Demi Lovato confirma show solo em São Paulo com nova era dance-pop

Depois de arrastar uma multidão histórica no palco Skyline do festival The Town, em 2023, Demi Lovato está de malas prontas para reencontrar o público paulista. A cantora confirmou uma apresentação solo em São Paulo para o dia 15 de setembro de 2026 (terça-feira), ocupando o palco da Suhai Music Hall. O show faz parte da turnê It’s Not That Deep, que divulga o seu mais recente projeto musical. Diferente de sua última vinda, que foi amparada pela fúria de guitarras do rock alternativo, a nova fase marca o retorno de Demi à sua essência dance-pop eletrônica, idealizada sob medida para noites longas e espaços fechados. As vendas de ingressos começam nesta quinta-feira (28), a partir das 10h pela internet e às 11h na bilheteria oficial física. “It’s Not That Deep” Se nos discos anteriores Demi usou as canções para exorcizar traumas e dores profundas, a era It’s Not That Deep (cuja tradução literal é “não é tão profundo assim”) chega como um suspiro de alívio e celebração da maturidade. O álbum, que ganhou recentemente uma recheada edição de luxo intitulada It’s Not That Deep (Unless You Want It to Be), passeia com elegância por batidas sintéticas inspiradas no pop do início dos anos 2000. O repertório do show é ancorado por faixas elegantes e sensuais que já caíram no gosto do público, como o single eletro-pop Fast, o hino de libertação Here All Night e a irresistível Kiss, canção muito pedida pelos fãs que inspirou o título do projeto através do espirituoso verso “não é tão profundo assim, a menos que você queira que seja”. No palco, essas batidas ganham o suporte indispensável da voz poderosa e limpa de Demi, que preparou novos arranjos de voz ao vivo para as apresentações desta turnê, como já demonstrado na versão minimalista de Let You Go. Cronograma de vendas Serviço: Demi Lovato – “It’s Not That Deep Tour”
Sepultura anuncia show final da carreira no Pacaembu para novembro

O Sepultura confirmou a data e o local da última apresentação de sua história: o show de despedida definitivo acontecerá no dia 7 de novembro de 2026 (sábado), na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo. O anúncio marca o encerramento da monumental turnê de despedida Celebrating Life Through Chaos. A escolha do Pacaembu é carregada de nostalgia e simbolismo. Foi na Praça Charles Miller, bem em frente ao estádio, que a banda realizou um show gratuito histórico em 1994 que reuniu uma multidão e consolidou o tamanho gigantesco que o grupo havia atingido no Brasil após o lançamento de Chaos A.D. (1993). Três décadas depois, os mineiros retornam ao mesmo solo sagrado para fechar o ciclo. Convidados do show de despedida do Sepultura Longe de ser apenas um show melancólico, a noite foi projetada para ser uma celebração massiva da história do metal brasileiro e mundial, unindo diferentes gerações de fãs e músicos que cruzaram o caminho da banda. A escalação de convidados internacionais e nacionais já começou forte: Além disso, a despedida promoverá o reencontro de ex-integrantes que ajudaram a pavimentar o caminho do grupo ao longo das décadas, incluindo o baterista Jean Dolabella e o guitarrista original Jairo Guedz (que gravou os seminais Bestial Devastation e Morbid Visions). Mais convidados devem ser anunciados nas próximas semanas. Do underground de BH ao topo do mundo Fundado em Belo Horizonte em 1984 pelos irmãos Max e Igor Cavalera, o Sepultura redefiniu os limites do metal extremo. Discos como Beneath the Remains (1989) e Arise (1991) colocaram o Brasil na rota internacional da música pesada, enquanto Chaos A.D. (1993) e Roots (1996) revolucionaram o metal global ao fundir a agressividade das guitarras com a percussão tribal, influenciando diretamente gêneros como o nu-metal. Eles foram a primeira (e por muito tempo a única) banda brasileira de rock pesado a quebrar barreiras geográficas, tornando-se atrações principais de festivais gigantescos como Wacken Open