Sem Saber O Que Virá: Eduardo Felix ressalta gratidão em novo single

É impossível saber exatamente o que acontecerá no próximo dia de nossas vidas. E é justamente essa incerteza que inspira o cantor e compositor Eduardo Felix no videoclipe de Sem Saber O Que Virá. A música reflete sobre a passagem do tempo com uma mensagem de gratidão e afeto. O roteiro do audiovisual transmite essa percepção conforme exibe o cantor em meio a uma viagem de carro, posteriormente mostrando-o performando em uma bosque. O clipe conta com a direção de André Barreto (FØCA Audiovisual). Sem Saber O Que Virá integra o repertório do EP de estreia de Eduardo Felix, intitulado O Amanhecer e lançado recentemente via CD Baby. A faixa, bem como o restante da obra, se remete à sonoridade do pop rock brasileiro dos anos 1980 e 1990, sendo fortemente inspirada em bandas como Legião Urbana, Nenhum de Nós e Biquini Cavadão. Segundo Eduardo, o título da música alude às alegrias que as incertezas podem proporcionar. “Ao não saber sobre o futuro, podemos desfrutar das gratas surpresas que a vida pode nos proporcionar. A música e o videoclipe mostram que o pragmatismo nem sempre é o melhor caminho para se chegar à felicidade”. O material é apenas o primeiro passo da trajetória que o artista visa traçar, sendo que o cantor já trabalha na produção de novos conteúdos autorais. A previsão é que novos lançamentos ocorram ao decorrer de 2022.
Nevermind: Nirvana e Nickelback inspiram Catwave em novo videoclipe

“Nada é pior do que discutir com quem a gente ama”. Esse é o tema do novo videoclipe da banda Catwave: Nevermind. O audiovisual, bem como a música, se remete ao rock alternativo dos anos 1990, exibindo uma performance em preto e branco. O vídeo tem direção e produção de Bruno Fernandes. A faixa antecipa o álbum de estreia da Catwave, que leva o nome de Decadence. O disco será lançado no fim deste ano através do selo Elevarte Music. O grupo é principalmente influenciado por bandas como Nickelback, Oasis e Nirvana, sendo que esta última inclusive inspirou o título da faixa em questão. O vocalista e guitarrista John Antonny frisa que Nevermind aborda uma situação real. “Todo casal discute. E toda discussão pode nos levar a uma briga, que pode se agravar, gerando uma pausa no relacionamento ou até mesmo um término. Neste momento, nos questionamos e tentamos entender se realmente vale a pena levar aquilo para frente. Isso é mais comum do que parece. E por isso, as pessoas podem se identificar com essa música”. Eduardo Matos (bateria) e Junior (baixo) e Anderson Nascimento (guitarra) completam a formação da Catwave. O quarteto está em atividade desde meados de 2018. Anteriormente, lançaram as músicas Flashes (2021) e Abuse (2020).
Gabe.Sx reúne Mariana Mello, Lukinha, e Tissa Rahim em novo single “Let It Hurt’

Um caldeirão de influências e participações especiais. É desta forma que o produtor Gabe.Sx divulga o single Let It Hurt. A faixa mistura elementos de rap, pop, soul music e R & B à medida que trata-se de um lançamento multi-colaborativo com participação da cantora canadense Tissa Rahim e dos rappers Lukinha e Mariana Mello. As sessões de gravação ocorreram em três momentos. No Brasil, o produtor trabalhou na Ativa Audio Lab e em seu estúdio pessoal, conhecido como SxSounds. Ambos ficam em Santos, no litoral de São Paulo, e foram palco tanto para a gravação do beat, quanto para a captação de voz de Lukinha e Mariana Mello. A voz de Tissa, por outro lado, foi gravada no Canadá, em homestudio. Gabe.Sx aponta que a música é uma espécie de celebração à cura das nossas dores. ”No geral, evitamos a dor, já que não queremos senti-la, mesmo que temporariamente. Porém, Let It Hurt é um grito que vai na contramão disso, frisando que é preciso sim enfrentar a cicatrização. E para expressar essa sentimentalidade, produzi o beat me inspirando no Tom Misch, trazendo uma harmonia influenciada pelo jazz e pela bossa nova, o que soa bem junto à personalidade de cada um dos cantores”, ressaltou. Durante todo o ano de 2021, Gabe.Sx manteve a veia colaborativa. Recentemente, por exemplo, também divulgou os singles Nave e Oração Pra Ela, respectivamente, trabalhados com os cantores Dantt e Gabriel Thes. Agora, o artista já prepara novos conteúdos autorais, sendo estes previstos para o decorrer dos próximos meses.
Elevarte Music: Ben Charles retrata ancestralidade em novo single “Sou Filho da Selva”

