Fábio Figueiredo, ex-vocal do John Wayne, morre aos 34, vítima da covid-19

Fábio Figueiredo, ex-vocalista da banda paulistana John Wayne, morreu neste domingo, aos 34 anos, vítima de complicações da covid-19. Em suma, o músico, que sofria de diabetes, foi infectado pelo vírus recentemente. Posteriormente, a situação evoluiu para um quadro de pneumonia e tuberculose. No entanto, apesar do momento delicado, o ex-integrante do John Wayne, um das bandas mais festejadas do underground nacional, chegou a ter alta do hospital, após uma forte melhora. Logo em seguida, de volta ao trabalho, ele voltou a sentir sintomas e não resistiu. Nas redes sociais, o perfil da banda John Wayne colocou uma linda nota de despedida. Nota oficial: é com imensa tristeza e dor que comunicamos, que o Fah, nosso amigo, primeiro vocalista e eterno irmão… Publicado por JohnWayne em Domingo, 31 de janeiro de 2021
Genocidal Humanoidz, do System of a Down, ganha videoclipe poderoso

O System of a Down compartilhou um videoclipe com o objetivo de arrecadar recursos para soldados armênios feridos durante conflito do país com o Azerbaijão. No sábado (30), os roqueiros armênio-americanos liberaram o vídeo de Genocidal Humanoidz. Em resumo, é uma das duas novas canções lançadas em novembro passado em resposta a uma guerra na região conhecida como Nagorno-Karabakh. Aliás, a produção audiovisual foi lançada durante uma transmissão ao vivo de um evento de arrecadação de fundos no canal oficial da banda no YouTube. Co-dirigido pelo baixista do SOAD, Shavo Odadjian, e Adam Mason, da Deep Sky Animation, o vídeo apresenta uma mistura de uma intensa performance ao vivo com animação em preto e branco. A produção mostra um menino navegando em sua terra natal devastada pela guerra enquanto luta contra os demônios que invadiram. A transmissão ao vivo do SOAD arrecadou quase US$ 257.000, com a receita destinada à reabilitação de soldados armênios e voluntários que precisam de próteses de membros como resultado do conflito. Os fundos também ajudarão a fornecer terapia a laser para pessoas queimadas por armas químicas. Anteriormente, o conflito reacendido no ano passado entre a Armênia e o Azerbaijão fez com que o SOAD levantasse suas vozes em apoio à sua terra natal, abandonando simultaneamente Genocidal Humanoidz e Protect the Land, a primeira música nova do grupo em 15 anos. As faixas de caridade já levantaram mais de US$ 600.000 para o Fundo Armênia.
Guitarrista do The Animals, Hilton Valentine morre aos 77 anos

O guitarrista da formação original do The Animals, Hilton Valentine, morreu na sexta-feira (29), aos 77 anos. A causa do óbito não foi revelada. Valentine começou sua carreira com a banda The Wildcats. Contudo, sua forma de tocar atraiu o interesse de Chas Chandler, Alan Price e Eric Burdon, que o recrutaram para se juntar ao seu novo grupo The Animals, em 1963. Aliás, sua adição mais a do baterista John Steel completaram a formação original de uma das maiores bandas da história. O músico permaneceu com o grupo até 1966, quando uma nova formação foi lançada sob o nome de Eric Burdon and the Animals. Em resumo, os grandes momentos de Valentine com o Animals foram nos singles House of the Rising Sun, I’m Crying, Don’t Let Me Be Misundersained e We Gotta Get Outta This Place. Posteriormente, o guitarrista fez parte de várias reuniões com o grupo, antes de sair definitivamente em 2001. Como artista solo, lançou alguns discos. Logo depois, passou a gravar alguns trabalhos com a banda Skiffledog.
O Preço, de Christian Targa, anuncia compacto sete polegadas

Após um potente disco de estreia em 2019 (homônimo, em CD e LP), o quarteto paulista O Preço, cujo guitarrista é Christian Targa (Gordo), um dos compositores e guitarrista do Blind Pigs, retorna em 2021 para entrar na linha de frente do punk rock nacional, com lançamento de disco e clipe já em fevereiro. Aliás, por falar em Blind Pigs, tem música inédita da banda no streaming, Not Dead Yet. Em resumo, é a prévia do vindouro álbum Lights Out, com oito músicas nunca antes lançadas, gravadas entre 2013 e 2015. Edição limitada, numerada, de apenas 250 cópias. É um começo de ano com muitas novidades. Logo mais, dia 20 de fevereiro, O Preço lança Sonhos da Televisão, compacto 7’’ em edição limitada com duas músicas. Três selos estão envolvidos neste lançamento: Detona Records (@detonarecordsbrasil), Vertigem Discos (@vertigemdiscos) e Neves Records (@nevesrecords). Também no dia 20 de fevereiro, às 20h, O Preço participa de uma live na Mutante Rádio. Será a primeira Superlive Mutante & Bode Preto, com transmissão pelo canal da banda no Youtube (Opreçopunkrock) e também na página da Mutante no Facebook (mutanteradiorock). Ademais, a banda acaba de entrar na capa da poderosa playlist Punk Rock Brasuca, uma das mais acessadas do gênero no Spotify, com a música Estupidez Humana.
Blind Pigs de volta? Ouça Not Dead Yet, faixa inédita

