira solo) na Corações. É música de fossa, com uma eloquente carga dramática que cresce e dilacera ao decorrer dos quase três minutos da canção. Incolor escancara a MPB fossa como a proposta mestre da Banda dos Corações Partidos, sem medo algum de ‘enfiar o pé na lama’ quando o assunto é se entregar profundamente ao amor, mesmo que seja para sofrer. Entre acordes vagarosos e ritmos cambaleantes, o instrumental sustenta o canto performático de Diane Veloso sobre o momento em que a pessoa precisa encarar o fim de um relacionamento – ou a ausência dele, isso fica por conta de como o ouvinte direciona seu lamento. Incolor é a segunda amostra do segundo álbum da banda, já intitulado Canções de Ódio, Abandono e Ressentimento – o primeiro single foi O Peso do Mundo é o Amor. São 12 faixas e está programado para chegar ao streaming no dia 4 de fevereiro. O single, assim como o disco, foi viabilizado pela Lei Aldir Blanc de apoio à cultura.

Muse retorna com o single Won’t Stand Down

A banda de rock inglesa Muse retornou com a canção Won’t Stand Down, estreia via Warner Records. Produzida pelo Muse e mixada por Dan Lancaster (Bring Me The Horizon), Won’t Stand Down é um hino sobre o caos controlado, daqueles feitos para as multidões cantarem nos shows. Em resumo, o som conta com guitarras pesadas e distorções no estilo industrial amplificadas pelas letras matadoras de Bellamy, que versam sobre tomar de volta o poder. “Won’t Stand Down é uma música sobre enfrentar os valentões, seja na escola, no trabalho ou em qualquer outro lugar, diz Matt Bellamy. “Se proteger da coerção e da manipulação sociopata e combater as diferenças com força, confiança e agressão”. Hoje, a banda também compartilha o vídeo da nova música. Dirigido pelo premiado cineasta Jared Hogan (girl in red, Joji), o clipe foi filmado em Kiev, na Ucrânia, com um visual que apresenta uma frágil e misteriosa figura que suga a energia coletiva de um exército sombrio para se transformar em um ser aumentado. Além dessa novidade, a banda está com um calendário fechado para performances em festivais europeus, passando por Alemanha, Áustria, Itália, Inglaterra, Hungria, Dinamarca, Espanha, Grécia, Suíça e França, entre os meses de junho e julho deste ano.

Jack White libera versão ao vivo de single que estará em um dos seus álbuns novos

Jack White se prepara para voltar aos palcos com grandes novidades para este ano. Ele fará uma longa turnê denominada The Supply Chains Issues Tour com quase 60 datas anunciadas para a América do Norte e Europa. Aliás, tudo isso em meio ao lançamento de dois álbuns de estúdio. Fear of the Dawn está previsto para 8 de abril e Entering Heaven Alive, para 22 de julho. O clima dos shows e dos álbuns foi antecipado em um registro ao vivo da enérgica Taking Me Back, que abre o primeiro disco, apresentando sua nova banda. Esses são lançamentos da Third Man Records disponíveis para pré-venda. Um dos artistas mais inquietos dos últimos 25 anos e vencedor de 12 Grammys, Jack White se tornou sinônimo de um novo modelo de rockstar do século 21. Em resumo, foi assim com seu projeto solo, The White Stripes, The Dead Weather e The Raconteurs. Guitarrista com sonoridade icônica, White une os tons do rock de garagem com o espírito do começo do blues. Suas melodias são entoadas em coro tanto nos principais festivais de música quanto em estádios esportivos como cânticos de torcidas. Confira abaixo o vídeo de Taking Me Back, na versão ao vivo.

The Smile, novo projeto de Thom Yorke e Jonny Greenwood, estreia com single

The Smile, o novo grupo formado por Thom Yorke e Jonny Greenwood do Radiohead e Tom Skinner do Sons Of Kemet, revelou seu single de estreia You Will Never Work In Television Again. A faixa, que já está disponível acompanhada por um lyric video (dirigido por Duncan Loudon), foi ouvida pela primeira vez no show secreto da banda como parte do Glastonbury do ano passado, Live At Worthy Farm. É o primeiro lançamento oficial de The Smile, produzido por Nigel Godrich. The Smile fará três shows consecutivos em um período de 24 horas na Magazine London nos dias 29 e 30 de janeiro. Apresentando-se para um público sentado por rodada, as três apresentações também serão transmitidas em tempo real via livestream. As apresentações reúnem um show ao vivo, a livestream e um filme, gravados pelo premiado diretor Paul Dugdale (The Rolling Stones, Adele, Paul McCartney) e produzidos por Driift. Qualquer pessoa pode participar do show via livestream de qualquer lugar do mundo, no horário mais adequado. Os horários do show são os seguintes: Primeira transmissão: Brasília – 17h do sábado / Londres – 20h sáb. / Nova York – 15h sáb. / Los Angeles – 12h sáb. / Sydney – 7h dom. / Tóquio – 5h dom. Segunda transmissão: Brasília – 22h do sábado / Londres – 1h dom. / Nova York – 20h sáb. / Los Angeles – 17h sáb. / Sydney – 12h dom. / Tóquio – 10h dom. Terceira transmissão: Brasília – 8h do domingo / Londres – 11h dom. / Nova York – 6h dom. / Los Angeles – 3h dom. / Sydney – 22h dom. / Tóquio – 20h dom. As três transmissões também estarão disponíveis para quem comprar os ingressos com replays ilimitados por 48 horas a partir das 11h (horário de Brasília) de 30 de janeiro. Os ingressos para a transmissão e ao vivo estão disponíveis para venda geral a partir de 7 de janeiro às 6h (Brasília) via Driift – detalhes abaixo. Links para os ingressosIn locoTransmissão ao vivo

