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Rage Against the Machine se apresentando em show.
Rage Against the Machine se apresentando em show.

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Canção do Rage Against the Machine retorna como hino

O Rage Against the Machine sempre deixou claro seus ideais e posições políticas em suas letras e discursos.

Em fevereiro deste ano, a banda publicou no Instagram uma foto das manifestações no Chile, anunciando seu retorno. Um torcedor de futebol havia sido atingido por um caminhão da polícia e como resultado, surgiram inúmeros protestos pelo país. Ou seja, a imagem indicava que o Rage Against the Machine continuaria com seus posicionamentos críticos.

O RATM estava com a agenda cheia até agosto para retornar neste ano, após nove anos em hiato. O cronograma incluía o Coachella 2020, na Califórnia, em que Anitta e Pablo Vittar também se apresentariam.

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Some of those that work forces are the same that burn crosses

Lançada no fim de 1992, Killing In The Name faz alusão a supremacia branca, racismo institucional e violência policial. Ela compõe o álbum autointitulado de estreia.

No ano seguinte, o vocalista Zack de la Rocha discursou sua indignação com o sistema em um show no festival Pinkpop. Antes da banda iniciar a faixa, ele repete três vezes a seguinte frase, aumentando a intensidade a cada vez que dizia: “eles usam a força para te obrigar a fazer o que os decisores decidiram que você precisa fazer.”

Assim, o single fez sucesso nas rádios americanas e britânicas e na MTV, resultando em disco de platina triplo. Em 1993 as emissoras de rádio dividiam-se entre as que tocavam a versão original, com palavrões e a versão “light”.

Novas versões

Na última quinta-feira (4), Travis Barker e Machine Gun Kelly se juntaram em um cover da música, em prol do Black Lives Matter.

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O clipe conta com vídeos retirados diretamente das manifestações antifacistas recentes nos EUA, após o assassinato de George Floyd por policiais.

Mas não foram apenas grandes artistas que fizeram suas versões. Neste ano ainda, a música original foi lembrada por músicos mirins. Yoyoka, uma baterista japonesa de dez anos. E Audrey, uma malaia de três anos, que canta enquanto seu pai toca violão.

Ademais, assista o videoclipe de Killing In The Name, em que fãs comentam sobre a brutalidade policial das últimas semanas:

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