Aline Happ lança versão para hit do Aerosmith

Presente em festas de casamentos, declarações de amor e eventos românticos em geral, a canção I Don’t Want to Miss a Thing, do Aerosmith, é uma daquelas músicas que todos conhecem e adoram. Agora o hit ganha uma versão classical crossover acústica na voz de Aline Happ. “Esta é uma bela canção de amor apresentada no filme Armageddon, lançado em 1998. Originalmente é uma balada de rock, mas eu queria dar um toque mais introspectivo, então usei elementos como teclados, harpa e violoncelo. Então apresento uma versão diferente com vocais femininos e elementos clássicos! Essa música é muito emocionante e não apenas a versão original do Aerosmith, mas também a versão do Boyce Avenue, que me fizeram querer gravar esse cover. O mundo precisa de emoções positivas e espero que essa música faça as pessoas se sentirem bem”, declara Aline Happ. O single I Don’t Want to Miss a Thing foi criado especialmente para a trilha sonora do filme Armageddon, e foi a primeira música do Aerosmith a estrear em primeiro lugar no hot 100 da Billboard, além de ter sido indicada ao Oscar. Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do rock e do metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado ainda neste ano. Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, Catharsis (2014) e Immersion (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras, além de transmitir shows online com venda de ingressos para o mundo todo.

Claudia Castelo Branco lança seu primeiro álbum solo

Claudia Castelo Branco está lançando seu álbum Cantada Carioca. As 11 faixas foram gravadas durante o isolamento social da pandemia do covid em agosto de 2020. Com a exceção da mixagem e masterização, tudo foi feito em casa, pela artista, inclusive a foto da capa. Esse projeto foi aprovado pelo Edital Cultura Presente nas Redes, da Secretaria de Cultura do RJ. Aliás, esse é o primeiro disco solo da artista, que já lançou cinco álbuns com o Duo Gisbranco (parceria com Bianca Gismonti) e um em parceria com Marcos Campello em 2016. Todo o projeto é bastante minimalista, refletindo as possibilidades de gravação em casa durante o momento de isolamento social extremo da pandemia. O projeto de gravar compositoras também foi motivado pela divulgação dos dados que comprovaram uma sobrecarga de trabalho muito maior para as mulheres e uma alta taxa de violência doméstica durante a pandemia. Em cada faixa, Claudia interpreta uma canção de uma compositora carioca da MPB contemporânea. Nomes como Ilessi, Elisa Fernandes, Bianca Gismonti, Gabi Buarque e Suely Mesquita ganham versões inéditas em piano e voz. Compositora, pianista e cantora, Claudia Castelo Branco (RJ) completou 20 anos de carreira esse ano. Com o Duo Gisbranco, ao lado de Bianca Gismonti, ganhou o Prêmio Profissionais da Música na categoria Arranjadora, lançou cinco álbuns e se apresentou em diversos países como França, Portugal, Espanha, Turquia, Canadá, Holanda e Irlanda. Os últimos trabalhos do dueto foram o CD Pássaros, de composições autorais em parceria com Chico Cesar e Bruta flor, com Júlia Vargas. Lançou em 2016 o CD também autoral Você na Nuvem em parceria com Marcos Campello. Faz parte do coletivo de cantautores Selva Lírica, ao lado de Ilessi, Demarca e Thiago Thiago de Mello. Também atuou como compositora e diretora musical dos espetáculos SAIA e Um palco para Narcisa, dirigidos por Joana Lebreiro. Integra os espetáculos Você corta um verso, eu escrevo outro e O som da Palavra, ambos com o grupo MPB4, com quem lançou dois singles em 2020: Gota D’Água e Maria Maria. É Bacharel em Piano (UFRJ) e Mestre em Composição (UNIRIO).

Entrevista | Zakk Wylde (Black Label Society) – “O mundo voltará ao normal”

