Balaclava Records anuncia show solo do trio britânico Bar Italia em São Paulo

O selo e produtora Balaclava Records confirmou mais uma atração de peso em sua programação paralela ao Balaclava Fest. A aclamada banda de indie rock britânica Bar Italia fará sua estreia em solo paulistano com um show solo na Casa Rockambole, no dia 25 de setembro de 2026 (sexta-feira). O evento acontece na véspera do festival, onde o trio também se apresenta no sábado, dia 26, ao lado de nomes como Blonde Redhead, DIIV, Dry Cleaning, Beach Fossils, Wednesday, Pedro The Lion e Sudan Archives. Os ingressos para a apresentação solo já estão à venda na plataforma Ingresse. A compra presencial e sem taxa de conveniência pode ser realizada no ponto de venda físico oficial, o Takkø Café, no bairro Vila Buarque. Do mistério pós-punk aos grandes festivais globais Formado em Londres em 2019, o trio composto por Nina Cristante (vocal), Sam Fenton (vocal/guitarra) e Jezmi Tarik Fehmi (vocal/guitarra) construiu uma reputação sólida baseada em um som cru, minimalista e atmosférico. A sonoridade da banda transita entre a urgência do pós-punk dos anos 80 e a estética lo-fi do indie dos anos 90, evocando referências como Sonic Youth, Pavement e Yo La Tengo, além de vocais que lembram a melancolia de Hope Sandoval (Mazzy Star) e PJ Harvey. Após se tornarem fenômenos de crítica com lançamentos caseiros e misteriosos pelo selo World Music, a banda assinou em 2023 com a prestigiada Matador Records, lançando no mesmo ano os álbuns Tracey Denim e The Twits. A acolhida catapultou o grupo para os palcos dos maiores festivais do planeta, incluindo Coachella, Glastonbury e o Primavera Sound europeu. Em 2025, o Bar Italia lançou o álbum autoproduzido Some Like It Hot, impulsionado pelos singles Fundraiser, rooster e Cowbella, expandindo ainda mais sua identidade sonora antes de embarcarem para a primeira turnê no Brasil. Serviço: bar italia (UK) em São Paulo
Com foco no novo álbum, Stereolab encerra Balaclava Fest com show forte

Com uma curadoria sempre atenta ao que desperta o interesse dos ouvintes mais dedicados à música independente, a 15ª edição do Balaclava Fest reafirmou o talento do selo em montar lineups de qualidade. Realizado mais uma vez no Tokio Marine Hall, em São Paulo, no último domingo (9), o festival teve como principais atrações Stereolab e Yo La Tengo — dois nomes cultuados que simbolizam bem o equilíbrio entre relevância e apelo entre fãs de música que buscam além do mainstream explorado por outros festivais — e ainda abriu espaço para vozes e sons em ascensão da cena nacional e internacional, como Gab Ferreira. A principal atração do festival, o Stereolab, que não visitava o Brasil desde 2000, é um dos nomes que melhor representam essa aptidão do Balaclava para escolher seus convidados. Tendo cultivado novos fãs (e a ansiedade dos antigos) desde sua última passagem pelo país, a banda liderada por Lætitia Sadier passou os últimos 25 anos produzindo obras fiéis à proposta de seu som e tinha muito o que apresentar aqui. Apostaram principalmente no seu último disco, o elogiado Instant Holograms on Metal Film, lançado em maio. Das 15 canções tocadas pelo grupo, mais da metade foram da nova obra, que é outra oportunidade do Stereolab de mostrar seu avant-pop dançante, cheio de camadas. O canto de Lætitia evoca o pop francês dos anos 60, com uma certa inocência em sua melodia, mas que, acompanhada do som mais vanguardista dos instrumentos, torna a experiência de um show do Stereolab uma viagem entre melodias suaves e texturas sonoras ousadas. Uma boa amostra disso é a terceira faixa tocada na noite, Vermona F Transistor, dançante e agradável nos vocais, mas cheia de texturas encorpadas pelo teclado e até mesmo por um trombone, tocado pela própria Sadier. A vocalista francesa se comunicou principalmente em inglês com o público e comentou que a música brasileira influencia o som do Stereolab. A conexão ficou evidente em Miss Modular, faixa em que o swing da bateria e o timbre levemente samba-rock da guitarra revelam algum interesse pelos sons brasileiros. Após o tradicional pedido de bis, a banda encerrou a noite com Cybele’s Reverie, deixando o público leve e satisfeito. Edit this setlist | More Stereolab setlists
