Linda Perry anuncia seu 1º álbum solo em 25 anos e regrava o hit “Beautiful”

A vocalista e compositora Linda Perry acaba de fazer um anúncio histórico. A frontwoman do 4 Non Blondes revelou o lançamento de Let It Die Here, seu primeiro álbum solo em mais de 25 anos. O disco, que já está disponível para pré-venda, tem lançamento marcado para o dia 8 de maio, através dos selos Kill Rock Stars e 670 Records. Linda Perry é a verdadeira dona de “Beautiful” Para abrir os trabalhos da nova era, Perry lançou o primeiro single do projeto: a faixa Beautiful. Se o nome soa familiar, não é coincidência. A música se tornou um hino pop global e um sucesso estrondoso na voz de Christina Aguilera em 2002. O que muita gente esquece é que a faixa foi inteiramente composta por Linda Perry. Agora, a artista lança sua própria versão, ressignificando a mensagem da letra através de sua perspectiva e experiência de vida. A faixa chegou acompanhada de um videoclipe cinematográfico estrelado pelos atores Lukas Haas e Shane Powers. O vídeo retrata a essência de Beautiful através dos olhos de uma criança em um show de talentos, onde a autoaceitação determina o verdadeiro vencedor — um visual marcante sobre a liberdade de sermos quem realmente somos. Documentário e apresentação na TV A inspiração de Perry para compor as músicas deste novo projeto surgiu durante as filmagens de um documentário homônimo (Let It Die Here), que também chegará aos cinemas em maio deste ano. Para promover o lançamento, a cantora fará uma performance ao vivo de Beautiful no Jimmy Kimmel Live! já amanhã (24). Retorno do 4 Non Blondes Como se um novo álbum solo e um documentário não fossem suficientes, o comunicado de imprensa trouxe uma bomba no parágrafo final para os fãs de rock dos anos 90: Linda Perry está se preparando para o lançamento de um novo álbum do 4 Non Blondes, previsto para sair ainda no final deste ano.

Entrevista | Teago Oliveira – “A melhor forma de se defender do mundo é buscando ser feliz”