Air, Hellfest, Download, Lollapalooza e Rock in Rio. Ingressos para o show de despedida do Sepultura A pré-venda exclusiva para clientes selecionados do Santander começa amanhã, dia 28 de maio, estendendo-se para os demais cartões elegíveis do banco no dia 29, e abrindo para o público geral no sábado, dia 30. Setor Inteira Meia-Entrada Pista Premium R$ 620,00 R$ 310,00 Cadeira Oeste Coberta R$ 600,00 R$ 300,00 Cadeira Oeste R$ 570,00 R$ 285,00 Cadeira Leste R$ 570,00 R$ 285,00 Pista R$ 380,00 R$190,00 Arquibancada Norte R$ 300,00 R$ 150,00 Cronograma de vendas Pré-venda clientes Santander Select e Private: Pré-venda demais clientes Santander: Venda geral:
Jungle confirma show único no Espaço Unimed em 2027 e lança single

Se você esteve no Lollapalooza 2024 e presenciou o show do Jungle ao pôr do sol, sabe que o coletivo britânico de neo-soul e música eletrônica é especialista em transformar grandes multidões em uma única pista de dança. Para a alegria dos órfãos daquela noite, o trio confirmou seu retorno ao Brasil para uma apresentação única e exclusiva no dia 30 de março de 2027 (terça-feira), no palco do Espaço Unimed, em São Paulo. A vinda ao país é realizada pela agência Latina! em parceria com o jornalista e produtor Lúcio Ribeiro. O cronograma de vendas começa nesta semana, com uma série de pré-vendas exclusivas antes da abertura para o público geral. “Sunshine” A confirmação do show coincide com o anúncio de uma nova era criativa para o grupo, agora composto por Josh Lloyd-Watson, Tom McFarland e a vocalista Lydia Kitto (oficializada na formação após brilhar no disco anterior). A banda acabou de disponibilizar o single The Wave, que serve de abre-alas para o quinto álbum de estúdio, batizado de Sunshine, com lançamento mundial agendado para o dia 14 de agosto de 2026. O novo projeto chega com a missão de suceder o elogiado Volcano (2023). Foi nesse trabalho que o grupo estourou mundialmente com o hit Back on 74, que viralizou de forma orgânica no TikTok graças à sua coreografia contagiante e acabou se tornando trilha sonora de uma grande campanha global da marca de moda americana GAP. Para a nova turnê, a promessa é manter a fórmula que os consagrou: um espetáculo visualmente minimalista e elegante, sustentado por um álbum visual de coreografias que deu suporte para que a banda se apresentasse para mais de 190 mil pessoas em sua última excursão global. Conexão do Jungle com o Brasil A história do Jungle com o público brasileiro é antiga e estreita. O primeiro contato aconteceu em clubes menores de São Paulo e do Rio de Janeiro, em 2015. Desde então, o grupo expandiu consistentemente sua base de fãs na América do Sul por meio de shows próprios e passagens marcantes pelo Lollapalooza Brasil nas edições de 2016 e 2024. O setlist para a noite no Espaço Unimed promete equilibrar as inéditas de Sunshine com os hinos obrigatórios de sua discografia, como Busy Earning, The Heat, Casio, Candle Flame e Keep Moving. Os ingressos estarão disponíveis na plataforma Eventim. Confira os valores de cada setor: Setor Inteira Meia-Entrada Camarote A R$1.100,00 R$ 550,00 Camarote B R$ 990,00 R$ 495,00 Pista Premium R$ 980,00 R$ 490,00 Pista R$ 600,00 R$ 300,00 Cronograma de vendas e pré-vendas Fique atento aos prazos para garantir o seu lugar no lote inicial: Serviço: JUNGLE – World Tour 2027
Banda OVM mergulha em saúde mental e tensão emocional no EP Senóides