O Black Label Society está de volta! Nesta sexta-feira (26), a banda de Zakk Wylde lançou o seu décimo primeiro álbum de estúdio, Doom Crew Inc. O sucessor de Grimmest Hits (2018) conta com 12 faixas, que soam como um tributo ao “primeiro a sangrar, o último a sair” da banda. E com guitarras ainda mais técnicas de Zakk. Em resumo, as canções são odes à celebração e luto, as trilhas sonoras de noites de júbilo e dias confusos, gravadas no estúdio caseiro de Zakk, o Vaticano Negro. Neste álbum, Zakk troca solos e partes de guitarras gêmeas com Dario Lorina, apoiado pelo estrondo do baixista de longa data, John “J.D.” DeServio, e o poderoso baterista Jeff Fabb. Zakk conversou com o Blog n’ Roll via Zoom e explicou mais sobre o conceito do álbum, além de algumas histórias curiosas de sua carreira. O quão diferente foi gravar Doom Crew Inc.? Como foi o processo de criação dessas canções? Não foi diferente de fazer qualquer um dos outros álbuns. Quero dizer, minha esposa me disse que teríamos cerca de um mês antes dos caras chegarem para a gravação, então simplesmente comecei a trabalhar. Fui para a academia, liguei meu amplificador, comecei a escrever… Quero dizer, basta você se inspirar e começar a escrever, sabe. Não foi diferente. Gosto de passear com os cachorros à noite e ouvir música. Enquanto estou andando com eles se eu ouvir algo suave e me inspirar, me sento atrás do piano, começo a escrever e então temos outra música. Algumas faixas surgiram assim na minha carreira, como Farewell Ballad. Essa escrevi quando estava trabalhando para uma revista de guitarras. Eu estava fazendo uma peça solo, então escrevi essa progressão, e isso se tornou a Farewell Ballad. Foi assim que as coisas aconteceram nesse álbum também. Mas, quero dizer, no que diz respeito à gravação do álbum, eu fiz todas as guitarras antes mesmo dos caras chegarem. Todas as guitarras que você ouve já estavam prontas antes mesmo dos caras colocarem a bateria e o baixo. Você chegou a declarar que o “novo álbum é um álbum de duas guitarras, guitarras gêmeas, algo como Allman Brothers ou Judas Priest”. Qual é o tamanho do peso dessas guitarras em Doom Crew Inc.? Só acho que dá outro sabor à sopa, sabe? E o Dario (Lorina) é demais. Ele é um guitarrista incrível e também toca piano … podemos dizer que ele lava pratos, ele lava roupa, ele na verdade faz uma batata com frango incrível, ele é demais. Set Your Free foi o primeiro single revelado por vocês do Doom Crew Inc. E o videoclipe é algo muito nonsense. Queria que você comentasse um pouco sobre essa produção. Qual foi a ideia da produção? Bem, Justin Rick, que é nosso diretor de vídeo, está conosco desde 2014. Ele é a base da banda, o diretor da Black Label Society, então eu disse: “sigam o Justin”. Eu só queria fazer um vídeo que capturasse meu baile de formatura, em 1985, na Jackson Memorial High School, em Nova Jersey. Então, basicamente foi isso. Estávamos vestidos como a banda, e a única coisa diferente foi que colocamos ela em preto e branco, mas no que diz respeito aos sais de banho e os caras rasgando os testículos no final do vídeo… aconteceu tudo isso, eu estava lá. Chorei da primeira vez, e quando vi esse vídeo, chorei de novo (risos). Doom Crew Inc. é a trilha para a retomada da vida após esse período de isolamento social? Oh, é isso. Ou algumas pessoas vão ouvi-lo e dizer: “este álbum é tão terrível que nem quero mais estar aqui. Só quero acabar com tudo” (risos). Não, quero dizer, porque as pessoas falam sobre a influência da pandemia ou sei lá o quê. Mas, para mim teve um lado bom. Finalmente tive a chance de passar um tempo de qualidade com minha família, sabe? Isso é o que eu recebi durante a pandemia. Passear com meus cachorros, passar tempo com minha família, pegar meu filho na escola e depois ir para suas aulas extras, e ser capaz de fazer coisas que normalmente não faço, porque estou na estrada o tempo todo, então quando estou em casa são as férias. Eu realmente aproveitei meu tempo em casa. Esperançosamente, em breve, o mundo voltará ao normal. Vamos chutar o traseiro e todo mundo vai se divertir, ir para shows e fazer coisas que amamos fazer. O que você escutou nesse período que ficou mais em casa? Escuto tudo. Ouço Allan Holdsworth, orquestra, Robin Trower… Eu também ouço estações de rádio, onde você conhece todos esses artistas incríveis que você nunca ouviria. Mas ouço de tudo, desde Flock of Seagulls à orquestra Maha Vishnu, Joe Pass, Scott Henderson, Steve Morris, The Drags… você sabe, apenas ouço um monte de coisas assim. E, claro, todos os meus discos de rock clássico que adoro, como Zeppelin, Sabbath e Elton John. Ouço quase tudo! Animado para voltar a estrada? Brasil está no radar do Black Label Society? Sim, sem dúvida, se pudermos tocar no Brasil será ótimo. Acabei de ver que o Guns n’Roses cancelou um monte de shows no México ou algo assim, então não sei como será. Mas se tudo estiver aberto, é claro que vamos tocar aí. Faremos o Hell Fest na Europa, isso é certo. Se as coisas não forem canceladas, nós vamos tocar, e estamos empolgados para isso. E como ficam seus projetos paralelos? Pretende retomar algum deles? Estou focado apenas na Black Label Society agora. Nós apenas fizemos este álbum e então fizemos vários vídeos para isso. Agora, estamos nos preparando para os ensaios da Black Label, acho que temos Paul Abdul vindo para trabalhar conosco em novos movimentos de dança para a nova turnê. Já temos shows marcados para 1 de outubro a 22 de novembro. E temos um de Natal, em 26 de dezembro, e outro na véspera de ano novo, no Arizona. Estou ansioso por tudo isso. Recentemente,