Um dos principais compositores de sua geração, o baiano Teago Oliveira é mais conhecido por liderar a banda de rock Maglore, com quem gravou cinco álbuns de estúdio, um ao vivo e um acústico. No último dia 10 de outubro, o artista, que já foi interpretado por nomes como Gal Costa, Erasmo Carlos e Pitty, lançou ao mundo a sua segunda aventura solo, o disco Canções do Velho Mundo, sucessor de Boa Sorte, de 2019. Gravado em um home studio com o mínimo de computadores possível, o trabalho tem coprodução do próprio Teago em parceria com Otávio Bonazzi. Contando com uma variedade de ritmos e influências que vão desde o indie rock até a MPB, o disco também tem faixas com participações especiais de Eric Slick, baterista da banda norte-americana Dr. Dog, e da artista carioca Silvia Machete. Em entrevista ao Blog n’ Roll, o cantor falou sobre o processo de composição do álbum e das suas letras. Ele também bateu um papo sobre a sua carreira, Gilberto Gil, a busca pela felicidade, entre outros. O que motivou você a voltar agora para um trabalho solo? É a vida mesmo. Tem uma quantidade de músicas que me sinto seguro de lançar, que eu enxergo que estão fora da banda também. A banda é o meu primeiro trabalho, vamos dizer, né? Tô nela há 16 anos já. Às vezes até parece que o meu trabalho solo é a banda, porque, enfim, compus a maior parte dos discos. Eu sempre fui apaixonado por ter banda, sempre quis ter banda, o sonho da minha vida era ter uma banda de rock um dia, né? E eu realizei esse sonho com a Maglore, que é uma conjunção de identidades que forma uma identidade só. Ao longo dos anos, eu sempre compus, mas o som da banda não é necessariamente exatamente o meu som. Lógico que tem muito a ver, tem muita coisa a ver, mas eu preciso deixar também a banda ter a cara dela, sabe? Então tem muita coisa que é dos caras ali, e o meu trabalho solo vem de uma vontade de explorar outras coisas. Outras linguagens que eu também tenho enquanto compositor e a vontade, também, de produzir discos, que é uma coisa que eu já faço há muito tempo, mas não assino produção. Essa foi a primeira vez que eu assinei mesmo a produção junto com o [Otávio] Bonazzi. Eu sempre coproduzi discos, mas dessa vez eu me senti seguro pra assinar, e aí eu juntei essas músicas ao longo desses últimos dois anos e quando eu senti que estava pronto o esquema da composição, eu fui gravar elas. E as músicas estavam prontas quando você começou a gravar ou você foi fazendo durante? Quando eu comecei a gravar eu tinha basicamente 80% das coisas prontas, tanto de melodia como letra, tava 80% do caminho andado. Durante o processo, acabou surgindo Não Se Demore, que foi uma música que eu fiz porque eu precisava testar um microfone novo, que eu tinha pego o violão e aí começou a vir a música e aí eu parei de testar o microfone e fui fazer a música, e depois voltei pra testar o microfone. Tematicamente, o disco fala bastante da passagem do tempo, né? Desde a primeira música, Minha Juventude Acabou, até o final, só que não necessariamente de um jeito negativo. Mais como alguém que pensa no futuro enquanto olha pro passado. É viagem minha ou é isso mesmo? É um pouco assim, cara, música é um negócio muito… né? Tipo, como é que eu vou dizer que a interpretação da pessoa não tá certa? Se você colocar uma música minha numa questão de vestibular, muito provavelmente eu vou errar também, eu não vou saber. Muitas vezes a galera acha que a gente é dono da obra, mas, na verdade, a gente não é, a gente só escreveu e, enfim, existem várias interpretações. Essa é uma delas e eu acho válida também. Eu acho que o disco tem uma veia cômica assim, sabe? Que é algo que eu venho desenvolvendo já há algum tempo, que é coisa da idade mesmo. Ele fala sobre uma passagem do tempo, mas ele não fala do envelhecimento em si. Ele fala do tempo como curso das coisas. Não é linear esse tempo, ele fica indo pra vários tempos assim, o disco, né? E é isso, eu falo com humor sobre, não necessariamente só sobre a passagem do tempo, mas sobre diversos momentos de vida. Eu acho que eu falo mais sobre o mundo do que sobre o tempo, talvez, neste disco. Falo mais sobre o que tá fora do que o que tá dentro da minha vida. Óbvio que eu, como sou muito fã de compositores que escrevem cotidiano e que escrevem coisas e que criam mundos a partir de situações e experiências vividas, experiências próprias da vida, confessionais, como, sei lá, Bob Dylan, John Lennon, enfim, Caetano, Gil — eu não tô me comparando com esses caras, não, só tô falando que eles são uma referência, obviamente. São compositores que eu sempre escutei e que me agradam mais do que alguns outros e tal — óbvio que tem alguma coisa ou outra mais confessional que fica misturada com a narrativa de cada canção. Tem passagem do tempo, tem a forma de falar de amor fraterno, tem a forma de falar de amor entre duas pessoas, o amor carnal, o amor espiritual também, enfim, fala de mundo, fala de algoritmo, fala de uma porrada de coisas. E você pode falar um pouco das participações especiais também? Tem o Eric Slick [em Spaceships] e a Silvia Machete [em Vida de Casal] em duas músicas que, inclusive, você canta em outras línguas. Como foi esse processo? Eu acho que foi, até um ponto… eu não gosto muito de feat, não, eu não gosto de feat em disco. Geralmente, quando tem feat em disco, eu nem escuto, pulo, sempre ouvi disco sem feat, né? E nesse disco

