Cachorro Grande leva o rock gaúcho ao Cine Joia em abril

No dia 17 de abril, a Cachorro Grande ocupa o palco do Cine Joia, em São Paulo, para uma noite que promete revisitar clássicos e reafirmar por que o grupo se tornou a principal exportação do rock gaúcho no início dos anos 2000. Formada em Porto Alegre em 1999, a banda furou a bolha do sul com hits como Lunático, Sinceramente e Você Não Sabe o Que Perdeu. O retorno em 2026 traz um peso extra: a formação atual preserva quase todo o núcleo clássico, com Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (teclados). A trajetória da Cachorro Grande é marcada por escolhas estéticas fortes. Desde o início independente, como o lançamento do álbum As Próximas Horas Serão Muito Boas através da revista OutraCoisa de Lobão, até a sofisticação do disco Pista Livre, mixado no lendário Abbey Road, a banda sempre soube transitar entre a reverência aos anos 60 (Beatles, Rolling Stones) e o frescor do Britpop (Oasis, Primal Scream). A reputação de “banda de palco” foi consolidada com apresentações históricas na abertura de shows para Iggy Pop, Aerosmith e os próprios Rolling Stones. Serviço: Cachorro Grande no Cine Joia Promoção Elo: Na compra de 1 ingresso inteira com cartão Elo, o cliente ganha o segundo ingresso grátis (Válido para compras com cartão da bandeira).
Entrevista | Cachorro Grande – “É bacana perceber que esse amor antigo ainda sobrevive”

No ano em que completa 25 anos de fundação, a formação clássica do Cachorro Grande volta a se reunir para uma série de comemorações. A banda, que encerrou oficialmente suas atividades em 2019, está de volta aos palcos com uma turnê especial que passa por diversas capitais brasileiras. Em São Paulo, o quarteto se apresenta nesta sexta-feira (8), no Carioca Club, a partir das 20h. Ainda há ingressos à venda. O guitarrista Marcelo Gross, um dos fundadores e figura central na história do Cachorro Grande, conversou com o Blog n’ Roll sobre o retorno da banda, a química que se mantém intacta após tantos anos e a forma como essa reunião reacendeu não só a relação entre os integrantes, mas também a conexão com o público. Na entrevista, Gross comentou a possibilidade de novas músicas do Cachorro Grande, analisou o atual cenário do rock no Brasil e no mundo e relembrou histórias de bastidores que vão desde improvisos de palco até o dia em que abriram para os Rolling Stones no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Confira a íntegra da entrevista abaixo. Quando a banda entrou em hiato em 2019, vocês imaginavam que a reunião aconteceria tão cedo? A gente não imaginava que fosse ser tão cedo. Quando a gente anunciou o hiato, baixamos a cabeça e começamos a trabalhar nos nossos projetos individuais, mas veio a pandemia, que exacerbou um pouco a vontade da gente estar no palco de novo, de estar junto, tocar para a galera. Logo depois da pandemia, a gente fez um show de reunião para matar a saudade, depois daqueles dois, três anos de isolamento social. Depois que a gente fez esse show, que foi tão bacana, resolvemos fazer um evento anual de reunião da banda, que aconteceu em 2024 e 2025. A gente decidiu fazer essa turnê por conta que os shows estavam muito bons, tinha uma demanda muito grande de público para assistir a gente, então acho que foi a hora certa para se reunir, comemorar os 25 anos e quem sabe ainda o que vem pela frente, né? Acredito que a gente está no momento em que o rock está voltando, a galera está cansada dessa coisa pré-fabricada e também isso parece ser uma coisa que está rolando no mundo inteiro: essa demanda pelo bom e velho rock and roll desgraçado. Há chances de o Cachorro Grande lançar músicas ou um álbum novo, mesmo com todos focados nos projetos solo? Estamos bastante envolvidos com os nossos projetos solos, e a gente foi vendo até onde a