Yo La Tengo transporta energia intimista para o Balaclava Fest

Antes do Stereolab, o mesmo palco Balaclava recebeu o trio norte americano Yo La Tengo — outro grupo que, mesmo com uma longa carreira e uma extensa discografia, ainda chama atenção com seus recentes lançamentos. Em 2023, depois de quase 40 anos de história, o Yo La Tengo lançou This Stupid World, álbum cultuado por muitos entusiastas da música independente, recebido como um disco à altura do auge de qualquer grande banda. Livres de qualquer necessidade de provar algo ou conquistar novos fãs, o trio se mostrou confortável em apresentar seu som intimista e expansivo, que transita entre a delicadeza das melodias e o caos do noise, mantendo viva a essência de quem faz música por pura convicção do seu som. Georgia Hubley, Ira Kaplan e James McNew não escondem a tranquilidade ao abrir um show de festival com Big Day Coming — longa e introspectiva, conduzida pelo canto suave da vocalista e pelos sons ásperos dos instrumentos, quase como se o Velvet Underground encontrasse os acentos do shoegaze dos anos 80. A plateia — já formada, naquele ponto do festival, por fãs mais maduros de música — ouvia o som com atenção, absorvendo cada timbre que atravessava a cantoria de Hubley sem jamais apagar sua delicadeza. É como se o Yo La Tengo tivesse encontrado a brecha perfeita para fazer coexistirem a dicotomia entre os ruídos distorcidos — por vezes encorpados pelo feedback vindo das caixas de som — e a suavidade de seus cantos serenos. >> LEIA ENTREVISTA COM O YO LA TENGO A primeira metade do show foi calcada em sons mais intimistas, com o instrumental que valorizou ritmos repetitivos e hipnóticos, agradando mesmo aqueles que gostam de prestar atenção nas texturas sonoras de músicas como Green Arrow e Autumn Sweater, em que a banda mostra seu lado mais atmosférico e meditativo antes de partir para momentos mais densos. Já na segunda metade, sem extrapolar muito no agito, mas aumentando a velocidade e microfonia, Fallout e Double Dare deram as caras. Mas a essa altura, os fãs da banda já estavam felizes de presenciar uma emblemática (e atual) banda da cena alternativa do rock. Edit this setlist | More Yo La Tengo setlists
Geordie Greep faz show com improvisos e espontaneidade musical no Balaclava Fest

Quem também esteve no palco Balaclava, inaugurando os trabalhos do mesmo, foi o contemporâneo Geordie Greep. Ex-vocalista da extinta Black Midi, o britânico, que lançou um dos melhores discos de 2024 (The New Sound), levou sua banda brasileira para apresentações no país, incluindo outro show em São Paulo durante a semana. De pouca conversa, mas muita musicalidade, Greep expôs seu art-rock jazzístico, mas com o peso do indie-rock que já o acompanhava na sua antiga banda. A diferença agora é que se notam camadas de outras influências, como da música brasileira e latina como um todo. Talvez tenha vindo daí a decisão de Greep em seguir voos solos e incorporar novas possibilidades para seu som, sem precisar da aprovação de seus antigos companheiros. E é aí que sua banda brasileira de apoio enriquece essa exploração sonora. Além de Greep na guitarra e na voz, os sons de teclado, baixo, bateria e percussão tornaram a experiência no Tokio Marine um show de improvisos e espontaneidade musical, em que o repertório alternava entre faixas puramente instrumentais e outras que se desdobravam em extensas jam sessions. >> LEIA ENTREVISTA COM GEORDIE GREEP Fica difícil enumerar ou definir os gêneros explorados durante a apresentação, já que a mistura, de alguma forma, soava agradável e única para os presentes no festival. Greep mostra, também ao vivo e solo, que continua sendo um grande expoente do rock atual, e que tem muito o que mostrar mesmo sem o restante do Black Midi.