João Ramos, vocalista da Caos Lúdico, estreia projeto solo com single Onda Boa

Conhecido por seu trabalho nas bandas brasilienses Caos Lúdico e Paranoia Bomb, João Ramos estreia sua trajetória solo com o single Onda Boa, já disponível nos principais tocadores digitais. “Estou aproveitando muito essa nova fase, explorando outras influências e uma estética diferente, que também adoro”, adianta João. A música lançada de forma independente, foi produzida por Jorge Zulim no estúdio Zulim Sounds em Brasília – DF, e mixada por Dan Felix. “A produção valoriza as camadas, a dinâmica e o sentimento da canção”, diz o músico. A letra, em parceria com Álvaro Dutra, versa sobre a vida vivida com leveza e autenticidade. “Mais do que falar de amor, ela comemora a liberdade de sentir sem pressa, sem traumas, sem clichês, seguindo seu ritmo e confiando no tempo. É se permitir viver, olhar para o passado com leveza, aproveitar o presente e estar em sintonia consigo mesmo”, revela. Com um gosto musical que vai do punk rock à musica jamaicana, passando pelo folk, country, soul e MPB, João Ramos diz absorver tudo o que o emociona, transformando em algo totalmente seu. “Para mim, ouvir música é buscar informação, conhecimento e experiências — é uma forma de ser melhor como artista e como pessoa. É dessa mistura de influências que surge algo autêntico e com a sua própria identidade”. Onda Boa conta com a participação de Rodrigo Txotxa (Natiruts, e ex-Plebe Rude e Maskavo Roots) na bateria, Fellipe Souljah nos violões, Jorge Zulim Bittar nos teclados e Malu Cascardo nos backing vocals.