gente podia ir com esse lance da Cachorro Grande. Os shows anuais sempre foram muito legais, tudo ocorreu de uma maneira muito tranquila e agradável. As feridas da banda se cicatrizaram. Durante esse um ano que a gente está fazendo a turnê de 25 anos, fomos mandando músicas novas e tem um material que poderia ser gravado, então existe essa possibilidade. Como a gente está se dando bem, a turnê está indo bem, é provável que no futuro lance alguma coisa, dê uma pausa nas carreiras solo para lançar algo novo. O que mudou na relação entre vocês desde a separação até agora? O problema de quando a gente acabou é que passamos muito tempo juntos, então precisava respirar um do outro, fazer novos projetos, outras coisas, para dar uma arejada na cabeça. Agora está sendo muito bacana, acho que a nossa relação está melhor do que nunca. Os shows têm sido musicalmente muito bons, isso é importante. E é isso, a gente também tem o carinho do público, a galera mais velha que tem essa memória afetiva com a gente, que está levando os filhos, tem uma geração mais nova que não tinha assistido a banda. Tudo isso sensibiliza a gente e faz com que façamos tudo com muito carinho e valorize a presença um do outro. Apesar de termos vivido tanto tempo com muita intensidade juntos, o pessoal está na casa dos 50 anos, a gente já não sabe mais até quando vamos estar por aí, então é bacana perceber que esse amor antigo ainda sobrevive. Na sua opinião, o que torna a formação clássica do Cachorro Grande tão especial para o público? Acho que é uma coisa que a gente mesmo sentiu nos primeiros ensaios lá em 1999, quando reuniu eu, o (Gabriel) Boizinho e o Beto (Bruno). O Boizinho batendo forte na bateria, eu tocando os four chords na guitarra, o Beto com aquela característica da voz dele, depois se juntou o Pedro nos teclados. Como disse antes, não tem como não reconhecer que a química causa na gente e nas pessoas uma fagulha, uma energia que é especial. É a música que a gente faz junto, a característica pessoal de cada um, que cada um tem quando vai tocar, provoca uma mistura que é a Cachorro Grande. Como foi pensado o repertório do show de 25 anos do Cachorro Grande em São Paulo? Como é uma comemoração de 25 anos da banda, ele quase se faz sozinho. Brinco com os guris, o set se faz sozinho porque são quase dez discos, vários hits, clipes que ficaram na memória das pessoas na época da MTV, então se tu botar só as músicas que não poderiam faltar no show, já dá o show. A gente sempre brincou com improvisos no meio do show, a banda se solta ali em vários momentos. Cada show será um show único. O público pode esperar todos os grandes sucessos nesse show? Sim. Não vai faltar nenhuma das favoritas. Os lados B a gente deixa mais para o futuro. Claro que tem uma ou outra coisa, mas é um show essencialmente de hits. Como foi assistir novamente ao documentário A Última Banda de Rock após o retorno da banda? Assisti quando saiu, há um ano, e só fui assistir novamente agora, quando rolou no festival In-Edit, aqui em São Paulo. A gente reuniu a banda para assistir. Lembro a primeira vez que assisti e fiquei meio tenso:
Cachorro Grande celebra 25 anos com show histórico da formação clássica em São Paulo

A lendária banda gaúcha Cachorro Grande encerra a turnê de aniversário de 25 anos com um show especial nesta sexta-feira (8/8), no Carioca Club, em São Paulo. A apresentação reúne novamente a formação clássica com Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (teclado), encerrando a passagem pelo estado paulista em grande estilo. O show marca a celebração de uma trajetória que começou em 2000, quando a banda porto-alegrense começou a construir seu legado com disco homônimo e hits que conectaram rock garage com referências setentistas e atmosferas psicodélicas. Nesses 25 anos, Cachorro Grande consolidou