Nesta terça-feira (26), a banda punk paulistana Blind Pigs, que encerrou suas atividades em 2016, divulgou um novo single. Not Dead Yet faz parte do álbum Lights Out, já em pré-venda em CD e vinil 10”, com lançamento previsto para 26 de fevereiro. Em resumo, Not Dead Yet traz o Blind Pigs de volta às origens com um som punk 77 composto pelo guitarrista Christian Targa, conhecido como Gordo. “É uma música com uma pegada bem experimental, estávamos nesse pique de variar tons e notas”, diz Gordo. A letra em inglês foi escrita pelo vocalista Henrike Baliú. “Curiosamente a letra de Not Dead Yet, cujo título pode ser traduzido livremente para Ainda Não Estamos Mortos, foi escrita em uma fase de amor e ódio pela banda. Naquela época o Blind Pigs era tudo para mim, mas as dores de cabeça começaram a ser mais frequentes que os momentos prazerosos. Hoje penso como é irônico que o ‘novo’ single do disco póstumo seja uma música com esse nome”, revela o vocalista. Além do single, o álbum Lights Out apresenta mais sete faixas. Henrike diz estar animado, uma vez que sempre quis ver essas músicas lançadas. “Espero que a Legião de Inconformados goste, porque esse disco é um tributo a eles, eles mereciam escutar o último testamento dos porcos cegos”, completa. Aliás, garanta a sua cópia de Lights Out em CD e vinil na pré-venda no site da HBB.
Gal Costa apresenta seus duetos com Silva e António Zambujo

Na sexta-feira (22), foram revelados os dois últimos singles do novo álbum de Gal Costa, que vem sendo lançado desde 13 de novembro de 2020. Com o título provisório de Gal 75, o álbum traz novas leituras para canções que marcam a discografia de Gal Costa. Todos os dez singles serão lançados como álbum digital nos aplicativos de música em 12 de fevereiro, junto com o CD físico, pela Biscoito Fino. O projeto também será editado em vinil. Até aqui já foram revelados os duetos com Rodrigo Amarante, Zeca Veloso, Seu Jorge, Zé Ibarra, Rubel, Jorge Drexler, Criolo e Tim Bernardes. Os convidados que completam o repertório são Silva e o cantor português António Zambujo. Gal Costa admira há tempos a voz de António Zambujo. Aliás, além de apaixonado pela música brasileira, tem em comum com a cantora a adoração por João Gilberto. Ademais, seguindo a máxima do mestre da bossa nova de fazer da voz um instrumento, Zambujo já se apresentou diversas vezes no Brasil. Também dedicou o álbum Até Pensei Que Fosse Minha às canções de Chico Buarque, criando novos arranjos para clássicos do compositor. Sobre o dueto com Gal Costa em Pois é, de Tom Jobim e Chico Buarque, gravada originalmente no álbum Água viva (1978), António Zambujo vibrou. “Cantar com a Gal é cantar com uma lenda! Um sonho tornado agora realidade, cantando uma música de Tom! Melhor impossível!”. Parceria com Silva Com Silva, Gal já havia dividido o palco, pouco antes do recesso imposto pela pandemia, na apresentação do show A Pele do Futuro na Concha Acústica de Salvador, em fevereiro de 2020. Reconhecido pela originalidade que imprime à música pop e à MPB, Silva já tem parcerias com artistas como Marisa Monte, Anitta, Lulu Santos e Ivete Sangalo. “Se alguém me dissesse que um dia eu cantaria Caymmi com Gal, eu provavelmente não acreditaria. Foi uma honra cantar Só Louco, uma das canções mais bonitas da música brasileira, com uma das minhas vozes prediletas no mundo”, comentou Silva sobre a nova versão da canção lançada no emblemático álbum “Gal canta Caymmi”, de 1976. Contudo, por terem sido produzidas no ano passado, em meio à pandemia, as faixas foram gravadas em seis cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Lisboa, Madri, Los Angeles e Vitória.
No clima do verão, Carol & Vitoria e RESENHV se unem em parceria inédita