Samuel Rosa inicia nova fase da carreira com álbum Rosa

Nos últimos 30 anos, Samuel Rosa ficou marcado como a voz do Skank, uma das bandas mais bem sucedidas da música brasileira. Agora, o músico mineiro inicia uma nova fase com a chegada do primeiro álbum solo, Rosa, lançado nesta quinta-feira (27). O título do disco é autorreferencial mesmo, como uma autoafirmação. A ideia é dar justamente continuidade ao legado e não criar uma ruptura, para demarcar esse rito de passagem. “Eu não queria agora buscar compulsivamente fazer algo que eu nunca fiz. Quero exercer o que eu sou”, afirma Samuel Rosa. “Minha marca é meu patrimônio.” Samuel usa como uma espécie de mantra uma imagem que viu de perto: a de Paul McCartney tocando resignadamente Hey Jude ao piano, no show que ele apresentou no ano passado, para uma plateia pequena em Brasília, na qual o guitarrista, compositor e cantor mineiro estava presente. Hey Jude é um sucesso antigo, de 1968, mas que o ex-Beatle segue mantendo em suas apresentações. “Eu brinco que o Paul mandou por telepatia para mim: ‘Samuel, não inventa, faça o que você sabe fazer’”. E o músico fez o que ele sabe fazer. “Eu quis soar eu mesmo, naturalmente, sem querer fazer um disco pretensioso. Deixei que o novo aparecesse de forma espontânea”, explica. Ouvir as dez faixas do álbum Rosa é constatar como a composição de Samuel Rosa moldou o estilo do Skank como o conhecemos nesses anos todos, flertando com vários gêneros musicais, mas tendo o pop como um filtro, uma bússola. Rosa foi feito de forma imersiva, intensa e orgânica, com menos máquina e mais banda tocando, inclusive quando a bateria eletrônica entra em algumas faixas. É também um disco mais brasileiro. Isso se deve muito a uma forte atmosfera musical que remete a Erasmo Carlos e Jorge Ben Jor, influências de Samuel, e a elementos bossanovistas. Tudo embalado no seu universo popular repleto de nuances. Já as letras, que trazem vivências do próprio compositor, enveredam-se pelo universo do amor, para falar sobre relações em suas várias vertentes. É uma obra ensolarada, mesmo tratando de temas mais espinhosos dos relacionamentos. Com exceção da faixa Rio Dentro do Mar, que foi composta por Samuel no final da pandemia, em 2022, essa safra de canções inéditas feitas especialmente para Rosa nasceu de um processo peculiar desenvolvido por ele. Entre janeiro e fevereiro deste ano, o músico se isolava no quarto da sua filha, em Belo Horizonte. Ali ele fazia o que chama de ‘composição induzida’, durante três, quatro horas, sempre no período da manhã. Depois do almoço, ele partia para o estúdio, onde encontrava os integrantes de sua nova banda, formada por Doca Rolim (violão e guitarra), Alexandre Mourão (contrabaixo), Pedro Kremer (teclados) e Marcelo Dai (bateria e percussão). “Era disciplina mesmo, eu me comprometi a chegar todos os dias com uma música nova de tarde e mostrar para banda, ainda que fosse ruim, boa, média, sem julgamentos”, conta ele. Samuel divide a produção de Rosa com outro velho parceiro, o engenheiro de áudio e produtor musical Renato Cipriano. Samuel chegou a mostrar para sua banda 20 canções e, juntos, chegaram aos dez. Segue o Jogo (Samuel Rosa) é o primeiro single do novo trabalho. É sobre o fim de relacionamento, só que tratado com certa leveza. Cada um segue sua vida, sabendo que o que fica é a lembrança de um amor que foi bom enquanto durou. “Você pra um lado/Eu pro outro/Tá tudo certo/Segue o jogo”, canta Samuel no refrão, que transmite aquela sensação de déjà-vu de sucesso infalível. “Eu não fiz a canção especificamente para algum caso. Fiz para coisas que vivi. E vejo nesses rompimentos o quanto de culpa que carregam as pessoas. As pessoas que saem de uma relação sentem culpa e as que ficam, também”, pondera Samuel. Nessa faixa, ele retoma o acorde de sétima maior, muito usado pela Bossa Nova e por Marcos Valle e Sérgio Mendes, que dá à canção um tom de leveza, um recurso usado por ele há tempos. Por isso, Segue o Jogo estabelece uma tênue ligação com outras obras compostas por Samuel anteriormente. Enquanto isso, dentro do repertório do disco Rosa, Segue o Jogo está espelhada com a canção Não Tenha Dó (Samuel Rosa). Ambas as faixas falam sobre o desamor, mas, diferentemente de Segue o Jogo, o eu-lírico de Não Tenha Dó ainda carrega a dor da separação. “Você bem que acostumou/Com o meu implorar/Você disfarça, mas gostou/Do meu sofrer”, traz o refrão. As duas canções têm temas parecidos, como se fossem capítulos do mesmo livro. Não Tenha Dó é outra bossinha também, mas já é mais MPB mesmo”, conceitua Samuel. Essa faixa ganha ainda um clima meio sessentista graças ao arranjo de cordas do canadense Owen Pallett, que trabalhou com bandas como Arcade Fire, Duran Duran e REM. “Eu adoro The Last Shadow Puppets, um projeto do Miles Kane com Alex Turner, do Arctic Monkeys. Eles têm dois discos e o som, principalmente do primeiro álbum, é bem retrô, lembra trilha dos anos 60, misturado com rock. Pedi para que ele fizesse um The Last Shadow of Puppets tropical.” Pallett assina os arranjos de cordas também de Palma da Mão e Rio Dentro do Mar, outras duas canções do álbum. Rio Dentro do Mar é uma metáfora que nasceu de uma percepção que Samuel teve durante a pandemia. Frequentando mais o litoral paulista, ele passou a prestar atenção no mar e viu que as correntes que se formam nele se parecem com rios dentro do mar. Coincidência ou não, Rio Dentro do Mar remete à sonoridade de Dois Rios, sucesso do disco Cosmotron (2003). Além dos arranjos, Rio Dentro do Mar se conecta à Palma da Mão pelo tema que permeia ambas: o início de relacionamento de Samuel com a jornalista Laura Sarkovas, mãe de sua filha recém-nascida, com ela morando em São Paulo e ele, em Belo Horizonte, além da distância imposta pelas viagens do músico em turnê. Ciranda Seca (Samuel/Pedro Kremer/Rodrigo Leão) foi feita para a