clássicos como Lunático, Sexperienced, De Baixo do Meu Chapéu e Dia Perfeito, além de uma presença consistente em circuitos nacionais independentes e festivais como Planeta Atlântida. Com abertura da banda Hurricanes, influenciada diretamente pela sonoridade da Cachorro Grande, os ingressos para o show estão disponíveis no Clube do Ingresso. Se você mora em São Paulo e ainda não viu essa formação ao vivo, essa é a última chance em 2025 para sentir na pele o vigor e a autenticidade que definiram a banda por mais de duas décadas. ServiçoData: Sexta-feira, 8 de agosto de 2025Local: Carioca Club – R. Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SPAbertura da casa: 22hAtrações: Hurricanes (abertura) + Cachorro GrandeIngressos: A partir de R$90Vendas online: clubedoingresso.com
Best of Blues and Rock anuncia novas atrações e confirma mais duas datas em SP

O Best of Blues and Rock 2025 anunciou três novas atrações para os dias 7 e 8 de junho: Vitor Kley, Cachorro Grande e Paula Lima. Além disso, o evento ganhou mais um fim de semana: 14 e 15 de junho, também no Parque Ibirapuera, em São Paulo, com lineup diferente das datas anteriores. Vitor Kley e Cachorro Grande se apresentam no dia 7 de junho (sábado), enquanto Paula Lima faz show especial em homenagem a Rita Lee, no dia 8 de junho (domingo). Eles se juntam à atração principal Dave Matthews Band (que toca nos dois dias), ao convidado especial Richard Ashcroft (também nas duas datas) e Barão Vermelho (escalado para 8 de junho). As atrações dos dias 14 e 15 de junho serão reveladas em breve pela organização do festival. 7 de junho 8 de junho Serviço – Best of Blues and Rock 2025
Ex-Cachorro Grande, Rod Krieger celebra a música brasileira em Cabelos Longos

Pode ter sido a saudade do Brasil, talvez. O fato é que foi em Portugal que Rod Krieger mergulhou mais a fundo na música brasileira. “Era comum escutar discografias inteiras repetidas vezes”, lembra. E ao ouvir as obras de Alceu Valença, Krieger se reconectou com uma canção que há tempos não ouvia. Cabelos Longos, originalmente lançada em 1974, é o novo single do artista gaúcho. A faixa traz um instrumento indiano já conhecido por aqueles que acompanham os lançamentos do artista. No sitar, está Fabio Kidesh, parceiro de Krieger desde o primeiro single, de 2018, Louvado Seja Deus. “O Fabio foi escolhido para substituir as guitarras da versão original pelo sitar, instrumento que eu tento sempre trazer para o meu trabalho pela beleza da sonoridade que ele nos entrega”. “O mais legal de gravar a versão foi que mostrou como é grande o leque musical do Rod. Muitos não acreditariam se a música não fosse gravada de fato como foi e ficou sensacional”, comenta Fabio. A canção de Alceu, talvez pelo tom sombrio, por vezes irônico, se encaixa no conceito do álbum e se faz bastante atual. “Penso que essa letra ainda faz sentido mesmo cinquenta depois. O tom irônico e sarcástico condiz muito com pensamentos que tenho em relação aos dias de hoje”, diz Rod. “Na versão que produzi, o som da bateria eletrônica somado à linha de baixo leva o ouvinte para dentro da canção. E o sitar e a voz mais solta deram o equilíbrio que busco reforçar no meu trabalho ao misturar o eletrônico com o analógico”. E continua: “As notas tocadas pelo sitar dançam dentro da música e elevam as texturas sonoras. Isso é o que faz transitar por frequências que acabam alterando a percepção. E, de certa forma, as imagens sobrepostas também conseguem este efeito”. Imagens essas que podem ser vistas no vídeo da música dirigido pelo artista aqui. A sobreposição de imagens em preto e branco com pitadas de surrealismo tem sido a referência base para este novo trabalho de Rod Krieger, que somada às imagens do fotógrafo Daryan Dornelles acabaram criando uma estética bastante particular para o projeto.