Endossado sob o guarda-chuva da Hitmaker, o projeto Hit Label Sessions traz em sua primeira edição uma mistura inusitada. O discurso ensolarado da dupla Carol & Vitoria abraça o flow carioca do trio RESENHV dando origem ao single Meu Quintal, que acaba de chegar aos apps de música. Aliás, a união destes universos numa mesma faixa foi bastante natural, gerada a partir de um encontro despretensioso. “Em dezembro do ano passado fizemos uma semana de imersão nos estúdios da Hitmaker. Conseguimos finalizar as gravações antes do planejado, o que acabou abrindo espaço para uma sessão extra com o RESENHV”, conta Carol. Enquanto Vitoria, a outra metade da dupla, complementa. “Amores, flores, rimas rápidas e melodias que são a cara do verão dão uma cara especial pra Meu Quintal. Eu diria que a música é o meio do caminho entre Carol & Vitoria e RESENHV”. Na produção musical, a Hitmaker, dona de grandes sucessos nas vozes de Anitta, Ludmilla e Luisa Sonza mostra sua versatilidade na montagem da canção. De acordo com Pedro Breder, integrante da produtora, a música foi composta numa energia surreal, com instrumentos que remetem ao clima de luau, numa atmosfera bem carioca. “Inserimos alguns momentos de samba e funk pra estampar a cara do Rio de Janeiro. O romantismo da letra uniu as duas tribos com muita naturalidade”. Donas de hits digitais como Jura Juradinho e Eu Tô Gostando de um menino aí, que já somam a impressionante marca de 25 milhões de streamings no Spotify, as irmãs Carol e Vitoria Marcilio se preparam para um ano repleto de lançamentos. Em resumo, singles mensais, colaborações e clipes divertidos.
Nunca Fomos Tão Lindos apresenta Tô Negativado, inspirado na sonoridade do Pará

Nunca Fomos Tão Lindos, projeto do gaúcho Frank Jorge e do carioca Kassin, lança Tô Negativado. Em resumo, um divertido brega que compara a busca para conquistar um amor com a tentativa de limpar o nome na praça. Este é o segundo lançamento do álbum Nunca Fomos Tão Lindos, que será apresentado para o público no primeiro semestre deste ano. “Em alguma medida, a vida de todos nós gira em torno destes dois eixos: nossas relações afetivas e a subsistência. A música é uma linguagem artística que nos proporciona esta leitura crítica sobre as coisas, sobre a vida, sem deixar de utilizar o humor”, explica Frank. Tô Negativado tem uma forte influência da sonoridade de Belém do Pará. “A música brega fala sobre romances, encontros, desencontros, amores, paixões, assim como relatos sobre o lado trágico da vida em letras que abordam suas mazelas, gerando por vezes um efeito cômico pelo inusitado da situação descrita”, completa. Nunca Fomos Tão Lindos foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul. Aliás, no Estado, a plataforma já ofereceu recursos para mais de 30 projetos até 2019, como Filipe Catto, Bloco da Laje, Borguetti e Yamandu.
Badauí busca inspiração em relacionamento no single novo do CPM 22; Ouça 2014

O vocalista Badauí encontrou inspiração em seu relacionamento para compor a letra de 2014, single do CPM 22 que chegou às plataformas na sexta (22). “2014 conta um pouco da trajetória desde a primeira vez que vi minha mulher em uma rede social, quando tentei um contato e acabou não rolando resposta (ainda em 2014), até o momento em que saímos pela primeira vez já em 2016. É uma letra pessoal mas que retrata situações que acontecem com todo mundo, mesmo com suas diferenças e detalhes”, conta o vocalista. Aliás, a faixa traz influências de No Use for a Name, Pulley, Bouncing Souls. É “rápida, melódica e com alma, características que estão enraizadas na identidade do CPM22” nesses 25 anos de carreira. “A música 2014 foi composta pelo Phill e combina demais com o clima da letra e da melodia. Escrevi sobre uma história real, que traz um sentimento muito forte e muito importante pra mim”, completa Badauí. “O Badauí me mandou as primeiras gravações de voz para essa música no início da pandemia, em agosto retomamos o trabalho e fizemos algumas mudanças para trazer um pouco mais para o universo do CPM”, diz Luciano. E finaliza, “assim como nas últimas músicas que lançamos, eu e o Phil trabalhamos juntos na criação dos arranjos, mas como antes eu fazia os arranjos sozinhos, dessa vez eu gravei as bases e ele os arranjos para não ficar mais do mesmo”. Ademais, a produção de 2014 ficou a cargo dos guitarristas Luciano Garcia e Phil Fargnoli. Enquanto a gravação e mixagem aconteceu, respectivamente, nos estúdios Estúdio 44, em São Paulo, e no Estúdio Sunrise Music, em Araraquara. A masterização é assinada por Ali Zaher.