Palco alternativo do Balaclava Fest contou com bons shows de emergentes do cenário nacional

Do outro lado do Tokio Marine Hall, intercalando com as apresentações do Palco Balaclava, outros artistas subiram no Palco Vans para encorpar ainda mais o festival. A primeira delas foi Gab Ferreira. A cantora catarinense vem ganhando nome na cena alternativa da música brasileira e recentemente lançou seu novo álbum, Carrossel. À vontade no palco, Gab mostrou maturidade ao equilibrar delicadeza e presença, não apenas cantando, mas dançando e transmitindo a carga emocional de cada verso. Enquanto sua banda criava texturas que mesclavam dream pop e uma leve psicodelia, ela cantava com nuances da MPB, em composições criativas como a faixa-título do novo trabalho, Carrossel. Ficou evidente que a artista já reúne um público fiel — fãs que cantavam junto cada verso, gesto que Gab retribuía com sorrisos e olhares atentos, fortalecendo a conexão com a plateia. Walfredo em Busca da Simbiose A segunda banda a se apresentar no palco Vans foi Walfredo em Busca da Simbiose, banda que une o rock e MPB. Divulgando seu novíssimo álbum, Mágico Imagético Circular, e liderada pelo multi-instrumentista Lou Alves, a banda apresentou um repertório sólido, acrescentando ao seu som nuances psicodélicas, vindas principalmente das inserções dos teclados, que tornaram as canções dançantes para os presentes. A apresentação teve ainda a participação de Marina Reis, vocalista da banda paulistana Pluma, que cantou, dançou e acrescentou ao som de Walfredo. Jovens Ateus Mais tarde, o post punk dos Jovens Ateus ecoou no Balaclava. Com ecos nítidos de Joy Division, a apresentação da banda ornou com o início da noite paulistana e o clima em volta do bar da casa de shows. Quem saia da apresentação de Geordie Greep se deparava com as batidas rítmicas do som do quinteto e ficava por ali mesmo, para aproveitar os sons que remetem também a bandas nacionais como Titãs. Horse Jumper of Love Para encerrar os trabalhos do palco Vans, o menor do festival, a banda de Boston, Horse Jumper of Love. Convidados às pressas, após o cancelamento do Fcukers, os norte-americanos não soaram nada como banda substituta e cativaram demais o público que optou por esperar o último acorde da banda encerrar, antes de acompanhar a atração principal da noite, Stereolab. Apesar do tom introspectivo, o peso e a intensidade emocional de músicas como Wink e Spaceman mantiveram os ouvintes atentos — muitos de olhos fechados, apenas sentindo o som preencher o ambiente. Em um dia repleto de apresentações notáveis, o Balaclava Fest reafirmou sua importância como um festival com curadoria diferenciada. O evento reuniu nomes que representam diferentes momentos da música independente — de artistas em ascensão, a veteranos que seguem relevantes com novos lançamentos — e se firmou como um festival necessário, em meio à enxurrada de atrações mainstream que dominam o circuito de shows no país.
Cap’n Jazz faz show histórico em São Paulo no esquenta para o Balaclava Fest

Ícone do emocore e do indie rock dos anos 1990, a banda americana Cap’n Jazz realizou, na noite de sábado (8), um show inesquecível no Cine Joia, em São Paulo. O evento integrou o aquecimento para a 15ª edição do Balaclava Fest e contou com a banda Marrakesh na abertura. Com uma trajetória marcada pela energia punk, vocais intensos e letras confessionais, o Cap’n Jazz reuniu em peso a velha guarda do emocore, mas não apenas ela. Curiosamente, a banda, que teve uma carreira curta e lançou apenas um disco nos anos 1990, conquistou também uma legião de fãs na faixa dos 20 anos, que lotaram a pista, garantiram a energia das rodas punk e cantaram junto com o grupo, provando que a música realmente transcende gerações. Um verdadeiro clima de união que só o punk rock é capaz de proporcionar. Em sua primeira apresentação no Brasil, não poderiam faltar clássicos como Little League, In the Clear e Oh Messy Life, que teve efeito catártico e levou várias pessoas ao palco. Emocional e caótico, o show foi marcado pela intensidade e pela conexão entre banda e plateia. O vocalista Tim Kinsella, além de permitir que fãs subissem ao palco livremente, entregava o microfone a eles diversas vezes, arremessava a meia-lua para o público, que sempre devolvia, e interagia o tempo todo com quem estava no front. Os moshs e stage divings também foram frequentes durante toda a apresentação, e não apenas por parte do público. O próprio Tim mergulhou diversas vezes nesse mar de gente, inspirando até Mike Kinsella a largar as baquetas e se atirar na plateia. Fundamental na formação musical de muitos e influência direta de diversas bandas nacionais e internacionais que marcaram a adolescência de uma geração, o Cap’n Jazz proporcionou uma noite histórica para a Balaclava Records e para todos os presentes. Edit this setlist | More Cap’n Jazz setlists A abertura ficou por conta da Marrakesh, banda de Curitiba que está na estrada desde 2014 e acaba de lançar seu primeiro álbum em português. O grupo fez um show curto, mas cheio de personalidade, marcado por uma estética grunge com influências de shoegaze e indie rock, conquistando especialmente o público mais jovem. Vale destacar a homenagem a Lô Borges, com uma bela versão de Girassol na Cor dos Seus Cabelos.