Cachorro Grande anuncia retorno à estrada com turnê de 25 anos

No ano em que completa 25 anos de fundação, a Cachorro Grande volta a se reunir para uma série de comemorações. A banda, que encerrou oficialmente suas atividades em 2019, pegará a estrada para uma turnê especial de aniversário que passará pelas principais capitais do Brasil. Nas apresentações, o grupo subirá ao palco com a formação clássica, que conta com os fundadores Beto Bruno nos vocais, Marcelo Gross na guitarra, Gabriel “Boizinho” Azambuja na bateria e Pedro Pelotas nos teclados. Juntos, eles tocam os maiores hits que marcaram essas mais de duas décadas de banda, relembrando os grandes sucessos que fizeram com que a Cachorro Grande se consagrasse entre as mais importantes bandas do rock brasileiro, com faixas icônicas como Você não sabe o que perdeu, Que Loucura!, Lunático e Sinceramente. O primeiro show será em Porto Alegre, no dia 27 de setembro, às 21h30, no Auditório Araújo Vianna. “É o lugar onde a nossa história começou. Estou louco para pegar a estrada com os guris e tocar na nossa primeira casa”, comemora Beto. Os ingressos começam a ser vendidos nesta quarta-feira (17), às 10h, pelo Sympla. A vontade de voltar a conviver e circular pelo país cresceu aos poucos nesses últimos seis anos. Depois de anunciar o seu fim em 2019 e o lançamento das carreiras solo de Beto Bruno e Marcelo Gross, a banda resolveu fazer dois shows em 2022, que lotaram rapidamente em Porto Alegre e em São Paulo. Ainda se encontraram mais uma vez na capital gaúcha, em 2023 e, em maio deste ano, esgotaram em menos de dez dias todas as entradas para o show solidário que fizeram no Cine Joia, na capital paulista, para arrecadar fundos para os atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul. “Os últimos shows acenderam uma faísca e aumentaram a saudade que estávamos de tocar juntos. Estamos muito felizes com esse reencontro”, conta Beto. A receptividade do público e a energia em cima do palco deram ânimo para a confirmação da turnê. “Está sendo muito gratificante estarmos juntos novamente e sentir a química que existe entre a gente e o público. As pessoas se emocionam através da memória afetiva, e tem uma nova geração que ainda não tinha assistido a banda que vibra com os shows”, comenta Gross. A tour de 25 anos é uma realização da Maia Entretenimento em parceria com a Stage Minds e incluirá cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e diversos outros estados. As datas e os locais dos shows serão confirmados em breve. “Temos muito orgulho de fazer parte desse momento tão importante para o rock brasileiro, participando desse novo capítulo da Cachorro Grande. Tenho certeza de que os fãs irão se divertir muito”, aponta Gustavo Sirotsky, diretor da Maia Entretenimento. A Cachorro Grande também comemora em 2024 os 20 anos do seu segundo disco, As Próximas Horas Serão Muito Boas, que acaba de ser relançado em formato de vinil pelo selo Maleta Discos. O trabalho foi masterizado a partir das fitas analógicas originais e conta com músicas como Que Loucura! e Hey Amigo. “É um dos meus discos favoritos, que chega com uma edição em vinil duplo em 45 RPM. É o único disco da Cachorro Grande que ainda não tinha sido lançado em vinil”, explica Beto. Com mais de dez álbuns e DVDs lançados, a Cachorro Grande tem uma das obras mais relevantes do meio musical deste século. A banda foi considerada a mais importante banda de rock’n’roll de sua geração pela MTV Brasil, já lotou shows em diferentes cidades do Brasil e participou dos principais festivais de música do país, além de ter sido escolhida para uma série de aberturas de grandes ícones internacionais, como Aerosmith, Iggy Pop & The Stooges, Primal Scream, Supergrass, Oasis e Rolling Stones. SERVIÇOCachorro Grande | Início da tour de 25 anosDia 27 de setembro, sexta-feira, às 21h30Auditório Araújo Vianna (Parque Farroupilha, 685, Porto Alegre/RS)Ingressos à venda a partir de quarta-feira, dia 17 de julho, às 10h, pelo SymplaRealização: Maia Entretenimento e Stage Minds