Folk e solos de guitarra em novo clipe de Lucas Brenelli

A única canção em inglês do novo álbum do Lucas Brenelli, The Train, foi a escolhida para tornar-se um dos singles que antecipa o clima multigênero do disco. Com uma pegada folk, esta é a segunda música de trabalho do disco, sucedendo a faixa Quem Tem Que Saber Sou Eu. Com aspectos niilistas, a letra fala de uma salvação que vem por meio da morte, representada pelo trem. “A inspiração da composição foi a nostalgia com aspectos suicidas, de se aliviar para que o trem (representando a morte) não te convide para ser um passageiro. Essa música é de gênero folk/rock e ao comparar com o single anterior possui uma sonoridade um pouco destoante, porém, que fala com todas as outras canções do álbum. O clipe foi gravado em Salto (SP) e na cena que o trem passa nas minhas costas, a centímetros de distância, eu realmente estou ali tocando violão. Quase embarquei no trem (risos)”, relembra Lucas Brenelli. Músico desde os 15 anos, Lucas Brenelli teve sua estreia em 2016 com o single Flores Brancas, e desde então produziu os EPs Espírito Sólido (2017) e Interno – #1 sessão (2019). Atualmente se prepara para o lançamento do seu álbum de estreia, Avenida Lírica, que será lançado no próximo mês. As influências musicais do cantor e compositor passam por nomes como Caetano Veloso, Lenine, Chico César, Cássia Eller, Cazuza, e até mesmo, o poeta Leminski. Além de artistas como John Mayer, Nina Simone, Jeff Buckley, The Beatles, The Doors, entre outros. O single The Train conta com letra, música de Lucas Brenelli que também cantou e tocou violão na faixa. Acompanharam os músicos Gustavo Paschoalin (guitarra), Bruno Carlini (baixo) e Victor Rodrigues (bateria). A música tem arranjo de Lucas Brenelli e Bruxos do Asfalto, já a produção e mixagem é de Bruno Carlini e Lucas Brenelli. A masterização é de Fepa (Rockambole). O clipe de The Train contou com direção de Gabriel Napolitano, que colaborou no roteiro junto a Lucas Brenelli. O vídeo trouxe a atuação de Ana Claúdia (@bombacerejinha) e a fotografia é de Vitor Buchberger. Já a edição e finalização ficou por conta de Nicole Bello. Os stills são de Gabriel Napolitano.

Fernando Ceah lança single O Azul; ouça!

Na sua caminhada rumo ao lançamento do primeiro álbum solo, o experiente cantor Fernando Ceah (um dos fundadores e músicos da banda Vento Motivo) solta o segundo single O Azul, uma ensolarada canção pop que fala de resiliência e positividade. O Azul foi gravada nos Estúdios Curumim com produção de Vini Merola e chega às plataformas digitais pelos selos Curumim Records e Orangeira Music, o primeiro dessa nova parceria.Com clima de verão, O Azul flutua entre o pop rock e nuances de MPB como sonoridade à carga poética da música do compositor Ciro Pessoa, membro fundador dos Titãs e que faleceu em 2020. A letra relata um desencontro amoroso de forma lúdica, sem dor nem sofrimento, mas com emoção, resiliência e positividade. O Azul é uma composição quase inédita de Ciro, gravada originalmente por ele em 1996, mas nunca lançada. A música só veio a público em 2019, quando a Curumim Records disponibilizou todo o catálogo do Ciro nas plataformas. Ceah conta que foi o próprio Ciro que sugeriu a Fernando gravar O Azul. “Ele me disse, olha essa música. Eu nunca trabalhei ela, e é a sua cara. Queria que você a gravasse do seu jeito”. A bateria e baixo bem casados dão o molho certo para a batida do violão que embala esta interpretação sincera e emocionada de Fernando Ceah, que chega acompanhada de um belo clipe produzido por Isabelle Andrade, traduzindo em imagens reais as fotografias poéticas do eterno Ciro Pessoa.