“Uma homenagem aos povos da floresta”. É com esse espírito que o cantor e compositor Ben Charles divulga o single Sou Filho da Selva. A faixa é um lançamento do selo Elevarte Music e mistura carimbó e música caribenha e xamânica. Hoje residente Novo Oriente (CE), Ben Charles tem ancestralidade Macuxi – uma etnia indígena de Roraima que pertence ao tronco Karib. Sou Filho da Selva aborda justamente essa origem do artista. A canção ganha ainda mais sentimentalidade levando em consideração que o artista divide os vocais com a sua mãe, Ilce Filgueiras. O cantor conta que a composição lhe surgiu em um momento em que esteve hospitalizado. “Recebi essa música do cosmo enquanto estava com febres altíssimas devido à uma crise renal. Depois que ela veio na minha cabeça, comecei a melhorar e recebi alta. Logo que cheguei em casa, fui direto pro meu estúdio e gravei. Sou bisneto do pagé Laureano do Alto Uraricoera (terra de Makunaima) e sou engajado na proteção da floresta. Por isso, sinto que Sou Filho da Selva transmite muito daquilo que eu sou”, frisou. O próprio Ben Charles gravou todos os instrumentos, mixou e masterizou a canção, bem como usualmente faz em suas obras. Desta forma, anteriormente, em 2021, lançou os singles Sementes e O Canto e A Dança.
Só: Nimbo reflete sobre amor e solitude em novo single

Para os introvertidos, nada é mais importante do que ter um espaço para si. E imaginar um contexto sem isso, pode ser assustador. Mas e se fosse possível encontrar uma companhia nessa solitude? Este é o tema que a Nimbo aborda no single “Só”. A canção mistura a sutileza e intensidade, trazendo uma canção acessível, mesmo com nuances de experimentalismo. Isso ocorre à medida que o duo se inspira em bandas como Clube da Esquina e Radiohead. Ainda vale pontuar que “Só” antecipa o próximo EP da Nimbo, intitulado Tempestade e Calmaria. As sessões de gravação ocorreram no home studio do vocalista e guitarrista da Nimbo, Daniel Vasconcelos, que assina a produção da canção com Leonardo Domingues. “Só” ainda é influenciada pelo contexto sci-fi, o que também fica explícito no seu videoclipe — roteirizado e dirigido por MOOLUSCOS. Daniel explica essa inspiração parte do princípio de que o eu-lírico imagina se encontraria alguém que o completasse em nosso planeta. “Escrevi essa música para a minha noiva quando ainda namorávamos. Ao decorrer da letra, reflito sobre a minha introversão e sobre o quanto me senti pleno ao conhecê-la. Quando você encontra alguém compatível, é perfeitamente possível viver com alguém sem ter que comprometer a individualidade. E, felizmente, ela sempre esteve aqui na Terra mesmo”. A Nimbo está em atividade desde meados de 2018 e ainda conta com o músico Ricardo Chacon (violão, backing vocals) na formação. A discografia do duo conta com um EP auto-intitulado e com os singles Tua Paz (2020), Duá e Nuvem Primavera (2021), sendo que os três farão parte do setlist do novo EP Tempestade e Calmaria.
Com pop urbano e professor da Dança dos Famosos, Cayoh lança single “A hora não passa”

Sensualidade e pop urbano. É assim que o cantor e compositor Cayoh lança o single A Hora Não Passa. A faixa aborda uma paixão recheada de incertezas, anseios e desejos enquanto se remete à sonoridade de nomes como Vitão, Luan Otten e Gaab. O romantismo envolto à sensualidade é retratado principalmente no videoclipe, que tem a participação dos coreógrafos Danniel Navarro e Aline Darcie, sendo que o primeiro deles é principalmente conhecido por ter sido professor no quadro Dança dos Famosos, na Globo. No clipe de Cayoh, Daniel e Aline executam uma coreografia especial num ambiente repleto de luzes neon vermelhas. O material audiovisual tem direção de Ricardo Lopes. A música, por outro lado, foi produzida por Bruno Zanardi. As sessões de gravação ocorreram no Estúdio Betta, em São Paulo (SP). Para o cantor, A Hora Não Passa mostra o quão intenso um relacionamento pode ser. “O eu-lírico vivencia dos medos às incertezas. No entanto, desfruta dos melhores momentos de uma paixão. E essa ambiguidade está presente na música”. Em atividade desde meados de 2020, Cayoh divulgou os singles Flores e Edredom em 2021 – neste último, contando com a participação do angolano Junior One. No seu ano de estreia, lançou as canções Me Encontro em Você, Anjo e Te I Love You.
Com reggae e ativismo, Helgi reflete sobre desigualdade em novo single Flores pra Enfeitar