Álbum de estreia do Cachorro Grande ganha versão deluxe

Lançado em 2001, o álbum Cachorro Grande, estreia da banda homônima, até hoje é um dos grandes sucessos do grupo. Já clássico, ele foi relançado em vinil recentemente e agora chega ao streaming em versão DeLuxe com várias gravações da época ainda inéditas. “Percebemos que esse disco tem um lugar cativo no coração dos fãs e tivemos a ideia de remasterizar, usando a tecnologia atual, e trazer gravações raras e históricas que fizemos até chegar no resultado final”, explica o guitarrista Marcelo Gross. “A edição Deluxe contém a primeira demo com quatro músicas, a pré-produção com a preparação para a gravação, versões acústicas inéditas e uma canção que ficou de fora do álbum”, completa o músico. Mais do que um presente para os fãs, o álbum é um convite para um olhar aprofundado sobre uma das obras mais importantes na carreira da Cachorro Grande. O ouvinte irá percorrer todo o processo de construção do álbum, além de curtir esse disco clássico com uma qualidade de som atualizada pelos recursos tecnológicos disponíveis de hoje em dia.
Eletrônica 2.0: PIC-NIC divulga single com Beto Bruno (Cachorro Grande) e celebra retorno em definitivo

A banda PIC-NIC divulga o single Eletrônica 2.0. A faixa, que tem participação especial de Beto Bruno (ex-Cachorro Grande), elucida a importância dos anseios e celebra o retorno definitivo do grupo que esteve em hiato nos últimos 14 anos. Hiato este que só foi interrompido em meados de 2021, quando a PIC-NIC divulgou o disco 2007, que transita por uma sonoridade doce e madura, com nuances do grunge e do rock alternativo. Eletrônica 2.0 também navega por esse contexto, no entanto, traz aspectos da música pop e flui por uma espécie de bossa nova em alguns momentos. O baixista da PIC-NIC, Chokkito, frisa que a canção é marcante devido ao elo vocal de Beto Bruno com a vocalista do grupo, Guidi Vieira. “Convidamos o Beto Bruno para fazer a voz porque sabíamos que seria um contraste muito interessante com a voz da Guidi, que é bem delicada. Ou seja, o exato oposto da voz rasgada e potente do Beto”. Guidi Vieira também destaca essa combinação à medida que aponta a origem da faixa. Segundo a cantora, Eletrônica 2.0 inicialmente chamava-se apenas “Eletrônica”, tendo sido composta há mais de 20 anos. “Foi uma das primeiras canções compostas pela banda, lá pelos idos de 2001. Ao darmos uma nova cara para ela, incluindo mais uma voz contrastante, entendemos que não poderia ser apenas a “Eletrônica”, mas uma versão “2.0” da mesma. É quase outra canção, porque a energia é muito distinta da versão original”, frisou. Beto Bruno, por sua vez, aponta que a canção Eletrônica 2.0 é envolvente e certeira. “Essa música me pegou de primeira. Há muito tempo não ouvia algo tão doce e empolgante”. Para chegar nessa sonoridade, os próprios guitarristas da PIC-NIC, Miguel e Paulinho Gehm ficaram responsáveis pela produção. A mixagem e a masterização, por outro lado, são de Davi Pacote. Além de Miguel, Paulinho, Chokkito e Guidi, a PIC-NIC conta com o baterista Robson Riva em sua formação. Hoje, o quinteto está a todo vapor, ensaiando para shows e preparando novos conteúdos autorais. Neste mês, por exemplo, a PIC-NIC tocará na Audio Rebel, no Rio de Janeiro (RJ). Na ocasião, o grupo divide o palco com a banda Badke.
Longe do Cachorro Grande, Beto Bruno divulga videoclipe de Depois do Fim