Maratona do Balaclava Fest tem início nesta quarta; veja programação

A décima quinta edição do Balaclava Fest, promovido pela Balaclava Records, começa nesta quarta-feira (5) com vários sideshows imperdíveis. O responsável por abrir a programação é o músico inglês Geordie Greep, que ganhou fama com o grupo black midi. Ele se apresenta hoje (5) no Bar Alto, em São Paulo. Os ingressos estão esgotados para essa apresentação. Antes do festival, que acontece no domingo (9), no Tokio Marine Hall, em São Paulo, com as participações de Stereolab, Yo La Tengo, Geordie Greep, Horse Jumper of Love, Jovens Ateus, Gab Ferreira e Walfredo em Busca da Simbiose, a Balaclava ainda promove outros três eventos. O “after party” será na próxima segunda-feira (10), no Cine Joia, com um show acústico do Yo La Tengo. Confira a programação completa abaixo. Os ingressos seguem à venda no site Ingresse.com. Considerado um dos principais eventos da música indie e alternativa da América do Sul, o Balaclava Fest conta quatro atrações internacionais de forte relevância na música alternativa mundial. Dois nomes icônicos dos anos 90 encabeçam a edição, trazendo performances completas com 1h30 de duração cada: o avant-pop inventivo da banda anglo-francesa Stereolab, influenciada pelo krautrock, jazz, música brasileira e pop francesa dos anos 1960; e o trio indie norte-americano Yo La Tengo, com sua sonoridade única e emblemática, que une o rock alternativo e avant garde com a música experimental, noise pop, art rock e folk. Por fim, a fusão inusitada do jazz, música latina, rock progressivo e pop barroco do músico e compositor inglês Geordie Greep – que ganhou reconhecimento mundial à frente da banda black midi -, apresentando seu aclamado álbum The New Sound de 2024, acompanhado no palco por um talentoso time de músicos brasileiros. O trio norte-americano Horse Jumper of Love, formado em Boston, Massachusetts, no início dos anos 2010 entrou recentemente na escalação. O grupo é conhecido por seu som introspectivo, atmosférico e frequentemente associado ao gênero slowcore, com influências de shoegaze, indie rock e folk. Três nomes nacionais pertencentes ao casting da Balaclava Records, com lançamentos de álbuns inéditos programados para este ano, também estão escalados no line up do evento: o pós punk melancólico e oitentista com beats eletrônicos da banda Jovens Ateus; o pop leve e moderno da cantora e compositora Gab Ferreira; e a mistura da MPB, dream pop e psicodelia do multi instrumentista Lou Alves com seu projeto Walfredo em Busca da Simbiose. Em seu quarto ano consecutivo, o evento será realizado no Tokio Marine Hall, renomada casa de shows localizada na zona sul da capital paulista. O espaço tem capacidade para quatro mil pessoas e contará com 2 palcos e 7 shows, em horários não conflitantes. Sideshows Numa ação inédita, a Balaclava Records anunciou uma série de sideshows no aquecimento para o festival, além de uma apresentação especial acústica do Yo La Tengo pós festival. Quem abre a maratona musical nesta quarta-feira (5) é o músico Geordie Greep, que faz apresentação com banda completa em clima total intimista no Bar Alto. Cantor, guitarrista e compositor inglês, Greep é conhecido por sua trajetória na aclamada banda inglesa Black Midi. O disco foi gravado entre Londres e São Paulo, de setembro de 2023 a abril de 2024, refletindo o esforço do músico em romper com qualquer zona de conforto. As composições partem de onde Greep deixou sua marca com a ex-banda, mas seguem por caminhos ainda mais diversos, estruturalmente imprevisíveis e complexos, transitando do jazz à música brasileira. É um encontro sonoro que dialoga com referências como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti e Naná Vasconcelos, evocando a riqueza criativa das décadas de 1970 e 1980. Na quinta (6) é a vez do trio norte-americano Horse Jumper of Love fazer uma apresentação especial, com repertório mais extenso de sua carreira, dividindo a noite com o quarteto curitibano terraplana no Bar Alto. A banda brasileira vem numa crescente desde o lançamento de seu álbum de estreia olhar pra trás (Balaclava Records), que rendeu mais de 40 shows ao redor do Brasil. O grupo ganhou