Entrevista | The Driver Era – “Música é só um reflexo do que está acontecendo”

Formado pelos irmãos Ross e Rocky Lynch, o duo The Driver Era lançou, recentemente, Girlfriend, seu aguardado segundo álbum de estúdio. Aliás, o sucessor do disco de estreia é mais experimental, passando por gêneros como o R&B e o pop. Ross, aliás, é conhecido também pelo seu trabalho como ator. Se destacou nas séries Austin & Ally (Disney) e O Mundo Sombrio de Sabrina (Netflix), onde interpretou Harvey Kinkle. The Driver Era, aliás, tem data agendada no Brasil. A dupla remarcou seu show para 21 de maio de 2022, no Cine Joia (Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade), em São Paulo. Os ingressos estão à venda e custam R$ 130,00 (meia) e R$ 260,00 (inteira), no site da Livepass. A dupla The Driver Era conversou com o Blog n’ Roll sobre o lançamento de Girlfriend e comentou como é trabalhar em família. Confira abaixo. Girlfriend é um álbum inteiramente produzido por vocês. Quais são as vantagens de trabalhar dessa forma? Se sentiram mais confiantes para fazer isso no segundo álbum? ROSS: Tem muitas vantagens… ROCKY: A principal vantagem é que, com certeza, você pode fazer o que você quiser. As possibilidades são infinitas. ROSS: É um ambiente completamente livre, obviamente nós trabalhamos juntos por tanto tempo, nós crescemos juntos e temos gostos e ideias parecidas sobre o que é o Driver Era. Então, realmente funciona bem para nós. ROCKY: Nós nos preparamos até o ponto de conseguirmos produzir o álbum inteiro sozinhos. Porque no último álbum nós produzimos a maioria dos últimos lançamentos, acho que foram cinco. Acho que foi um EP ou algo assim, e foi quase totalmente produzido por nós. Portanto, fomos chegando nisso aos poucos, até chegarmos ao ponto de nos sentirmos autossuficientes. Foi divertido fazer desse jeito. Nós podemos ir até Vancouver rapidinho e voltar… podemos fazer o que quisermos. ROSS: É um ótimo fluxo de trabalho, funciona muito bem. Como foi o processo de criação de Girlfriend? O que pesou na hora de compor? Qual mensagem que vocês querem passar com esse álbum? ROSS: O processo foi bem longo. Viemos trabalhando nesse álbum por um longo período. Para falar a verdade, começamos a trabalhar nele antes mesmo de saber se queríamos que fosse um álbum. Acho que no começo pensamos que íamos soltar singles, depois mais singles, porque é a maneira como as pessoas consomem música hoje em dia. Pela primeira vez nós tínhamos um monte de músicas quase prontas… nós ficamos muito animados e queríamos fazer um disco. É quase como um diário. A música para a gente é só um reflexo do que está acontecendo. Então chamamos de Girlfriend por um monte de motivos, mas um deles é porque nós temos namoradas e aprendemos muito com elas e sentimos que todos têm muito a aprender com elas também. ROCKY: É sobre descobertas. Esse é o tipo de tom sublinhado nas mensagens de muitas de nossas músicas. É apenas tentar encontrar um lugar mais preciso para todos os sentimentos e tentar apenas revelar o que está escondido em qualquer forma… Toda vez que eu escrevo uma música, sempre estou fazendo isso. Falando um pouco sobre as influências de Girlfriend, o que vocês escutam normalmente e pode ter tido alguma influência nesse trabalho do Driver Era? ROSS: Ultimamente eu tenho ouvido vários artistas. É que tem tantos grupos e artistas incríveis lançando música o tempo todo no Spotify. Então é difícil apontar uma influência ou inspiração específica. ROCKY: Eu acho que o nosso estilo de produzir é influenciado por tudo que já ouvimos desde os 6, 7 anos. Desde de muito jovem algo que ouvia foram os primeiros álbuns do Eminem. Acho que comecei a gostar por causa da produção. Ampla influência do R&B, hip hop, entre outros. Trabalhar com o irmão é mais fácil? Como separar o pessoal do profissional na hora de entrar no estúdio? É tranquilo? ROSS: Eu realmente gosto de trabalhar como irmãos. ROCKY: Eu realmente gosto deste cara! Risos. ROSS: É, funciona bem para nós. Veja é tudo música. Billie Eilish e Finneas (O’Connell). Kings of Leons são irmãos e primos, Jacksons Five, eu não consigo pensar em todas as grandes combinações de irmãos da música, mas definitivamente tem uma conexão aí para muitas pessoas, com a gente incluído, para a música e membros de uma família. Mas funciona super bem para a gente… nós moramos juntos, então podemos trabalhar nas nossas coisas o tempo todo. Somos bem parecidos e nos damos muito bem. Nós amamos isso! Às vezes mostrar as músicas para o resto da família é um pouco deprimente porque eles têm uma grande influência porque eles são importantes para nós, mas nem sempre compartilhamos o mesmo gosto (musical). Então às vezes isso é meio assustador para mim. Mas geralmente eles gostam. Vocês têm mais irmãos? ROSS: Sim. Somos eu e o Rocky e também moramos com o nosso irmão mais novo, Ryland. E a nossa irmã mais velha, Rydel vai tocar o teclado na nossa tour e o Riker, nosso irmão mais velho, toca baixo e ele também fez o nosso último vídeo clipe. Ele fez a direção. Seus pais também são músicos? ROSS: Não, eles só deram esse apoio desde o início. Ross tem uma carreira como ator e alguns trabalhos de destaque, como na série O Mundo Sombrio de Sabrina. Isso é algo que te anima também, Rocky? Ou seu tempo é todo para a música? ROCKY: No nosso último videoclipe tinham algumas cenas de ação. Eu pensei que incrível. Nós viemos para Los Angeles para fazer de tudo e mais tarde eu percebi que gostava muito de música. Mas nesse videoclipe estava me divertindo continuamente tentando falar frases simples da maneira mais natural possível. Não me vejo tentando ser ator neste momento, mas eu achei divertido… vamos ver. Como você faz para dividir seu tempo entre atuar e tocar, Ross? Tem mais alguma novidade por vir na sua carreira como ator? ROSS: Eu não tenho nenhum projeto agora. Eu tento fazer apenas as