Samuel Rosa lança Segue o Jogo e inaugura uma nova fase da carreira

Primeiro single do aguardado disco solo de Samuel Rosa, Segue o Jogo chegou nas plataformas digitais. A canção, com letra e música de Samuel, é uma das dez faixas do álbum Rosa, que marca a estreia de uma nova fase na carreira do músico após o fim do Skank, em 2023, depois de mais de 30 anos de estrada. Agora, Samuel celebra o início dessa jornada, feliz por estar ao lado de sua nova banda e por seguir com ela em nova turnê pelo Brasil a partir do segundo semestre deste ano. Segue o Jogo revela como o cancioneiro de Samuel Rosa extrapolou a condição de coleção de hits atemporais e se tornou uma marca, uma grife. Não é qualquer autor que conquista esse reconhecimento. É para seleto grupo de compositores – e isso no âmbito nacional e internacional. A introdução da música já mostra uma familiaridade na audição que se confirma segundos depois com a voz e o estilo de compor muito próprio de Samuel. Bingo, só podia ser ele! A música fala sobre temas que entram na seara das relações e é fundamentalmente sobre relações que trata o disco Rosa, em todas suas vertentes. Mas Segue o Jogo não é aquele tipo de ‘canção para cortar os pulsos’ à la Tom Waits. Pelo contrário: existe a plena consciência de que as coisas não deram certo, a relação chegou ao fim e tudo bem. Cada um segue sua vida, sabendo que o que fica é a lembrança de um amor que foi bom enquanto durou. “Você pra um lado/Eu pro outro/Tá tudo certo/Segue o jogo”, canta Samuel no refrão, que transmite aquela sensação de déjà-vu de sucesso infalível. “Eu não fiz a canção especificamente para algum caso. Fiz para coisas que vivi. E vejo nesses rompimentos o quanto de culpa que carregam as pessoas. As pessoas que saem de uma relação sentem culpa e as que ficam, também”, pondera Samuel. Ele queria falar sobre esse fim, mas não de uma maneira dura. “Acho que amor é isso: começa, mas tem uma hora para acabar. Eu não quis uma coisa muito densa, é quase que brincalhona para exatamente exorcizar essa culpa, essa condenação.” A melodia de Segue o Jogo contribui para a leveza dessa narrativa sobre um momento doloroso, porém inevitável, meio Erasmo Carlos, meio Jorge Ben Jor – influências que ecoam na música de Samuel. Nessa faixa, ele retoma o acorde de sétima maior, que dá à canção um tom de alegria, um recurso usado por ele desde a época do Skank. Por isso, Segue o Jogo estabelece uma tênue ligação com o hit Balada do Amor Inabalável, do álbum icônico Maquinarama (2000), do Skank. “O Skank foi uma das primeiras bandas do pop-rock brasileiro a insistir no acorde com sétima maior, hoje muito usado pela turma que redescobre agora a MPB, em Balada do Amor Inabalável, que foi uma música que estourou. Ela é toda com esse acorde, por isso que parece bossa nova. Então, Segue o Jogo tem um pouco de ‘Balada do Amor Inabalável’ na levada”, ressalta o músico. Já a sonoridade recriada pela bateria mais eletrônica, a cargo de Marcelo Dai, inevitavelmente remete ao delicioso clima de Cosmotron, disco disruptivo do Skank (2003). Samuel Rosa resgata também o recurso da harmonia vocal presente em Cosmotron. E essa harmonia, que surge sutilmente nos backing vocals de Samuel e dos integrantes de sua nova banda, Marcelo Dai, Pedro Kremer, Doca Rolim e Alexandre Mourão, ajuda a reforçar essa atmosfera ‘despressurizada’ de Segue o Jogo.

Membro do O Rappa e Afrika Gumbe, Marcelo Lobato lança EP de estreia

O renomado músico, produtor musical e compositor Marcelo Lobato, conhecido por seu trabalho com O Rappa e com a cultuada Afrika Gumbe, lançou o primeiro EP solo Carregador de Piano junto do clipe A Voz de Dentro, A Voz de Fora. O projeto, que teve início durante a pandemia, foi totalmente gravado nas bases musicais da própria casa de Lobato, destacando sua versatilidade e alcance como artista. “Carregador de piano é um termo que vem do futebol. O cara que exerce várias funções no time. Não fica acomodado com o resultado cômodo, óbvio… Ao longo da minha trajetória musical nunca me aquietei a fazer uma coisa só. Até por uma questão de sobrevivência. Gosto de experimentar timbres diferentes, ritmos diversos, combinar estilos musicais distintos. Já faz parte da minha natureza em relação à música. Participo de todas as etapas que fazem parte do trabalho”, conta ele. Com produção de Lobato e Zé Nóbrega, o EP conta com participações especiais de Elizza e Rodrigo Suricato. Marcelo encontrou Suricato durante uma gravação no Estúdio Nas Nuvens, e o convidou para participar da música O Que Move o Mundo, resultando em uma colaboração rápida e frutífera. Já Elizza, o encontro foi em uma roda de samba em Laranjeiras e, após uma participação, notou-se uma sinergia criativa e nasceu uma amizade. Além de colaborarem no EP, Lobato produz musicalmente o trabalho de Elizza.