A banda OVM lançou o EP Senóides, novo capítulo do projeto que culminará no segundo álbum da carreira, Exúvios, previsto para ser apresentado integralmente até outubro de 2026. Formado pelas faixas “Vestida” e “Senoide 1 / Senoide 2”, o trabalho amplia o universo conceitual construído pelo trio em torno da saúde mental, misturando rock alternativo, indie e momentos de tensão emocional em composições marcadas por contraste e densidade. Produzido, mixado e masterizado por Gui Godoy, o EP reforça a identidade da banda ao transformar desconforto psicológico em narrativa musical. Em “Vestida”, o grupo revisita o universo do álbum de estreia A Mosca (2018) e apresenta um contraponto à faixa “Nua”, explorando acontecimentos anteriores ao crime citado na música original. Segundo a banda, a composição surgiu a partir de uma releitura acústica feita por Dan Nascimento, ganhando uma abordagem mais lírica e melancólica. Já “Senoide 1 / Senoide 2” mergulha diretamente em ciclos ligados à esquizofrenia, abordando pensamentos intrusivos, paranoia e momentos de estabilização emocional. A construção da faixa partiu de um compasso incomum em 7/8, desenvolvido inicialmente a partir de uma linha de baixo criada por Mancin. Com contribuições posteriores de Dan Nascimento e Eddie, a música evoluiu para uma estrutura que traduz musicalmente a instabilidade retratada na letra. Formada em 2014, a OVM construiu uma trajetória marcada por letras densas, crítica existencial e arranjos que alternam melancolia e intensidade. O trio cita influências como Radiohead, Nirvana, Queens of the Stone Age, Pink Floyd e Chico Buarque como parte da base criativa do projeto. O lançamento também reforça o crescimento da Casalago Records, selo fundado em 2025 por Gui Godoy em Jundiaí. Voltada ao fortalecimento da cena alternativa nacional, a gravadora aposta em lançamentos autorais e na realização de shows e festivais independentes para fomentar novos nomes do rock brasileiro.
Porão do Rock bate recorde de público em Brasília e anuncia expansão para Fortaleza

O Porão do Rock 2026 mostrou mais uma vez por que segue como um dos festivais mais importantes da música independente brasileira. Realizada nos dias 22 e 23 de maio, em Brasília, a edição deste ano reuniu mais de 25 mil pessoas e bateu recordes de público e audiência, consolidando a retomada do evento em grande estilo. Com mais de 30 atrações espalhadas em três palcos, o festival misturou hardcore, punk, metal, rap e rock alternativo em uma programação que uniu diferentes gerações. A diversidade do line-up foi um dos pontos altos do festival. Nomes como Pennywise, Angra, Marcelo Falcão, Nação Zumbi, Dead Fish e o retorno do Rodox ajudaram a transformar o espaço em um encontro de nostalgia, peso e celebração da cena alternativa. Além das atrações principais, o festival manteve viva sua tradição de fortalecer a música independente. As dez seletivas nacionais levaram bandas de diferentes regiões do país para Brasília, ampliando a diversidade artística do evento e reforçando o DNA do Porão como vitrine para novos nomes da cena brasileira. A edição de 2026 também chamou atenção pela estrutura renovada e pela experiência mais integrada ao público. O novo formato apostou em áreas amplas, espaços de convivência e melhor circulação entre os palcos, onde os principais ficaram ladeados. Isso ajudou a criar um ambiente mais confortável para quem encarou os dois dias de festival. O resultado apareceu não apenas nos números, mas também na repercussão nas redes sociais e na movimentação da cidade durante o evento. Shows in loco – Dia 1 Em dois dias de festival, Brasília viu uma maratona de mais de 30 shows em que a música praticamente não parou por um minuto. Entre veteranos, bandas em ascensão e artistas internacionais, o evento entregou apresentações intensas, cheias de personalidade e com públicos completamente entregues do início ao fim. Na sexta-feira, o Bayside Kings, de Santos, já mostrou que o clima seria de caos organizado. Conhecida por derrubar qualquer barreira entre palco e público, a banda percebeu rapidamente que a pista premium estava mais vazia e o vocalista Milton Aguiar decidiu atravessar para a grade da pista comum. Quase metade do show aconteceu ali, no meio do público, em uma sequência interminável de stage dives e mosh pits que transformou o espaço em um dos momentos mais explosivos do festival. Na sequência, o Rancore apostou em uma apresentação mais crua e intensa. Focada na divulgação do recém-lançado “Brio”, a banda abriu mão de longas interações para