Lô Borges convoca Milton Nascimento e lança Veleiro; ouça!

O novo single de Lô Borges, Veleiro, com letra de Patricia Maês, tem como convidado especialíssimo Milton Nascimento. Dois grandes amigos e parceiros se encontram novamente nessa canção, que mostra a profundidade e o arrojo na maneira de desenvolver cada vez mais o próprio estilo, nessa fase tão fértil de Lô. É um caso de melodia e letra que se fundem perfeitamente, assim como as vozes de Lô e Milton, com quem o compositor tem uma longa história musical e de amizade. Veleiro é o primeiro single de um álbum que ainda está em fase de produção e vai trazer parcerias de Lô Borges com Patricia Maês. Em resumo, para este disco, Lô compôs e gravou todas as músicas no órgão, instrumento no qual ele nunca havia experimentado compor. “Durante o processo de gravação de Veleiro escutei aquela voz magistral do Bituca, que o mundo inteiro conhece. Resolvi convidá-lo para cantar comigo, e tivemos que montar um esquema para fazer o registro, em Juiz de Fora, devido ao isolamento imposto pela pandemia. Mas deu tudo certo!”, conta Lô. Ademais, participaram também da gravação Henrique Matheus (guitarras, violão e bandolim), Thiago Corrêa (contrabaixo, teclado e percussão) e Robinson Matos (bateria). Por fim, Veleiro é um lançamento da gravadora Deck e chega acompanhada de um lyric video, dirigido por Pedro Hansen.

