Melim anuncia pausa na carreira; entenda motivo

A banda Melim anunciou, no último sábado (4), em primeira mão no programa Altas Horas, da TV Globo, a pausa na carreira para seus integrantes seguirem seus projetos em carreira solo. “Nós vamos dar uma pausa na nossa banda para a gente seguir novos sonhos agora em carreiras solos. Um Melim é pouco é agora vão ser três pra vocês cantando. Sabemos que para muitas pessoas vai ser difícil, mas é um encerramento de ciclo e não o fim. Vamos voar pra novos caminhos, mas vamos continuar vivendo juntos. Vamos pensar pelo lado bom pra todo mundo: ao invés de um álbum por ano ou dois, agora vão ser três e muitos shows por aí”, afirmaram. O fechamento deste ciclo será coroado com o lançamento do primeiro DVD do trio, Melhor de Três, na próxima quinta-feira (9). Gravado em agosto no Vibra São Paulo, o material audiovisual trará um show inédito com alguns dos maiores sucessos do trio e muita emoção. “Temos o nosso primeiro DVD da carreira, que se chama Melhor de Três porque somos três – e também é o melhor dos nossos três álbuns autorais que a gente lançou”. A decisão da pausa partiu de comum acordo entre Diogo, Rodrigo e Gabi, que agora preparam voos individuais na música, expressando a subjetividade de cada um na sua arte. Em uma trajetória que sempre prezou pelo amor, carinho e cumplicidade, a relação entre os artistas continua agora apenas como irmãos, elo que os uniu desde o princípio na vida e na música. Vale ressaltar que o trio cumprirá normalmente toda a agenda de compromissos e shows programada até o final deste ano, realizando seu último show no dia 31 de dezembro. Em mais de oito anos de história, Melim se tornou um dos maiores grupos musicais do Brasil, acumulando sucessos e conquistas na carreira, com três indicações ao Latin Grammy e 16 certificados de sucesso, incluindo um Disco de Diamante Triplo pelo hit Meu Abrigo. Só no Spotify, somam 1.7 bilhão de reproduções e ultrapassam 2.1 bilhões de visualizações em seus vídeos no YouTube. Dominando as rádios do país, em 2023 Melim é o ato pop mais ouvido no Brasil.
“Vou morrer antes de me aposentar”, diz vocalista do Everclear
Mighty Mighty Bosstones chega ao fim após quase 40 anos de história

O Mighty Mighty Bosstones acabou! A banda de Boston confirmou a triste notícia com uma nota de agradecimento nas redes sociais. “Depois de décadas de irmandade, viajando pelo mundo e fazendo grandes discos juntos, decidimos não continuar mais como uma banda”, disseram os integrantes. “Acima de tudo, queremos expressar nossa sincera gratidão a cada um de vocês que nos apoiaram. Nós não poderíamos ter feito nada disso sem você.” No entanto, a banda não revelou a causa de sua separação repentina. Aliás, o anúncio pegou muitos fãs de surpresa. O Mighty Mighty estava confirmado no lineup do Slam Dunk Festival, que acontece em junho, na Inglaterra. Dicky Barrett (vocal), Tim “Johnny Vegas” Burton (saxophone), Ben Carr (dançarino e backing vocals), Joe Gittleman (baixo), Joe Sirois (bateria), Lawrence Katz (guitarra), Chris Rhodes (trombone), John Goetchius (teclado) e Leon Silva (saxofone) formavam o Mighty Mighty Bosstones. Com 11 álbuns de estúdio em 33 anos, o Mighty Mighty deixa um legado impecável com discos como Devil’s Night Out (1989), More Noise and Other Disturbances (1992), Let’s Face It (1997) e Pay Attention (2000). O mais recente foi When God Was Great (2021). Entretanto, apesar do longo tempo de estrada e com um hit matador dos anos 1990, The Impression That I Get, além de participação no filme As Patricinhas de Beverly Hills (1995), o Mighty Mighty Bosstones só veio uma vez ao Brasil. A apresentação única rolou no Carioca Club, em São Paulo, em agosto de 2016.
Conhecendo o Blues #01 – Howlin’ Wolf (1910-1976)
Entrevista | Caio Dubfones – “É uma nova encarnação do Radiola Santa Rosa”
Entrevista | Gustavito – “Estaremos cada vez mais fortes e conscientes”