encaixar o maior número possível de músicas no setlist, mantendo o público em movimento o tempo inteiro. Os japoneses do Deviloof provaram que o visual kei extremo e a mistura de deathcore, metalcore e elementos brutais do metal moderno já encontraram uma base sólida de fãs no Brasil. Muitos apareceram caracterizados, com pinturas e figurinos inspirados na banda, criando uma atmosfera de expectativa rara de se ver antes mesmo do início do show. Na sequência, o Angra, mesmo sendo uma banda de metal no meio de um line-up recheado de bandas de hardcore, fez uma apresentação impecável. A produção de palco, os efeitos especiais e a iluminação elevaram ainda mais o impacto do show, enquanto Alírio Netto mostrou segurança e naturalidade em seu primeiro show completo com a banda sem dividir os vocais. A participação especial de Kiko Loureiro levou o público ao delírio com a formação de três guitarras no palco, em um dos momentos mais grandiosos da edição. E falando em hardcore, o Pennywise voltou ao Brasil apenas dois meses depois e entregou um show leve, divertido e completamente sem protocolos. Com muita conversa, improvisos e interação constante, a banda parecia tocar em um ensaio aberto entre amigos. A informalidade acabou funcionando perfeitamente e transformou a apresentação em uma das mais carismáticas de todo o festival. O aguardado retorno do Rodox para Brasília foi um dos shows mais comentados do festival. Rodolfo Abrantes estava claramente emocionado e confortável tocando em sua cidade. A banda desfilou seus principais sucessos e ainda conseguiu convencer a produção a estender um pouco mais o tempo de palco, aumentando ainda mais a sensação de celebração coletiva. Fechando a primeira noite, o Dead Fish celebrou os 25 anos de “Afasia” em um show especial que recuperou músicas raramente executadas ao vivo, como “Noite”. No fim, a sequência de hits transformou o encerramento em um grande coro coletivo, afastando o frio de Brasília com rodas e público cantando do começo ao fim. Dia 2 – Diversidade de rock e suas vertentes No segundo dia, o Papangu mostrou por que se tornou uma das bandas mais inventivas do rock nacional atual. Misturando ritmos regionais brasileiros com rock progressivo e peso extremo, o grupo demonstrou maturidade de palco e naturalidade em grandes festivais, algo que já vinha sendo construído em eventos como Knotfest e Lollapalooza. Na sequência Autoramas abriu o palco principal em um show explosivo e sem espaço para respiro. Liderado por Gabriel Thomaz usando máscara de lucha libre, o grupo apostou nos clássicos do rock alternativo nacional, além de músicas que atravessam toda a trajetória do músico, incluindo hits do Little Quail and The Mad Birds e “I Saw You Saying”, composição feita para o Raimundos. A Lupa, mais uma banda jogando em casa, mostrou forte conexão com o público mais jovem e entregou um dos shows mais calorosos do segundo dia. Com indie rock animado e cheio de personalidade, o vocalista Mucio Botelho também abandonou o palco em alguns momentos para cantar junto à grade e aumentar ainda mais a proximidade com os fãs. A apresentação da Nação Zumbi sofreu um pouco com a sua produção e contou com uma iluminação ora excessivamente escura ora deixando a iluminação direta muito forte, atrapalhando a visão do público. Em vários momentos, os integrantes apareciam apenas como sombras no palco. Ainda assim, a banda cresceu do meio para o fim do show ao apostar nos principais sucessos do repertório, levantando o público em uma reta final intensa. Visitando o Palco 3, a Sh4rk, vencedora da
Lendário Fishbone vem para São Paulo em outubro