Meses após álbum de estreia, Smith/Kotzen divulga EP com novidades

Smith/Kotzen divulgou nesta sexta-feira (26) o EP de quatro faixas Better Days, que reflete a força contínua da parceria dinâmica de escrita e gravação entre esses dois músicos de classe mundial. Anteriormente, eles divulgaram o álbum de estreia homônimo, lançado em março de 2021. Em resumo, Better Days continua essa trajetória com seus ganchos enormes e riffs intensos, juntamente com os vocais agora tradicionais da dupla. Rise Again é outra joia do hard rock. Em síntese, mostra a amplitude e diversidade da parceria única dos aclamados vocalistas / guitarristas. >> Confira entrevista exclusiva com Richie Kotzen Aliás, a dupla convocou um de seus renomados amigos bateristas para esta faixa, cuja destreza percussiva fornece a batida de fundo para suas intrincadas escalas. Esta colaboração de músicos de classe mundial é uma emocionante montanha-russa de paisagens sonoras incomparáveis de rock clássico, mas moderno. Sobre a parceria com Adrian Smith, Richie Kotzen falou ao Blog n’ Roll sobre a força dos dois. “Nós nos conhecemos há uns nove ou dez anos. É difícil dizer exatamente como nos conhecemos, porque em Los Angeles você vê e conhece pessoas com frequência. Mas, ao longo dos anos, nossa amizade foi crescendo, nossas esposas ficaram amigas, e sempre falamos muito sobre música. E sempre nos feriados, a gente se encontrava para fazer uma sessão e tocar algumas músicas”. Por fim, vale destacar que o álbum de Smith/Kotzen está disponível em todas as lojas de discos independentes e nas plataformas de streaming.

Balara canta sobre aprendizados na inédita “Algo Me Diz”

A banda santista Balara lançou, nesta sexta-feira (26), o pop inspirador Algo Me Diz, que chega acompanhada de videoclipe com imagens de estúdio. Com letras que remetem à mensagens positivas, líricas de amor e sonoridade do famoso pop rock brasileiro, nesta faixa a banda traz elementos acústicos e orgânicos que se fundem com timbres modernos, para compor o DNA sonoro da canção. Sempre carregados de influências, Luccas Trevisani, Daniel Debski e Danilo Almeida entregam o presente de natal adiantado aos fãs com essa canção. “Espero que essa faixa possa inspirar e emocionar cada pessoa que ouvir, o tanto quanto me emocionou ao compor”, comenta Luccas, vocalista da banda. Para fechar com chave de ouro a lista de lançamentos do grupo este ano, a música chega para trazer uma mensagem de aconchego aos ouvintes fiéis da Balara, que já somam mais de 429 mil ouvintes mensais e mais de 10 milhões de streams no Spotify. Sobre a composição, Trevisani comenta que “é uma das letras mais especiais que escrevi até hoje”. “É uma canção que versa sobre amor, fé, e vários aprendizados que a vida nos traz. Mas nem sempre sabemos dizer como chegamos a essas lições, então costumamos simplesmente dizer algo me diz. Algo me diz, pode ser a nossa intuição, pode ser Deus, um anjo, um guia espiritual, para quem acredita, pode ser a voz do coração, ou a sua razão analisando tudo aquilo que você já viveu, pode ser seus sentimentos, ou tudo isso junto e misturado”. Após os lançamentos de Deixa Ela Voar, que foi contemplada com um versão remix ao lado de Guz Zanotto, Não Deu Pra Disfarçar com Raphael Ota e Recomeço, a banda santista tem se preparado para o retorno aos palcos, com shows de abertura para artistas como Zimbra e Esteban Tavares. Para o próximo ano, o grupo pretende lançar seu segundo álbum de estúdio no primeiro semestre, reunindo os singles lançados e músicas inéditas.