Autoconhecimento, reflexão e acolhimento são os principais elementos do novo single de Gustavito. Composto em parceria com Luiz Gabriel Lopes e Chicó do Céu, Lembrete é uma carta entre amigos que promove esperança. Ao mesmo tempo a música faz uma imersão no passado e no futuro, tornando-se potente no momento em que atravessamos. Em resumo, o single foi gravado por Chico Neves no Estúdio 304 e conta com a participação dos músicos Rafael Martini (teclados), Paulim Sartori (baixo elétrico) e Yuri Vellasco (bateria). Ademais, Lembrete é composta por mixagem e a masterização de Rafael Dutra, do Estúdio Motor, que está localizado na região de Belo Horizonte (MG). Já o videoclipe foi gravado em São Paulo, com produção da Boralá e fotografia de Nadja Kouchi. Com uma pegada minimalista, o trabalho transmite leveza, tranquilidade e afeto. Completando dez anos de carreira, Gustavo Amaral, conhecido como Gustavito, estava em São Paulo para produzir o seu quinto álbum. No entanto, com a pandemia do novo coronavírus, o músico retornou a sua terra natal, Minas Gerais. Em entrevista ao Blog n’ Roll, Gustavito fala sobre Lembrete, futuros projetos e mundo pós pandemia. Como foi o processo de composição de Lembrete? Ao todo, quanto tempo durou? Foi um processo bem interessante. A composição foi feita por três cabeças: eu, Luiz Gabriel Lopes e Chicó do Céu. Ela foi sendo criada por partes, durante alguns dias que passamos juntos. A cada vez íamos tendo novas ideias de letra e harmonia e a mensagem da letra foi se formando a medida em que ia sendo escrita, não foi algo pré-determinado. Sabíamos desde o início que era uma espécie de carta, mensagem direcionada a um amigo imaginário que poderia ser nós mesmos no futuro. Quanto ao clipe, da onde surgiu a inspiração? Como foi o processo criativo? Inicialmente nasceu da vontade de inaugurar um novo momento em minha carreira onde eu esteja me expressando mais através da linguagem audiovisual. Apesar de já ter quatro álbuns solo lançados, antes de Lembrete apenas duas faixas minhas tinham ganhado videoclipe. Quando conheci a fotógrafa Nadja Kouchi em São Paulo no início desse ano, conversamos sobre possibilidades de fazer um material onde eu expressasse a mensagem da letra através de gestos, expressões e alguns poucos objetos significativos. Em seguida, ela me apresentou pros meninos da Boralá Produtora e montamos o roteiro juntos. Como será o despertar para uma nova travessia? Acredito que o despertar virá da auto observação e da reflexão. Também do debate construtivo, da troca saudável de ideias onde se esteja aberto pra entender o lado do outro. O respeito a todas as formas de vida é a tônica para despertar uma relação mais harmônica com a natureza e entre as pessoas. A calma, a consciência de que estamos no mesmo barco, mas que cada um tem seu caminho, despertará uma vida sem tanta comparação e vaidade, sem tanto ódio e preconceito, onde cada um possa ser livre pra ser o que é. O despertar é aberto para o novo e tem a leveza da alegria inocente de uma criança, e ao mesmo tempo a sabedoria de uma anciã que não deixa esquecer o propósito e sabe que tudo o que ficou no passado tem seu valor e seu aprendizado. O despertar deve ser sobretudo para a valorização crescente da sensibilidade, da arte, do afeto e da comunhão. Estaremos cada vez mais fortes e conscientes. Em tempos de pandemia, como você tem se reinventado, enquanto artista? Tenho realizado apresentações virtuais no formato de lives, e também dado aulas de música online. Nesse momento estou em imersão criativa com a cantora e compositora Laura Catarina, junto a quem estou lançando o projeto SEIVA, que traz músicas que conectam com a natureza e a espiritualidade. Estamos gravando um material audiovisual e vamos lançar com um concerto ao vivo na internet no próximo mês. Acompanhem pelo Instagram @seivadaluz! Ao longo desses dez anos de carreira, quais foram as mudanças pelas quais você atravessou musicalmente? O que sempre me fascinou na MPB é a multiplicidade de estilos e ritmos e gêneros musicais que podem ser enquadrados dentro deste mesmo rótulo. Sou muito simpático a essa característica pela liberdade criativa que ela possibilita, e que eu trago desde o início em minhas composições e gravações. Certamente ocorre um amadurecimento durante todo esse tempo, tanto em relação à firmeza da performance ao vivo, mas também da consistência conceitual das canções. A forma de música que mais tem feito sentido para mim atualmente é aquela que conecta com o divino que há em tudo. Com isso me refiro a que em uma sociedade onde as pessoas estão desconectadas umas das outras, desconectadas do meio ambiente e desconectadas até de si mesmas, conectar com o Divino é reconectar com tudo isso. Nesse sentido, as letras de minhas canções tem se encaminhado para temáticas do sagrado e do autoconhecimento, com uma mensagem mais focada do que no início de minha carreira quando falava de assuntos mais dispersos. Quais são as suas inspirações musicais? Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano, Elis Regina, Chico, Tom Jobim, Tom Zé e toda MPB clássica; Sergio Santos, Luisa Brina, Sergio Perere, Luiz Gabriel Lopes, Raphael Sales, Alexandre Andrés e tantos contemporâneos da minha geração e adjacências da música mineira; Bob Marley; Raul Seixas, Beatles, Punk Rock, Stravinsky, Bach, Debussy, Xangai, cantigas e ritmos da cultura popular brasileira, do carnaval da Bahia, da Umbanda, dos povos originários da Amazônia, dos xamãs andinos, capoeira, samba, forró; mantras orientais; sons da natureza etc, etc, etc. O que você pode adiantar sobre o seu quinto álbum, interrompido por conta da quarentena? Nesse momento não posso dizer muito, pois a efervescência artística de um aquariano está sempre em transformação (risos). O que posso dizer é que estou produzindo em situação bem diversa da que estaria sem a quarentena, mas que está sendo uma feliz experiência retomar a produção mais caseira e autônoma. Tenho feito experimentos e algum resultado ainda será lançado este ano, mas não posso dizer ainda se
Em comemoração aos 20 anos de carreira, Gorillaz ganhará livro especial