O Fishbone confirmou uma apresentação única em São Paulo para o dia 31 de outubro de 2026 (sábado), ocupando o palco do Fabrique Club, na Barra Funda. O show, realizado pela produtora Maraty, será uma verdadeira celebração da cultura de rua, do ativismo e da miscigenação musical. Para deixar a noite ainda mais especial, a abertura ficará por conta do excelente septeto paulistano de ska feminino Maga Rude. Quatro décadas de resistência sem filtros Com mais de 40 anos de estrada, o Fishbone construiu uma trajetória impecável ao recusar qualquer tipo de rótulo ou suavização em seu discurso político e social. Fundada no final dos anos 1970 em Los Angeles, a banda foi a pioneira em fundir as guitarras sujas do punk rock com o balanço do funk metal, a energia acelerada do ska e a alma do soul. Essa mistura única de metais estridentes, baixo estalado e vocais viscerais serviu de fundação para o que se tornaria o rock alternativo dos anos 90, influenciando diretamente bandas do calibre de Red Hot Chili Peppers, Jane’s Addiction, No Doubt e Primus. Retorno ao estúdio com “Stockholm Syndrome” O show em São Paulo acontece em um momento crucial de retomada para o grupo. Em 27 de junho de 2025, o Fishbone quebrou um jejum de mais de 20 anos sem um disco cheio de inéditas com o lançamento de Stockholm Syndrome, o nono álbum de estúdio de sua carreira. O trabalho resgata a urgência rítmica e o comentário político afiado que sempre acompanharam a banda, abordando temas como a sobrevivência urbana, as tensões raciais contemporâneas e a redenção. O grande abre-alas do álbum é a feroz Racist Piece of Shit (também conhecida como “RxPxOxS”), lançada como single em novembro de 2024 como uma crítica contundente ao racismo global. “A música é um alerta para que a humanidade reconheça o ponto de ruptura que está dilacerando a alma deste país e do mundo”, define o tecladista e trombonista original Christopher Dowd. Outro grande momento do disco é Last Call in America, faixa composta pelos membros originais Christopher Dowd e Walter “Dirty Walt” Kibby que conta com a participação lendária de George Clinton, o pai do funk psicodélico e líder do Parliament-Funkadelic. A colaboração de Clinton sela a conexão histórica do Fishbone com a tradição do groove norte-americano. Força da reinvenção do Fishbone Embora a banda tenha enfrentado mudanças drásticas em sua formação em 2024, com as saídas amigáveis dos membros fundadores Norwood Fisher e Walter Kibby, a chama do grupo continua sendo mantida com maestria. A formação atual, que se apresentou com grande destaque em festivais como o Warped Tour 2025 e em turnês ao lado do Primus e Less Than Jake, traz o carismático membro fundador Angelo Moore (voz e saxofone), acompanhado por Christopher Dowd (teclado, trombone e voz), James Jones (baixo), Hassan Hurd (bateria), John “JS” Williams II (trompete) e o retorno virtuoso do guitarrista Tracey “Spacey T” Singleton. Serviço: Fishbone em São Paulo Horários do evento
Balaclava Fest 2026 confirma dois dias de shows e 16 atrações no Tokio Marine Hall

O Balaclava Fest 2026 chega à sua 16ª edição com o dobro do tamanho: serão dois dias de festival, nos dias 26 e 27 de setembro (sábado e domingo), ocupando o Tokio Marine Hall, em São Paulo. O festival foi desenhado com uma estrutura inteligente para o público aproveitar ao máximo. Serão dois palcos com oito shows por dia, em horários não conflitantes. Ou seja, você não vai precisar escolher entre ver a sua banda favorita e descobrir um som novo: dá para assistir a absolutamente tudo. Sábado, 26 de setembro Domingo, 27 de setembro Ingressos para o Balaclava Fest 2026 Os ingressos para cada dia e o passaporte promocional já estão disponíveis na plataforma Ingresse.com. Modalidade Setores disponíveis Vantagens Ingresso diário Pista, Camarote, Frisas e Cadeiras Altas Entrada para o sábado OU domingo. Balaclava combo Pista (Acesso aos dois dias) Desconto no valor das duas datas, entrada prioritária sem filas no festival, cupom de desconto em merch do selo e e-mails com acessos exclusivos para festas de aquecimento. Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência) Se você estiver em São Paulo ou quiser economizar na taxa do site, a venda física oficial acontece no charmoso Takkø Café, localizado na região central da Capital. Serviço: Balaclava Fest 2026