destaque nos festivais Primavera Sound e Balaclava Fest, além de se apresentarem como atração de abertura a nomes internacionais como Slowdive, Deafheaven e Turnover. terraplana é composto por Stephani Heuczuk (voz e baixo), Vinícius Lourenço (voz e guitarra), Cassiano Kruchelski (voz e guitarra) e Wendeu Silverio (bateria). Com abertura do músico carioca Pedro Sá, na sexta (7) é a vez de Helado Negro fazer uma apresentação única na Casa Rockambole . Nascido no sul da Flórida em 1980, filho de pais imigrantes equatorianos, o multi-instrumentista Roberto Carlos Lange une memórias, impressões e atmosferas para criar paisagens de sonho detalhadas. Helado grava e mixa suas próprias músicas, criando seu próprio mundo sônico. Suas canções são repletas de melodias vibrantes, vinhetas líricas afiadas e ganchos sutis, até mesmo sussurrados. No sábado (8) mais uma apresentação única: uma das bandas mais importantes da cena punk e underground norte-americana desde o início dos anos 1990. Trata-se do Cap’n Jazz, formada pelos irmãos Tim e Mike Kinsella, figuras emblemáticas do emo e indie rock de Chicago. O show, que tem patrocínio da Vans Brasil, acontece no Cine Joia. Para finalizar a maratona, uma apresentação especial acústica e intimista do trio Yo La Tengo, no Cine Joia, na próxima segunda-feira (10). O repertório do show no Cine Joia trará músicas do grupo em versões acústicas e extremamente únicas em seus formatos, reforçando ainda mais a ligação especial da banda com o público brasileiro. serviços: Aquecimento Balaclava Fest 2025: Geordie Greep Data: 5 de novembro de 2025, quarta-feira Local: Bar Alto R. rua Aspicuelta, 194 Horários: Portas 19h / Show 20h30 Classificação etária: para menores de 16 anos entrada permitida apenas com responsável legal e assinatura de termo. Se o acompanhante for familiar (irmão maior, tio, tia etc.), é *obrigatória a autorização registrada em cartório com assinatura dos pais.* Ingressos online: https://www.ingresse.com/geordiegreep-baralto/ Aquecimento Balaclava Fest 2025: Horse Jumper of Love e terraplana Data: 6 de novembro de 2025, quinta-feira Local: Bar Alto R. rua Aspicuelta, 194 Horários: Portas 19h / show
Atração do Balaclava Fest, Geordie Greep confirma mais dois shows; veja datas e locais

Faltam duas semanas para o Balaclava Fest, mas uma sequência de eventos promete esquentar o público até lá. Quem abre a maratona musical no dia 5 de novembro é o músico Geordie Greep, que faz apresentação com banda completa em clima total intimista no Bar Alto. Os ingressos estão à venda no Ingresse. Cantor, guitarrista e compositor inglês, Geordie Greep é conhecido por sua trajetória na aclamada banda inglesa Black Midi. O disco foi gravado entre Londres e São Paulo, de setembro de 2023 a abril de 2024, refletindo o esforço do músico em romper com qualquer zona de conforto. As composições partem de onde Greep deixou sua marca com a ex-banda, mas seguem por caminhos ainda mais diversos, estruturalmente imprevisíveis e complexos, transitando do jazz à música brasileira. É um encontro sonoro que dialoga com referências como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti e Naná Vasconcelos, evocando a riqueza criativa das décadas de 1970 e 1980. Aliás, o músico não escondeu sua admiração pela música brasileira. Em entrevista ao Blog n’ Roll, no ano passado, Geordie Greep falou sobre a paixão por Egberto Gismonti. “Comecei a gostar dele quando tinha 18 anos e pensei que isso era realmente incrível, apenas ser aquele nível virtuoso no piano e violão, mas também ter um som, estilo e abordagem composicional completamente únicos”. Ao vivo, o músico é acompanhado no palco por um talentoso time de brasileiros, composto por Vitor Cabral (bateria), Fabio Sá (baixo), Chicão Montorfano (teclas), Daniel Conceição (percussão) e Filipe Coimbra (guitarra). Além do show no Bar Alto e no Balaclava Fest, Greep também confirmou um terceiro show no Sesc Jundiaí, com entrada gratuita, no dia 6 de novembro. Aquecimento Balaclava Fest 2025: Geordie Greep Data: 5 de novembro de 2025, quarta-feira Local: Bar Alto R. rua Aspicuelta, 194 Horários: Portas 19h / Show 20h30 Classificação etária: para menores de 16 anos entrada permitida apenas com responsável legal e assinatura de termo. Se o acompanhante for familiar (irmão maior, tio, tia etc.), é *obrigatória a autorização registrada em cartório com assinatura dos pais.* Ingressos online