Comemorando seus 20 anos de história, o Gorillaz vai lançar um livro. Intitulado Gorillaz Almanac, o trabalho será feito em parceria com a Z2 Comics. Em resumo, o livro terá as artes originais feita ao longo dos anos por Jamie Hewlett para o projeto liderado por Damon Albarn. Além de ilustrações inéditas, o projeto trará histórias em quadrinhos, quebra-cabeças e outras coisas bem legais. Ademais, Gorillaz Almanac deve chegar no dia 16 de outubro e estará disponível nas edições deluxe e super deluxe. Essas versões especiais trazem gravurar assinadas pela banda.
Flea e John Frusciante apresentam músicas que inspiraram suas carreiras

Flea e John Frusciante, membros do Red Hot Chili Peppers, se juntaram no último sábado (23), para apresentar aos fãs algumas músicas que inspiraram suas carreiras. Em resumo, é evidente que o punk rock marcou a vida de ambos. Nas listas aparecem as bandas Germs, Adolescents, Buzzcocks, China White, Twites Roots, entre outras. Em especial, a dupla comenta com carinho sobre a influência do Germs na carreira. Vale lembrar que até a placa de um carro no clipe de Californication faz homenagem ao grupo. Contudo, assim como o Red Hot Chili Peppers, ambos mostraram uma diversidade bem grande no que escutam. Defunkt, famoso por misturar punk e jazz e DEVO, conhecido pela experimentação de diversos gêneros com a música eletrônica também foram lembrados. O pessoal do grupo RHCP Brasil trouxe uma playlist no spotify com todas as canções citadas pela dupla.
Duffy revela motivo trágico para o abandono de sua carreira

Depois de anos a artista Duffy, conhecida pelo hit Mercy, revelou os motivos por ter largado a carreira. Em publicação nas redes sociais, ela afirma ter sido “estuprada, drogada e mantida em cativeiro por dias”. Em resumo, a artista revelou diversas vezes no relato que agora está segura e que mais detalhes sobre o assunto serão anunciados em breve. “Claro que eu sobrevivi. A recuperação levou tempo. Não há uma maneira clara de dizer isso”. “Eu não queria mostrar ao mundo a tristeza nos meus olhos. Me perguntei, como posso cantar com o coração quebrado?”, declarou ela ao falar sobre sua carreira. Ademais, Duffy estreou sua carreira com o disco Rockferry (2008). Vale lembrar que a obra venceu um Grammy. Em 2010, a artista divulgou Endlessly, seu segundo disco em estúdio. Após isso, ela só apareceu na mídia em 2015 para produzir algumas músicas da trilha sonora de Legend, protagonizado por Tom Hardy.