The Beatles: Get Back chegou ao Disney+; confira linha do tempo

Entre hoje (25) e sábado (27), o Disney+ exibe exclusivamente o documentário The Beatles: Get Back. Criada inteiramente a partir de filmagens restauradas nunca antes vistas, a produção proporciona um olhar íntimo do processo criativo e do relacionamento entre John, Paul, George e Ringo. Dirigido pelo cineasta Peter Jackson, The Beatles: Get Back leva o público de volta no tempo para as sessões da gravação da banda em janeiro de 1969, que se tornou um momento crucial na história da música. A série documental mostra o processo criativo dos Beatles, enquanto eles tentam escrever 14 novas músicas em preparação para seu primeiro show ao vivo em mais de dois anos. Diante de um prazo quase impossível, os fortes laços de amizade compartilhados por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr são colocados à prova. Para entender exatamente em qual período se passa o documentário, confira abaixo uma linha do tempo com as principais informações da banda: 1956 – 1958 Em 1956, John Lennon conhece Paul MacCartney e convida para se juntar a sua banda: The Quarrymen. Alguns anos depois, Paul apresenta George Harrison a John Lennon que também se une a banda. 1961 – 1962 Após uma série de nomes, Paul, George e John decidem que a banda chamará The Beatles e o produtor da época George Martin, junto com John e Paul, convidam o famoso baterista Ringo Star para se juntar à banda. 1963 O disco de estreia, intitulado como Please Please Me, é lançado. No mesmo ano, a banda lançou também o disco With The Beatles. 1964 – 1965 Em 1964, os Beatles gravam seu primeiro filme A Hard Day’s Night e lançam o disco de mesmo nome. No final do ano, o disco Beatles For Sale é lançado. Um ano depois, em 1965, lançam o filme Help e também um álbum com o mesmo nome, além do álbum Rubber Soul. 1966 – 1967 Após o lançamento do álbum Revolver em 1966, a banda lança em 1967 o famoso álbum Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band e o álbum Magical Mystery Tour, com o lançamento de um filme do mesmo nome. 1968 Em 1968, The Beatles lança o disco White Album e o seu primeiro filme em desenho animado: Yellow Submarine. 1969 (Momento de The Beatles: Get Back) Em 1969, a banda lançou o álbum Abbey Road, tendo a capa com uma das imagens mais históricas e conhecidas do mundo: a famosa foto dos Beatles atravessando a rua Abbey, em Londres. Neste ano foi quando também aconteceram as gravações mostradas na série exclusiva Disney+ The Beatles: Get Back, que mostram o processo criativo do álbum Get Back e a última apresentação ao vivo da banda, que não foi agendada, muito menos promovida e aconteceu no alto do prédio da Apple Records, em Savile Row. Além de The Beatles: Get Back apresentar o último show ao vivo sem interrupções pela primeira vez na história, a série documental é compilada a partir de quase 60 horas de filmagens nunca vistas gravadas ao longo de 21 dias, dirigidas por Michael Lindsay-Hogg em 1969, e de mais de 150 horas de áudio nunca ouvidos, a maioria do qual estava trancada em um cofre por mais de meio século. Jackson é a única pessoa em 50 anos a ter acesso a este abundante tesouro dos Beatles, que agora foi restaurado brilhantemente. O que surge é um retrato incrível dos Beatles, mostrando como, mesmo encurralados com um curto prazo, eles ainda podiam contar com a amizade, bom humor e criatividade.

Ingressos para show extra de Michael Bublé em São Paulo estão à venda

Michael Bublé no Brasil

Os ingressos para o show extra de Michael Bublé, no Allianz Parque, em São Paulo, no dia 5 de novembro de 2022, já estão à venda no Live Pass. O show de São Paulo marcado para 6 de novembro de 2022, da turnê An Evening with Michael Bublé, está esgotado há algumas semanas e o cantor conseguiu incluir na agenda da perna sul-americana mais um show em São Paulo An Evening With Michael Bublé foi interrompida pela pandemia no auge do sucesso – nos EUA ela foi vista em 82 cidades por mais de meio milhão de fãs e 27 datas extras tiveram que ser agendadas para atender ao público. SERVIÇO – SÃO PAULO – SHOW EXTRAData: 05/11/2022Local: Allianz ParqueEndereço: Rua Palestra Itália, 200 – Perdizes – São Paulo/SPHorário: 20h30 | Abertura dos portões: 17h00Classificação etária: 16 anos. Menores de 16 anos entram somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais.Limitação: 4 ingressos por CPF, sendo 2 de meia-entrada. Preços: Cadeira Premium – R$ 780,00 (inteira) / R$ 390,00 (meia-entrada) Cadeira Gold – R$ 600,00 (inteira) / R$ 300,00 (meia-entrada) Cadeira Silver – R$ 490,00 (inteira) / R$ 245,00 (meia-entrada) Cadeira Nível 1 Gold – R$ 600,00 (inteira) / R$ 300,00 (meia-entrada) Cadeira Nível 1 Silver – R$ 490,00 (inteira) / R$ 245,00 (meia-entrada) Cadeira Superior – R$ 360,00 (inteira) / R$ 180,00 (meia-entrada) () Sujeito à disponibilidade. Parcelamento em até 10 vezes sem juros.