Mariah Carey confirma show de Natal inédito no Brasil em novembro

Quando o calendário vira de outubro para novembro, a cultura pop mundial entra instantaneamente em modo natalino. É o momento exato em que a diva norte-americana Mariah Carey “descongela” em suas redes sociais com o seu tradicional e estridente grito de “IT’S TIIIIIIIME!”. Mas em 2026, os brasileiros vão poder montar a árvore de Natal e acender as luzes muito mais cedo. A “Rainha do Natal” acaba de confirmar que trará ao país, pela primeira vez na história, o aclamado espetáculo Mariah Carey’s Christmas Time. As apresentações estão confirmadas para o dia 17 de novembro (terça-feira), no Allianz Parque, em São Paulo, e no dia 21 de novembro (sábado), na Área Externa da Farmasi Arena, no Rio de Janeiro. A realização dos espetáculos é assinada pela produtora 30e e apresentada pela plataforma Itaú Live, trazendo benefícios para os clientes do banco. Fenômeno de “All I Want for Christmas Is You” A relação de Mariah Carey com as festas de fim de ano tornou-se um pilar da cultura pop em 1994, com o lançamento do álbum Merry Christmas. Foi ali que ela imortalizou All I Want for Christmas Is You, canção que já foi regravada mais de 400 vezes por diferentes artistas e se transformou na trilha sonora oficial de dezembro ao redor do globo. Curiosamente, a faixa só alcançou o topo da Billboard Hot 100 pela primeira vez em 2019, mas desde então retorna anualmente ao primeiro lugar, quebrando recordes de streaming e desafiando analistas da indústria a explicarem o tamanho desse fenômeno. O show temático de Natal virou tradição na agenda da “Mimi” (apelido carinhoso da cantora) em 2014, celebrando as duas décadas daquele álbum. De lá para cá, o concerto ganhou traços de superprodução. O espetáculo atual é dividido em três atos teatrais, trazendo um corpo de bailarinos, coro completo, efeitos visuais mágicos e figurinos exclusivos de alta costura para embalar clássicos como Silent Night, Joy To The World e, claro, o hino natalino principal. Conexão emocional com o Brasil Não é de hoje que a cantora se derrete pelo público brasileiro. Em sua última passagem por São Paulo, em 2025, ela realizou o maior show solo de sua carreira, cantando para mais de 50 mil pessoas. A sintonia foi tão intensa que a diva quebrou o protocolo e retornou ao palco descalça para um bis improvisado, interpretando I Want to Know What Love Is em coro com a arena. “A conexão da cantora com o público brasileiro é tão forte que ela voltou ao palco descalça para um bis que não estava previsto. A expectativa é que a emoção se repita, ainda mais em se tratando de um espetáculo de Natal inédito no país”, revela Carol Pascoal, VP de Marketing e Comunicação da 30e. Ingressos O fã que comprar com cartões de crédito Itaú terá direito a uma pré-venda exclusiva com 30% de desconto (válido apenas para ingressos inteira, limitado a 4 ingressos por CPF). O parcelamento pode ser feito em até 3x sem juros para qualquer cartão Itaú. SÃO PAULO (Allianz Parque – 17/11) Setor Inteira Meia-Entrada Desconto Itaú (30%) Cadeira Superior R$ 395,00 R$ 197,50 R$ 276,50 Cadeira Silver R$ 595,00 R$ 297,50 R$ 416,50 Cadeira Inferior Sul R$ 595,00 R$ 297,50 R$ 416,50 Cadeira Gold R$ 795,00 R$ 397,50 R$ 556,50 Cadeira Inferior Oeste R$ 895,00 R$ 447,50 R$ 626,50 Cadeira Inferior Leste R$ 895,00 R$ 447,50 R$ 626,50 Cadeira Diamond R$ 1.295,00 R$ 647,50 R$ 906,50 Hot Seat Oeste R$ 1.295,00 R$ 847,50 R$ 906,50 Hot Seat Leste R$ 1.295,00 R$ 847,50 R$ 906,50 Cadeira Orange R$ 1.995,00 R$ 997,50 R$ 1.396,50 Cadeira Platinum Personnalité R$ 3.995,00 R$ 1.997,50 R$ 2.796,50 Platinum – 5ª Fileira R$ 4.495,00 R$ 2.497,50 R$ 3.146,50 Platinum – 4ª Fileira R$ 4.995,00 R$ 2.997,50 R$ 3.496,50 Platinum – 3ª Fileira R$ 5.995,00 R$ $3.997,50 R$ 4.196,50 Platinum – 2ª Fileira R$ 7.995,00 R$ $5.997,50 R$ 5.596,50 Platinum – 1ª Fileira R$ 9.995,00 R$ $7.997,50 R$ 6.996,50 RIO DE JANEIRO (Área Externa da Farmasi Arena – 21/11) Setor Inteira Meia-Entrada Desconto Itaú (30%) Pista R$ 495,00 R$ 247,50 R$ 346,50 Pista Premium Personnalité R$ 895,00 R$ 447,50 R$ 626,50 Pacote VIP Itaú Super Fã R$ 1.895,00 R$ 1.447,50 — Cronograma de vendas Pré-venda clientes Itaú Unibanco: Venda geral:
No C6 Fest, Cameron Winter faz de sua estreia no Brasil o devaneio de um louco

O silêncio falou tão alto quanto o piano ou o potente barítono de Cameron Winter em sua estreia no Brasil, no Auditório Ibirapuera, na noite do último domingo (24). Com os ingressos limitados vendidos separadamente, o show fez parte da programação do C6 Fest, que ocupou o parque paulistano no último fim de semana. Cerca de 800 pessoas assistiram ao nova-iorquino que viu, no último ano, tanto o seu trabalho solo quanto a sua banda do ensino médio, o Geese, estourarem e serem incensados por crítica, público e seus pares. Em Try As I May, segunda música do show e primeira tirada do disco Heavy Metal, único registro solo completo do cantor, Winter descreve, com a sua lírica característica, o que parece ser uma relação romântica. Tal qual a sua voz, que sempre parece embriagada, as composições vão de um mundano que não passa longe das palavras de um lunático até o sublime, muitas vezes no mesmo verso. “Você estava destinada a assistir às minhas cerimônias privadas, todas nos cantos escuros de quartos”, ele canta. Se em disco e no papel parece claro que fala sobre a intimidade de um casal, no Auditório, em versão arrebatadora que chega a tornar difícil retornar para a gravação de estúdio, as palavras ganham outro sentido. O show parece mesmo uma cerimônia privada. O posicionamento do piano, na diagonal, faz com que boa parte do público consiga ver apenas as costas do cantor. Mesmo nos melhores lugares, seu rosto segue oposto à plateia. Em toda a noite, se dirige à audiência apenas uma vez, com um “obrigado” em português ao fim da última música, quase como se estivesse tocando sozinho em seu quarto e todo mundo só pudesse contemplar o artista trabalhando. No palco, além do piano, só a luz: ora do holofote, ora do canhão posicionado atrás do instrumento, ora um calor amarelado que desfaz, por alguns instantes, as sombras, e ora a escuridão. Quando não emenda uma música na outra, as pausas são para arrumar o banco, tomar um gole de água, arrumar o cabelo ou ajeitar as mangas da jaqueta, antes de se curvar novamente sobre o instrumento. Ao invés de prejudicar o show, a postura dá força a ele. Se engana quem pensa que Winter faz o que faz porque ignora ou público ou, pior, porque se coloca em um pedestal muito acima dos meros mortais que pagaram por um ingresso. Pelo contrário, como quem diz muito com pouco, a todo momento ele joga com as expectativas e encontra caminhos diferentes dentro de seu próprio repertório. É assim em “Drinking Age”, por exemplo, que aparece ainda mais cadenciada que em estúdio, com longas pausas propositais que fazem com que quem assiste tenha vontade de prender até a própria respiração antes de a canção chegar em seu grandioso e anticlimático refrão: “hoje eu conheci quem eu vou ser daqui pra frente e ele é um merdinha”. A linha tênue entre a loucura e a iluminação está presente o tempo todo, tendo o seu clímax em um dos momentos em que o público se permite irromper em aplausos e gritos, durante a canção “$0”, quando, no que parece um rompante de alguém que acorda de um sonho febril, Winter declara que Deus existe: “Eu não estou brincando dessa vez, eu não faria piada com isso”. Não é à toa que o artista já tenha levado o seu show para os salões de diversas igrejas durante a sua turnê, ou que muitos chamem a experiência de vê-lo ao vivo de “transcendental”. Houve quem ainda arriscasse um ou outro grito fora de hora, inclusive pedindo por alguma música do Geese. Foram poucos, mesmo com o peso da grande expectativa para a estreia brasileira do músico. No geral, Cameron Winter veio, tocou, cantou e se calou. O público o ajudou com um silêncio entrecortado por soluços e pausas pontuais para aplausos.