Desprezar a desigualdade de classes, é abandonar as minorias. E o atual governo brasileiro, tem feito isso com maestria. Por isso, é preciso lutar. E é justamente neste sentido que o cantor Helgi divulga o single Flores para Enfeitar. A faixa trata-se de um grito de alerta, que visa estimular uma reflexão sobre o país e a sociedade como um todo. No âmbito melódico, a canção é recheada de reggae e se assemelha à sonoridade da banda Steel Pulse. A produção é assinada por Henrique Villela. Segundo Helgi, o pensamento crítico é o primeiro passo para que a desigualdade diminua. “A mente é o nosso instrumento mais poderoso. Com ela, podemos lutar e evitar que nos submetam ao desprezo à ascensão das classes. Não é possível que um ministro, por exemplo, fale sobre as pessoas com deboche e ironia”, frisou. No meio artístico há 17 anos, Helgi traz a bagagem de uma vida nesta faixa, que corresponde ao seu primeiro lançamento como artista solo. Para ele, “Flores pra Enfeitar marca o início de algo muito significativo, feito com muito esforço, determinação e coragem”.
Trap 015: Dalai MC aborda regionalidade em novo EP “Notável Drop 1”

“Retratar a vivência no interior de São Paulo”. É com esse objetivo que o rapper Dalai MC divulga o EP Notável Drop 1. Em três faixas, Dalai versa principalmente sobre o universo do trap underground. O lançamento chega nas plataformas de streaming através do selo Elevarte Music. O repertório conta com as faixas Mayday, Puff Puff e Oh God. A primeira, conta com participação de NexoAnexo e Rich V Freak. Enquanto isso, Puff Puff tem versos de VH. As três músicas abordam tanto o lado urbano, quanto sentimental, sem deixar a ostentação de lado. A produção fonográfica ficou a cargo de beatmaker Zaia. Dalai acredita que o seu EP pode enfim dar voz à cena sorocabana. “É impossível que esse trampo passe despercebido. Por isso, o título Notável. Fico feliz de contar com outros nomes daqui neste trabalho. O Zaia e o Rich V Freak são exemplos disso, levando em consideração que são referências de longa data no trap 015”. O cantor está em atividade desde meados de 2019. Anteriormente, em 2021, lançou os singles Hoje Eu Tô Sauce, Tapão e Meu Plug Nunca Diz “Não Tem”.
Rock alternativo e swing carioca inspiram terceiro disco da SereS: “baratas e vinis”

Pixies e Jorge Ben pouco tem a ver em termos de sonoridade. Mas e se houvesse uma mistura perfeita entre o rock alternativo recheado de noise ao swing carioca, que é pop mas conta com toda a sutilidade da MPB? É justamente com essa mistura que a banda SereS divulga o álbum baratas e vinis. O disco, que é o terceiro do catálogo da SereS, foi originalmente lançado em 2014. No entanto, agora é reeditado pelo selo Novevoltz Records e enfim chega às plataformas de streaming. As sessões de gravação ocorreram no Estúdio A Casa, no Rio Comprido, no Rio de Janeiro. Na ocasião, a banda produziu o álbum contando com o suporte de Fernando Fischgold. Ao todo, 10 canções integram o setlist, que traz a faixa-título baratas e vinis e os singles Salamaleque, 22 e Amigo Reaça, que chegaram a ganhar até videoclipe há alguns anos. Stevie Wonder, Booty, Desaparecida, Fale a coisa certa, Stranger e Manicômio completam o repertório. O vocalista Zé McGill explica o título do disco. “É um nome inspirado em uma fala do nosso amigo e radialista Maurício Valladares, que sempre dizia que quando o mundo acabar, somente as baratas e os discos de vinil irão sobreviver. E vejo que esse sentimento realmente permeia as canções de alguma forma”. A SereS está em atividade desde meados de 2001. Além de Zé, a banda é formada por Murillo Pouca Nota (guitarra e violão), Bruno Montana (guitarra) e Chokito (baixo). Durante a gravação do disco baratas e vinis, contou com o suporte dos músicos convidados e de apoio Fernando Oliveira (trompete), Gabriel Fomm (sax), Léo Antunes, (trombone), Mauro Berman (teclado), Daniel Levin (piano) e do engenheiro Matheus Dias.