Balaclava Fest: sai Fcukers, entra Horse Jumper of Love

A Balaclava Records anunciou uma substituição entre as atrações que irão compor a 15ª edição de seu festival, o Balaclava Fest, que acontece no dia 9 de novembro no Tokio Marine Hall, em São Paulo. O duo nova-iorquino Fcukers, que estava confirmado na programação do evento, infelizmente decidiu cancelar todas suas datas na América do Sul, devido a um convite feito pelo Tame Impala para que sejam uma das atrações de abertura de sua turnê pelos Estados Unidos, planejada para o mesmo período de novembro. A notícia foi anunciada nas redes oficiais do Fcukers. Como substituição, a Balaclava adiciona ao lineup do festival uma das bandas de rock alternativo mais interessantes da última década: o trio norte-americano Horse Jumper of Love, formado em Boston, Massachusetts, no início dos anos 2010. O grupo é conhecido por seu som introspectivo, atmosférico e frequentemente associado ao gênero slowcore, com influências de shoegaze, indie rock e folk. Sua formação inclui Dimitri Giannopoulos (vocais e guitarra), John Margaris (baixo) e Jamie Doran (bateria). Os ingressos para o festival ainda estão disponíveis no site Ingresse.com nos setores de pista, camarote, frisas e cadeiras altas. Para quem reside em SP e deseja comprar sem taxa de conveniência, o Takkø Café é o ponto de venda físico oficial, localizado no bairro Vila Buarque. Horse Jumper of Love ganhou destaque com seu álbum de estreia homônimo lançado em 2016, que chamou atenção pela sua abordagem minimalista e emocionalmente crua. Em seguida, lançaram So Divine (2019) e Natural Part (2022), que expandiram seu som com produções mais refinadas e letras igualmente poéticas e melancólicas. A banda é frequentemente elogiada por suas composições lentas, densas e introspectivas, que criam uma sensação de intimidade e contemplação, consolidando seu espaço na cena indie americana contemporânea. Seu lançamento mais recente é o elogiado Disaster Trick (2024). Considerado um dos principais eventos da música indie e alternativa da América do Sul, o Balaclava Fest conta ainda com outras três atrações internacionais de forte relevância na música alternativa mundial. Dois nomes icônicos dos anos 90 encabeçam a edição, trazendo performances completas com 1h30 de duração cada: o avant-pop inventivo da banda anglo-francesa Stereolab, influenciada pelo krautrock, jazz, música brasileira e pop francesa dos anos 1960; e o trio indie norte-americano Yo La Tengo, com sua sonoridade única e emblemática, que une o rock alternativo e avant garde com a música experimental, noise pop, art rock e folk. Por fim, a fusão inusitada do jazz, música latina, rock progressivo e pop barroco do músico e compositor inglês Geordie Greep – que ganhou reconhecimento mundial à frente da banda black midi -, apresentando seu aclamado álbum The New Sound, de 2024, acompanhado no palco por um talentoso time de músicos brasileiros. Três nomes nacionais pertencentes ao casting da Balaclava Records, com lançamentos de álbuns inéditos programados para este ano, também estão escalados no line up do evento: o pós punk melancólico e oitentista com beats eletrônicos da banda Jovens Ateus; o pop leve e moderno da cantora e compositora Gab Ferreira; e a mistura da MPB, dream pop e psicodelia do multi instrumentista Lou Alves com seu projeto Walfredo em Busca da Simbiose. Em seu quarto ano consecutivo, o evento será realizado no Tokio Marine Hall, renomada casa de shows localizada na zona sul da capital paulista. O espaço tem capacidade para quatro mil pessoas e contará com 2 palcos e 7 shows, em horários não conflitantes. * Balaclava Fest 2025 Com Stereolab, Yo La Tengo, Geordie Greep, Horse Jumper of Love e mais Data: 9 de novembro de 2023, domingo Local: Tokio Marine Hall – R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo Próximo à estação João Dias (Linha 9-Esmeralda CPTM) Horários do festival: Portas 15h / Encerramento 23h Classificação etária: 16+ Ingressos