Bradley Simpson, do The Vamps, lança single de estreia “Cry At The Moon”

Bradley Simpson lançou seu single de estreia, Cry At The Moon,via Sony Music. A faixa foi coescrita por Bradley, Andrew Wells, Anthony Rossomando e Jordan Asher Cruz, também conhecido como BOOTS. “Cry At The Moon começou em Los Angeles no início do processo de escrita para o álbum com Anthony e Andrew. Eu sabia que queria me inspirar em influências das quais cresci, passamos as primeiras duas horas da sessão ouvindo bandas que amávamos muito, Queens of the Stone Age e Raconteurs. Conforme a melodia do refrão se formava, construíamos em torno disso. Foi exatamente como queria seguir em frente com o som do álbum, e isso abriu o processo de escrita para mim”. Bradley é mais conhecido por seu papel como cantor, compositor e líder da banda britânica The Vamps. Com apenas 28 anos, a transição de Bradley de líder de banda para artista solo é impulsionada por sua coleção de músicas pessoais, sinalizando um novo capítulo emocionante em sua carreira.

Vocalista do The Bombers e Reverendo Frankenstein lança álbum solo

Vocalista do The Bombers e Reverendo Frankenstein, Matheus Krempel registrou um show intimista no seu próprio estúdio, Porto Produções Musicais, em Pinheiros, São Paulo, que agora chega ao streaming. Uma Noite Entre Amigos traz 13 faixas em versões acústicas. “Em 2019, gravei uma apresentação minha no formato violão e voz. O público participou bastante do show, o que ao meu ver trouxe um clima de bagunça intimista bem legal. Na época, fiquei com vergonha de lançar. Sem a companhia do The Bombers ou do Reverendo Frankenstein, a insegurança falou mais alto, abandonei o projeto. Meses atrás, re-ouvi, achei muito honesto e sorri muito”, explica o vocalista do The Bombers sobre o registro ao vivo. A apresentação de Krempel basicamente consiste de músicas do The Bombers, uma inédita (29 de Outubro) e covers de Madonna (Like a Virgin) e Soul Asylum (Without a Trace). A mixagem ficou por conta do Raul Zanardo (da banda Dum Brothers) e a masterização foi feita por mim. No próximo sábado, a partir das 16h, no Porão da Cerveja (Rua Lopes de Oliveira, 610, Barra Funda, São Paulo), Krempel fará um show de lançamento do álbum Uma Noite Entre Amigos. Ouça abaixo Uma Noite Entre Amigos, de Matheus Krempel

Membro d’O Rappa, Marcelo Lobato anuncia EP solo “Carregador de Piano”

O renomado músico, produtor musical e compositor brasileiro Marcelo Lobato, conhecido por seu trabalho com O Rappa e com a cultuada Afrika Gumbe, anunciou o lançamento de seu primeiro EP solo Carregador de Piano. Com produção de Lobato e Zé Nóbrega, o EP contará com participações especiais de Elizza e Rodrigo Suricato e será lançado no dia 29 de março. Uma verdadeira carta de intenções criativas, o projeto solo surgiu durante o período pandêmico, com o artista explorando sua versatilidade até onde conseguia chegar. O projeto, que teve início durante a pandemia, foi totalmente gravado nas bases musicais da própria casa de Lobato, destacando sua versatilidade e alcance como artista. Para Marcelo Lobato, o título Carregador de Piano é uma síntese de sua jornada como artista. “Carregador de piano é um termo que vem do futebol. O cara que exerce várias funções no time. Não fica acomodado com o resultado cômodo, óbvio… Ao longo da minha trajetória musical nunca me aquietei a fazer uma coisa só. Até por uma questão de sobrevivência. Gosto de experimentar timbres diferentes, ritmos diversos, combinar estilos musicais distintos. Já faz parte da minha natureza em relação à música. Participo de todas as etapas que fazem parte do trabalho.” Carregador de Piano será lançado pela Lobo Records, selo do artista e que busca em sua diversidade uma fusão única de estilos musicais e colaborações, com olhar para a música urbana junto da world music e da MPB.